Delegado da PF, Alexandre Ramagem, tomaria posse na tarde desta quarta-feira Foto Valter Campanato Agência Brasil

Ministro do STF suspende decreto de nomeação do diretor-geral da PF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu na manhã de hoje (29) suspender o decreto de nomeação e a posse do delegado Alexandre Ramagem como novo diretor-geral da Polícia Federal (PF). A solenidade estava marcada para as 15h desta quarta-feira.

Moraes atendeu a um pedido feito pelo PDT por meio de um mandado de segurança. Na decisão, o ministro citou declarações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, que ao deixar o cargo na semana passada acusou o presidente Jair Bolsonaro de tentar interferir politicamente na PF.

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Presidente Bolsonaro falou com a imprensa na entrada do Palácio da Alvorada

‘E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?’, diz Bolsonaro sobre mortes por coronavírus; ‘Sou Messias, mas não faço milagre’

O presidente Jair Bolsonaro perguntou a um repórter, na portaria do Palácio da Alvorada, o que quer que ele faça em relação às mortes por coronavírus no Brasil, que nesta terça-feira (29) superaram as da China, país de origem da pandemia.

Nesta terça-feira, segundo boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, o número de mortes confirmadas por covid-19, a doença provocada pelo coronavírus, ultrapassou a marca dos 5 mil, chegando a 5.017. Na China, são 4.643.

Durante a entrevista, uma jornalista disse ao presidente: “A gente ultrapassou o número de mortos da China por covid-19”. O presidente, então, afirmou:

E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagre”, disse, em referência ao próprio sobrenome.
Momentos depois, na mesma entrevista, Bolsonaro disse se solidarizar com as famílias das vítimas. “Lamento a situação que nós atravessamos com o vírus. Nos solidarizamos com as famílias que perderam seus entes queridos, que a grande parte eram pessoas idosas”, disse.

Mas é a vida. Amanhã vou eu. Logicamente, a gente quer ter uma morte digna e deixar uma boa história para trás”, disse o presidente.

Questionado se conversaria com o ministro da Saúde, Nelson Teich, sobre a flexibilização do distanciamento social, Bolsonaro afirmou que não dá parecer e não obriga ministro a fazer nada.

O presidente também disse que ninguém nunca negou que a covid-19 causaria mortes no Brasil e que 70% da população será infectada.

As mortes de hoje, a princípio, essas pessoas foram infectadas há duas semanas. É o que eu digo para vocês: o vírus vai atingir 70% da população. Infelizmente é a realidade. Mortes vão (sic) haver. Ninguém nunca negou que haveria mortes”, disse.

G1


Em carta a Bolsonaro, delegados da PF dizem que há ‘crise de confiança instalada’ e pedem autonomia e mandato para diretor

Associação pede que Presidente muda forma de escolha do diretor-geral

A ADPF (Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal) pediu neste domingo (26.abr.2020), em carta pública, que o presidente garanta que não haverá interferência no trabalho do próximo diretor-geral da PF e que envie ao Congresso projeto para dar formalmente autonomia à instituição.

O pedido é feito em meio à crise instaurada pela demissão do ex-diretor-geral da corporação Maurício Valeixo e a saída do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro do governo. A ideia dos delegados é evitar novas crises na instituição.

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Auxílio emergencial de R$ 600 revela 46 milhões de brasileiros invisíveis aos olhos do governo

Milhões de brasileiros são invisíveis ao Governo Federal

Mais de 30 milhões de brasileiros já receberam a primeira parcela do auxílio emergencial de R$ 600, que será pago durante três meses pelo governo federal.

Para receber, é preciso ter conta em banco e CPF ativo. No entanto, mais de 46 milhões de brasileiros não se enquadram nas regras e não estão em nenhuma lista do governo. Muitos não têm nem acesso à internet para se regularizar. São desempregados, autônomos e trabalhadores informais que ficaram sem renda por causa da pandemia e dependem dessa ajuda por uma questão de sobrevivência. São os invisíveis do Cadastro Único.

G1


Em conversa com deputada sobre vaga no STF, Moro diz “Prezada, não estou a venda”

O ex-ministro Sérgio Moro mostrou ao Jornal Nacional imagens de uma troca de mensagens com a deputada federal Carla Zambelli (PSL), aliada de primeira hora de Bolsonaro. Ela, inclusive, estava nesta sexta ao lado do presidente durante o pronunciamento.

A deputada Carla Zambelli afirmou que não vai comentar a troca de mensagens.

Na troca de mensagens, Carla Zambelli diz: “Por favor, ministro, aceite o Ramage”, numa referência a Alexandre Ramagem, diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Ramagem é um dos candidatos de Jair Bolsonaro para a Direção-Geral da Polícia Federal.

