Câmara de vereadores de Caicó instala comissões que podem cassar Lobão e Batata

Os vereadores de Caicó, instalaram na sessão desta segunda-feira (15), duas Comissões Especiais de Investigação, sendo uma para apurar denúncias contra o vereador, afastado, Lobão Filho (MDB) e a outra, denúncias contra o prefeito, também, afastado, Robson de Araújo (PSDB).

As duas comissões podem cassar os mandatos dos dois políticos que estavam presos até semana passada quando foram postos em liberdade pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. Ambos foram presos na operação Tubérculo do Ministério Público.

A Câmara Municipal já tem uma Cei instalada para cassar o mandato do prefeito Batata, mas, esta está parada por decisão judicial.



Paulo Roque estuda a possibilidade de voltar a vida publica em Caicó

Paulo Roque estuda a possibilidade de voltar a vida pública

Quem poderá estar de volta a política caicoense, é o ex-vereador, Paulo Roque. Ele confirmou ao Blog que estuda a possibilidade de disputar uma vaga na Câmara Municipal de Caicó, em 2020.

Atualmente, Roque, mora em Natal e é um dos principais assessores do deputado Vivaldo Costa, na Assembleia Legislativa. Nos últimos meses ele coordenou a campanha política do deputado que se reelegeu, na região do Mato Grande e em alguns municípios da grande Natal.

Eu sempre estive ao lado de Vivaldo Costa e sempre estarei. Ele confia no nosso trabalho e isso me dá ânimo para prosseguir na política, ou melhor, para voltar, mas, é preciso avaliar com muito cuidado. É certo que temos muitos amigos e o povo de Caicó sabe do nosso trabalho quando, por exemplo, fomos secretário de Ação Social e implementamos muitas ações importantes. Quando estivemos na Câmara, lutei em favor dos mais humildes, lutei pela minha cidade“, disse.

O caicoense, foi vereador por dois mandados e em um dos pleitos obteve quase 2 mil votos.

Paulo Roque, também confirmou que o deputado Vivaldo Costa já teria confirmado seu apoio, caso o projeto seja viabilizado.



Caso F. Gomes: Julgamento popular de réus é adiado novamente

O julgamento popular de Gilson Neudo Soares do Amaral e Lailson Lopes, réus no processo da morte do jornalista Francisco Gomes de Medeiros (F. Gomes), não vai acontecer nesta quarta-feira (17), como estava previsto anteriormente.

O processo teria saído da pauta porque a peça voltou para o Tribunal de Justiça em grau de recurso.

De acordo com informações da secretaria da 1ª Vara Criminal de Natal, ainda não existe data para o novo júri.

Comento

Essa é a enésima vez que um julgamento popular desse caso não acontece. As manobras feitas pelos advogados que defendem os réus são claras desde a época do fato. A Polícia Civil e o Ministério público já disseram que pelo menos 4 pessoas participaram do crime, mas, apenas um deles foi condenado e está preso. Dos demais, apenas 1 foi julgado, mas, teve o júri anulado.




Festa dos Ex-Alunos do Educandário Santa Teresinha será realizada neste sábado (20)

Festa dos Ex-alunos do Santa Terezinha está sendo programada

A Festa dos Ex-Alunos do Educandário Santa Teresinha será realizada no próximo dia 20 de outubro, a partir das 14h, segundo sábado da Festa do Rosário de Caicó e contará com animação de Rodolfo Lopes, Naldinho Cunha e Luiz Carlos. O repertório será montado com músicas dos anos 80, 90 e 2000.

De acordo com Pedro Gurgel, que é da comissão de organização do evento, o grande sucesso da festa em 2017, fez com que a equipe organizasse novamente o reencontro, “Com o sucesso da festa em 2017 não poderíamos deixar de realizar mais esse reencontro. Tenho certeza que assim como em 2017, nossa festa em 2018 será ainda melhor”, destacou.

