No Brasil, 25 pessoas morreram em decorrência do novo coronavírus

Dados divulgados hoje (22) pelo Ministério da Saúde mostram que o número de mortes em decorrência da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, subiu de 18 para 25 de ontem para hoje. Já o número de pessoas que contraíram o vírus passou de 1.128 para 1546. Segundo a pasta, com a nova atualização, todos os estado brasileiros possuem casos do novo coronavírus.

A Região Sudeste concentra o maior número de casos (926), seguida da Região Nordeste (231), da Sul (179), da Centro-Oeste (161) e a Região Norte (49).

São Paulo acumula o maior número de casos (631), seguido por Rio de Janeiro (186), Distrito Federal (117), Ceará (112), Minas Gerais (83) e Rio Grande do Sul (73).

Em seguida vem o estado de Santa Catarina (57), Paraná (50), Bahia (49), Pernambuco (37), Amazonas (26), Espírito Santo (26), Goiás (21), Mato Grosso do Sul (21), Acre (11), Sergipe (10), Rio Grande do Norte (nove),  Alagoas (sete), Pará (quatro), Piauí (quatro), Rondônia(três), Maranhão, Mato Grosso, Paraíba, Tocantins e Rondônia (dois cada). Amapá e Paraíba (um).

*Agência Brasil


RN: Atendimento de advogados em presídios é suspenso pela SEAP

Atendendo a medidas de controle, prevenção e contenção de riscos do novo Coronavírus (COVID-19), elaborados pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), a Secretaria da Administração Penitenciária (Seap) suspendeu o atendimento de advogados nas unidades prisionais do Rio Grande do Norte. A medida visa garantir a integridade dos servidores, sociedade, advogados e apenados e vigora até o dia 30 de abril. Visitas de familiares e pessoas externas a rotina dos presídios foram suspensas no dia 13 de março. Nenhum caso suspeito foi identificado no sistema penal do RN.

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Em meio a pandemia, Empresária de São Fernando mantém fábrica têxtil funcionando com decisão da Justiça

Em razão da pandemia do corona vírus (COVID-19), o Ministério Público Federal e o Estadual, expediram a recomendação conjunta determinando que o Cel. Walmary Costa, comandante do 6º Batalhão de Polícia Militar de Caicó, fiscalize o cumprimento das medidas restritivas de funcionamento de estabelecimentos comerciais estabelecidas pelo Decreto Estadual nº 29.541, de 20 de março de 2020.

Em razão da recomendação, determinou-se à Polícia Militar o fechamento das fábricas têxtis (facções) da cidade de São Fernando.

Uma empresária achou que a medida não lhe alcançava e buscou a justiça para questionar a ordem de fechamento. O escritório Síldilon Maia Sociedade de Advocacia impetrou ordem de habeas corpus perante o juiz plantonista na Comarca de Caicó.

A ordem de restrição de atividades comerciais e industriais não comporta interpretação ampliativa. O Decreto Estadual nº 29.541 lista todas as atividades que devem parar de funcionar ou ter seu funcionamento limitado, não cabendo restringir nenhuma atividade econômica além do que está ali estabelecido. Tão grave quanto o colapso do sistema de saúde que pode ocorrer em decorrência da pandemia é o colapso econômico que enfrentaremos, daí o necessário equilíbrio das decisões governamentais ao estabelecer o que deve funcionar e o que deve parar. Não cabe à Polícia Militar agir de forma diversa do que foi determinado pelo governo”, disse o advogado Síldilon Maia Thomaz do Nascimento, que assinou o habeas corpus.

O juiz André Melo, plantonista de hoje (22.03), acolheu os argumentos e determinou o regular funcionamento da fábrica, obedecidas as recomendações das autoridades sanitárias quanto à higiene do ambiente e dos funcionários.


Homem do Rio Grande do Norte é preso no interior de São Paulo com 170 tijolos de maconha

Policiais militares do 9º BAEP prenderam, em Rio Preto, um homem do estado do Rio Grande do Norte que transportava 170 tijolos de maconha.

Droga apreendida pela Polícia

A equipe recebeu uma denúncia anônima que informava sobre a negociação da droga marcada para acontecer no estacionamento de um shopping da zona norte da cidade. O traficante que iria receber a encomenda estaria em uma moto Hornet Branca.

Os pms ficaram de campana e abordaram um Corsa Classic com placas do Rio Grande do Norte e um Fiat Uno com placas do Paraná quando os veículos saíam do centro de compras.

O primeiro carro, conduzido pelo motorista Carlindo Dantas dos Santos, de 35 anos, estava carregado com 170 tijolos de maconha. Já o Uno tinha três ocupantes, um casal do Mato Grosso do Sul e um adolescente de 17 anos, com endereço no Rio Grande do Norte.

Segundo o boletim de ocorrência, Carlindo teria confessado aos policiais que receberia R$ 1.500 reais para transportar a droga até Rio Preto e o motorista do Uno, que tem 23 anos, receberia R$ 2 mil. Eles trocavam mensagens de whatsapp durante o trajeto para informar sobre a presença de policiais nas rodovias.

A passageira do Uno, também de 23 anos, teria dito que sabia que o Classic estava carregado com entorpecentes. Já o menor afirmou que veio à cidade para vender redes com o motorista do Uno.

Mas na Central de Flagrantes Carlindo mudou a versão, assumindo sozinho a responsabilidade pela droga. Ele afirmou que os três ocupantes do Uno nada sabiam sobre o carregamento, versão confirmada pelo trio, embora a PM desconfie que o Uno atuava como “batedor”.

Somente o motorista do Classic foi preso e os ocupantes do Uno terão a participação investigada em inquérito policial.


Hidroxicloroquina e cloroquina viram produtos controlados

A Anvisa enquadrou a hidroxicloroquina e a cloroquina como medicamentos de controle especial. A medida é para evitar que pessoas que não precisam desses medicamentos provoquem um desabastecimento no mercado. A falta dos produtos pode deixar os pacientes com malária, lúpus e artrite reumatoide sem os tratamentos adequados.

A Agência recebeu relatos de que a procura pela hidroxicloroquina aumentou depois que algumas pesquisas indicaram que este produto pode ajudar no tratamento da Covid-19. Apesar de alguns resultados promissores, não há nenhuma conclusão sobre o benefício do medicamento no tratamento do novo coronavirus.

Ou seja, não há recomendação da Anvisa, no momento, para a sua utilização em pacientes infectados ou mesmo como forma de prevenção à contaminação pelo novo coronavírus.

Como ficam os pacientes que já precisam do medicamento?

Os pacientes que já fazem uso do medicamento poderão continuar utilizando sua receita simples para comprar o produto, durante o prazo de 30 dias. A receita será registrada pelo farmacêutico, que já está obrigado a fazer o controle do medicamento no momento da venda.

A nova categoria significa que o medicamento só poderá ser entregue mediante receita branca especial, em duas vias. Médicos que fazem a prescrição de hidroxicloroquina ou cloroquina já devem começar a utilizar este formato.

A hidroxicloroquina já estava enquadrada como medicamento sujeito à prescrição médica. Com a nova categoria, a venda irregular pelas farmácias é considerada infração grave.

O uso sem supervisão médica também pode representar um alto risco à saúde das pessoas.

Confira as principais perguntas e respostas sobre o que a Anvisa está fazendo com relação aos medicamentos para a Covid-19.