Parte da deputada a proposta para que Sergio Moro aceite a mudança na PF em troca da nomeação dele para o Supremo Tribunal Federal.

“E vá em setembro pro STF”, enviou a deputada. “Eu me comprometo a ajudar”, acrescentou. “A fazer JB prometer”, completou.

Sergio Moro, então, rechaça a proposta: “Prezada, não estou à venda”.

Carla Zambelli, então, continua a argumentar: “Ministro, por favor, milhões de brasileiros vão se desfazer”

Em seguida, ela responde à mensagem de Moro de que não estaria à venda. “Eu sei”, diz. “Por Deus, eu sei”, acrescenta.

“Se existe alguém que não está à verba é o senhor”. A palavra “verba”, neste caso, parece ser “venda”, com erro de digitação.

Moro finaliza a conversa dizendo: “Vamos aguardar, já há pessoas conversando lá”. Segundo o ex-ministro, era uma referência à tentativa de aliados de convencer o presidente a mudar de ideia.

G1 via Blog do BG


Moro exibe troca de mensagens em que Bolsonaro cobra mudança no comando da PF

O ex-ministro da Justiça Sergio Moro exibiu nesta sexta-feira (24) à TV Globo uma troca de mensagens entre ele e o presidente Jair Bolsonaro, ocorrida nesta quinta (23), na qual Bolsonaro cobrou mudança no comando da Polícia Federal.

Mais cedo, nesta sexta, ao anunciar que havia decidido deixar o cargo, Moro afirmou que Bolsonaro tentou interferir politicamente na PF ao decidir demitir o agora ex-diretor-geral da corporação Maurício Valeixo.

Depois, também em pronunciamento, Bolsonaro afirmou que as declarações de Moro eram infundadas e que ele não havia tentado interferir na Polícia Federal.

Após o pronunciamento de Bolsonaro, a TV Globo cobrou de Moro provas de que as declarações tinham fundamento. O ex-ministro mostrou, então, a imagem de uma troca de mensagens entre ele e o presidente, ocorrida nesta quinta.

O contato é identificado por “presidente novíssimo”, indicando ser o número mais recente de Bolsonaro. A imagem mostra que o presidente enviou a Moro o link de uma reportagem do site “O Antagonista” segundo a qual a PF está “na cola” de dez a 12 deputados bolsonaristas.

O presidente, então, escreveu: “Mais um motivo para a troca”, se referindo à mudança na direção da Polícia Federal.

Sergio Moro respondeu ao presidente explicando que a investigação não tinha sido pedida pelo então diretor da PF, Maurício Valeixo. Moro enviou a mensagem: “Esse inquérito é conduzido pelo ministro Alexandre, no STF”, se referindo ao ministro Alexandre de Moraes.

Moro prossegue: “Diligências por ele determinadas, quebras por ele determinadas, buscas por ele determinadas”. E finaliza: “Conversamos em seguida, às 0900”, referindo-se ao encontro que os dois teriam.

G1 via Blog do BG


Moro teria conversas tidas com Bolsonaro durante período que esteve no governo, guardadas, diz O Globo

Segundo o jornal O Globo, o agora ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro tem conversas, feitas por mensagens de texto e áudio, com o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), ao longo dos quase 14 meses em que esteve no atual governo.

Durante o anúncio da sua saída da pasta, feito nesta sexta-feira (24), o ex-juiz federal comentou sobre as diversas conversas que teve com o presidente, incluindo sobre a saída de Maurício Valeixo do cargo de diretor-geral da Polícia Federal.

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Moro vai ao Twitter e rebate o presidente Bolsonaro

O ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, rebateu em sua conta no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro, afirmando que não pediu para trocar o ex-diretor da Polícia Federal, em novembro, quando fosse indicado para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal. Tal afirmação foi feito pelo presidente em pronunciamento no final da tarde desta sexta-feira (24), na presença da maioria dos seus ministros. O momento foi escolhido por Bolsonaro para rebater a fala de Moro, feita pela manhã.

O ex-ministro ainda disse que a permanência de Valeixo não foi usada como moeda de troca. Veja:

E Sérgio Moro reafirmou que não houve qualquer pedido de demissão por parte de Maurício Valeixo e que ele (Moro) só soube da exoneração do então diretor da PF, através do Diário Oficial da União. Veja:


Moro convoca entrevista coletiva e deve anunciar demissão do Ministério da Justiça

Ministro da Justiça, Sérgio Moro, vai falar com a imprensa nesta manhã – (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

G1 – Aliados do ministro da Justiça, Sergio Moro, afirmaram que ele foi pego de surpresa com a publicação, no “Diário Oficial” desta sexta-feira (24), da exoneração do delegado Maurício Valeixo, agora ex-diretor-geral da Polícia Federal. De acordo com interlocutores do ministro, Moro não gostou da decisão do presidente Jair Bolsonaro e vai anunciar sua saída do governo em entrevista coletiva marcada para as 11h na sede do ministério.