Além das atrações musicais, o evento também terá sorteios e algumas atrações surpresa para interagir com os participantes. As senhas da Festa do Ex-Aluno do Santa Teresinha já estão à venda na Ótica Rio e com comissários e quem adquirir concorrerá a um final de semana na paradisíaca São Miguel do Gostoso.



SindJorn emite nota repudiando ato de deputado contra Juliana Celli

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte vem a público repudiar os atos de intolerância e autoritarismo cometidos em todo o País, à medida que se aproxima o dia da votação do segundo turno da campanha eleitoral à Presidência. Práticas totalitárias, violentas e preconceituosas, têm manchado a história da nossa democracia e colocado a vida de muitos em risco, inclusive dos colegas que fazem a imprensa norte-riograndense.

Repudiamos veementemente atos como o praticado pelo deputado estadual Getúlio Rêgo contra a colega jornalista Juliana Celli, no interior da Assembleia Legislativa, durante o expediente de trabalho. Tais atos foram relatados por ela em suas redes sociais nesta segunda-feira (15). Por anunciar um voto contrário ao do deputado, numa conversa corriqueira, a jornalista teve seu direito à livre opinião abafado pelo discurso autoritário do parlamentar, que passou a agredí-la verbalmente, na presença de diversas pessoas, numa clara prática de assédio moral e constrangimento profissional.

Num processo democrático, atitudes como a do parlamentar colocam em risco direitos constitucionalmente garantidos como a liberdade de opinião e de expressão, e revela o perigo que nos cerca.

O Sindjorn estará sempre na trincheira da democracia, base de nascimento de todas as conquistas sociais que temos hoje. Nos solidarizamos com a colega Juliana Celli, colocando os setores do Sindjorn à disposição para o acompanhamento do caso.

SINDJORN



Jornalista relata coação e agressão verbal de deputado dentro da Assembleia Legislativa

Como jornalista, talvez esse seja o texto mais difícil que já escrevi. Olhos cheios de lágrimas, coração apertado, dúvidas sobre o que pode acontecer comigo a partir de agora. Mas muita vontade de dar a minha contribuição de viver num mundo melhor, pra mim e pra minha filha. Decidi não me calar.

Na última quinta-feira (11/10) eu fui vítima da intolerância política que estamos testemunhando no país e que chegou no seu mais grave momento com a chegada do segundo turno das eleições.

Eu já noticiei tanto sobre esses casos que estão acontecendo. O último, o de uma médica, no serviço público do Rio Grande do Norte, que rasgou uma receita porque ao perguntar em que candidato o paciente votaria, ele afirmou votar no candidato do PT. Fiquei indignada! Mas, jamais pensei passar por isso. Estava enganada!

Na quinta-feira pela manhã eu estava trabalhando quando um superior fez o sinal usado pelo candidato Bolsonaro, aquele que simula duas armas. Ele me perguntou se eu estava pronta pra fazer o tal gesto. Eu falei que não faria porque não voto nesse candidato, na verdade decidi não votar em nenhum dos dois candidatos postos por não concordar nem com um nem com o outro. Foi aí a minha surpresa, o superior, o deputado estadual Getúlio Rêgo, que até então sempre tive uma boa convivência, começou a me insultar. Ouvi palavras como corrupta, mentirosa, e que eu deveria pedir exoneração do meu cargo (de confiança). Ele estava completamente alterado, falando alto, gesticulando em minha direção. Por um momento, pensei em explodir, me contive. Consegui me manter firme e respeitosa, mesmo que muito constrangida, principalmente pelo fato de na hora estar conduzindo convidados para uma reunião de trabalho. Argumentei que o voto é livre, e eu podia votar em quem quisesse ou até mesmo me omitir.

Ele continuou esbravejando, na frente deles e de mais alguns servidores, que eu deveria votar em quem meu chefe mandasse. Eu voltei a argumentar que não estávamos mais no tempo de “votos de cabrestos”, algo muito utilizado nos “currais” eleitorais e que meu chefe direto é democrático, jamais iria me obrigar a votar em quem eu não quisesse.