A exoneração de Valeixo, no diário, aparece assinada por Moro e Bolsonaro. Mas, segundo fontes ligadas ao ministro, o nome dele aparece por formalidade.

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Bolsonaro exonera diretor-geral da PF

O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Maurício Leite Valeixo, levado ao cargo pelo ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro foi exonerado do cargo nesta sexta-feira (24). O decreto foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e foi publicado no Diário Oficial da União.

Não há ainda um substituto para o comando da PF.

*Veja a matéria completa do G1 aqui


PGR aponta 2 deputados como suspeitos de organizar atos contra democracia, diz TV

Augusto Aras apontou os nomes de pelo menos dois deputados federais como suspeitos de organizar e financiar atos antidemocráticos realizados no último domingo (19), afirma Daniela Lima na CNN Brasil.

Segundo a repórter, os nomes, ainda não revelados, já foram enviados pelo procurador-geral da República ao STF.

A abertura de inquérito sobre as manifestações de domingo foi autorizada ontem por Alexandre de Moraes.

*O Antagonista


Moraes autoriza que PGR investigue atos contra Congresso e STF

Ministro, Alexandre de Moraes, autoriza investigação contra atos – (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)

Agência Brasil – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou hoje (21), a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), a abertura de um inquérito para manifestações que, no domingo (19), pediram a intervenção militar e o fechamento do Congresso e do próprio Supremo.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, fez o pedido ontem (20), informando que pretende apurar possíveis violações à Lei de Segurança Nacional pelos atos. O suposto envolvimento de deputados federais atrai a competência do Supremo para a investigação, justificou o PGR.

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STF: maioria vota contra aval de sindicatos para suspensão de contrato

Presidente do STF, Dias Toffoli, comandou sessão – (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Por 7 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (17) que a validade dos acordos individuais entre empresas e empregados para redução de jornada e salários não depende do aval de sindicatos. 

Os acordos estão previstos na Medida Provisória (MP) 936/2020, editada para preservar o vínculo empregatício e permitir acesso a benefícios durante os efeitos da pandemia do novo coronavírus na economia.

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Mandetta e seu desabafo a VEJA: “60 dias de batalha, já chega, né? e fico até encontrarem uma pessoa para assumir meu lugar”

Em entrevista a revista Veja, Mandetta desabafa

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, comandou na tarde desta quarta-feira, 15, mais uma entrevista coletiva diária da série iniciada há cerca de três meses em razão da pandemia do novo coronavírus. O tom de despedida e o balanço feito por ele e seus dois principais auxiliares — o secretário-executivo João Gabbardo e o secretário de Vigilância e Saúde, Wanderson de Oliveira — levam a crer que foi a última coletiva pilotada por Mandetta.

Em um clima praticamente de confraternização, que incluiu piadas e discursos de despedidas, Mandetta confirmou que Oliveira havia pedido para sair do ministério na manhã de hoje, mas que ele não aceitou a demissão. “Entramos juntos e sairemos juntos”, referindo-se aos dois secretários. A entrevista, como sempre, ocorreu no Palácio do Planalto, um andar abaixo do gabinete do presidente Jair Bolsonaro, que ainda procura um substituto para assumir a pasta. Horas depois da coletiva, Mandetta falou a VEJA por telefone em tom de desabafo sobre sua iminente demissão. A seguir, os principais trechos da conversa:

Ministro, a sua saída está certa, pelo que o senhor falou na coletiva de hoje. Até quando o senhor fica? Fico até encontrarem uma pessoa para assumir meu lugar.

Não tem mesmo mais jeito de permanecer no governo, ministro? De permanecer no governo? Não, não. São 60 dias nessa batalha. Isso cansa!

Sessenta dias do quê? Sessenta dias tendo de medir palavras. Você conversa hoje, a pessoa entende, diz que concorda, depois muda de ideia e fala tudo diferente. Você vai, conversa, parece que está tudo acertado e, em seguida, o camarada muda o discurso de novo. Já chega, né? Já ajudamos bastante.

O senhor acredita que a política de combate à pandemia vai mudar? Não sei, mas acho que o vírus se impõe. A população se impõe. O vírus não negocia com ninguém. Não negociou com o (Donald) Trump, não vai negociar com nenhum governo.