Ele continuou sem respeitar a minha decisão. Se alterou ainda mais, falando em tom ameaçador. Eu decidi encerrar o assunto entrando na sala para participar da reunião que estava programada. Pedi desculpas aos convidados pelo ocorrido, mantive a calma para terminar aquela demanda, mas depois desabei. Conversei com colegas, ouvi familiares, procurei um advogado.

Algumas pessoas disseram que seria meu fim eu expor esse assunto, outras me apoiaram, me incentivaram. Passei alguns dias analisando sozinha, pedindo a Deus uma resposta, deixando a “poeira” baixar e a emoção ser controlada para aí sim tomar uma decisão mais acertada.

Se eu, jornalista, assessora de imprensa, apresentadora de um jornal na rádio, de um programa de TV, não pode falar, quem pode?

As milhares de mulheres e homens que estão passando por isso em seus empregos em todo país ou em outros locais? Não. Eu digo não à intolerância política!!!

O voto é livre!!!

Se você vota num candidato que eu tenho repulsa eu preciso respeitar. Não deixe ninguém lhe dizer que você é menos inteligente ou menos cidadão por isso. Se você quer votar em Haddad, vote livremente. Se você vota em Bolsonaro, vote livremente. Se quiser votar em branco, nulo, vote livremente.

Em tempos de #elenão e #elesim eu o convido a levantar uma bandeira muito mais importante, a da tolerância. Essa é a minha campanha. #intoleranciaNao #toleranciasim



Caicoense Robson Targino morre depois de ser atropelado em Natal

Caicoense, Robson Targino, morre em Natal

O caicoense, Robson Targino, morreu no Hospital Walfredo Gurgel, em Natal, na madrugada desta segunda-feira (15), depois de ter sito atropelado.

A informação apurada pelo Blog junto a familiares dá conta que Targino estava na companhia de familiares, inclusive, esposa e filhos em um ponto de venda de cachorro quente na Avenida Abel Cabral, quando foram atropelados por um veículo Range Rover. O motorista teria batido em um carro, perdido o controle e provocado o acidente. Uma irmã e um dos filhos de Robson, também, foram atingidos, mas, passam bem.

O socorro foi chamado e todos conduzidos para o pronto-socorro Clovis Sarinho. O caicoense, Robson Targino, teve as duas pernas esmagadas e uma delas foi amputada na hora da cirurgia. O quadro de saúde se complicou e ele morreu.

Robson Targino, trabalhou por muitos anos em Caicó, na loja da Ford Serivel e depois que o empreendimento fechou ele passou a trabalhar em Natal.



Congresso se reúne para apreciar veto a aumento dos salários dos Agentes de Endemias e de Saúde

Plenário do Congresso Nacional – (Foto: Rodrigo Pozzebom)

Deputados e senadores foram convocados para sessão conjunta do Congresso Nacional nesta quarta-feira (17), que deverá apreciar 16 vetos presidenciais. Na pauta de votações, está o veto ao projeto de conversão da Medida Provisória 827/18, que regulamenta o plano de carreira dos agentes comunitários de saúde e de combate a endemias.

O presidente Michel Temer vetou o aumento do piso salarial dos agentes comunitários de saúde e de combate a endemias. O piso passaria de R$ 1.014 para R$ 1.550 mensais após três anos. Em 2019, seria de R$ 1.250 e em 2020,de  R$ 1.400. O salário de R$ 1.550 valeria a partir de 1º de janeiro de 2021.

O Palácio do Planalto entende que aumento salarial aprovado pelo Congresso viola iniciativa reservada ao presidente da República no que diz respeito à criação de cargos e aumento de sua remuneração. Segundo o governo, também desrespeita a emenda constitucional que estabelece o teto de gastos e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), criando despesa sem indicar estimativa de impacto.

Além disso, cria gastos com pessoal nos últimos 180 dias do mandato presidencial, o que é proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. A maior parte dos salários dos agentes é bancada pela União.

*Agência Brasil