O que o senhor vai fazer quando sair do governo? Não sei. Vou trabalhar. Tenho de ganhar o pão. Meu caçula, o Paulo, está no último da faculdade de direito na USP, em São Paulo. O Pedro, que é médico, está na residência de cirurgia geral na Santa Casa de Campo Grande, e a Marina, que é advogada e mãe do meu netinho.

Mas o senhor vai para o governo de Goiás, com o governador Ronaldo Caiado? Não, não. Não tem nada disso. Eu posso ajudar lá informalmente, como posso ajudar qualquer outro governo ou prefeitura.

Mas o senhor tem plano de sair da vida pública? Eu nunca planejei nada. A vida foi me apresentando oportunidades. Algumas eu aproveitei, outras não.

O senhor pretende ser governador de Mato Grosso do Sul ou de Goiás, como tem sido especulado recentemente? Como ser governador? A eleição é só em 2022! Até lá tem muita coisa para acontecer. Agora tenho de trabalhar, ganhar o pão. Tenho meus filhos na faculdade ainda, tenho um netinho.

E a carreira parlamentar, o senhor pretende retomar? Não. Já passei oito anos lá e já não queria concorrer na segunda eleição. Já foi o suficiente.

O senhor se arrependeu de ter entrado no governo Bolsonaro? Não. De jeito nenhum. Não me arrependo de nada.

Estar à frente do ministério da Saúde nesse momento de pandemia foi o maior desafio que o senhor já enfrentou? Não, já passei por desafios piores. Ir para os Estados Unidos, deixando a mulher e dois filhos pequenos para estudar, foi mais desafiador.

O senhor sabe quem vai substituí-lo? Não, não sei. Mas nós vamos ajudar quem entrar, se quiser nossa ajuda. A gente tem compromisso com o país. Aqui é tudo marinheiro antigo, não tem principiante, ninguém vai torcer contra.

VEJA


Aldeias Infantis SOS lança Campanha Nacional no Brasil

As Aldeias Infantis SOS lançou esta semana, no Brasil, a Campanha Nacional #SOSPrecisamosContinuar, voltada para a captação de recursos, financeiros e materiais, neste momento de emergência. Na imagem acima você poderá ter um preview da identidade da Campanha, que será veiculada em nosso site e redes sociais.

Para dar suporte a campanha, foi criado também uma página que reúne conteúdos sobre como a Organização está enfrentando os desafios da Covid-19, dicas de prevenção e orientações para viver, da melhor maneira possível, o isolamento social em família.

“Neste momento de Pandemia em que estamos passando, precisamos, ainda mais, da colaboração e compreensão dos brasileiros. Aqui em Caicó, por exemplo, temos muitas famílias em situação de extrema vulnerabilidade que precisa da ajuda das pessoas. Por isso, contamos com a sua ajuda para oferecermos dignidade nesse momento de crise humanitária”, destacou Santiago Júnior, gestor das Aldeias Infantis SOS no RN.

Em Caicó, faça sua doação através do seguinte endereço eletrônico: doe.aldeiasinfantis.org.br/caico

Você pode conferir todo o conteúdo por meio deste link: https://www.aldeiasinfantis.org.br/coronavirus

Confira o Texto oficial da Campanha:

#SOSPrecisamosContinuar

A Aldeias Infantis tem como missão garantir um futuro digno para milhares de crianças e adolescentes em todo o mundo e sabe da importância fundamental das famílias para o pleno desenvolvimento desses jovens. Mas neste momento o futuro não pode esperar!

O que se apresenta diante dessas famílias hoje é uma Emergência Social. E nós não podemos deixá-las desamparadas. Um grande número de vidas está em risco e, por isso, precisamos dar uma resposta rápida e eficaz.

Para poder agir rapidamente, estamos criando o Fundo de Emergência Humanitária, em uma campanha nacional para arrecadação de recursos financeiros e materiais. Desde o dia 20 de março, as doações recolhidas nas ruas, que representavam 85% dos recursos doados para a Aldeias Infantis SOS Brasil, foram paralisadas. Mas acreditamos no poder da solidariedade e confiamos no apoio da sociedade brasileira neste momento de adversidade.

Por isso, ​​queremos ampliar nosso atendimento e apoiar outras milhares de famílias vulneráveis, nas 31 localidades em que atuamos no país. ​Mas para isso dependemos da sua ajuda, pois a quantidade de famílias atendidas dependerá exclusivamente da quantidade de recursos arrecadados.

Além do suporte psicossocial, precisamos levar ajuda humanitária a essas famílias. E isso inclui assistência material como cestas básicas, kits de higiene e uma série de outras ações que garantam a sobrevivência das populações mais atingidas pela crise do coronavírus.

Nossos profissionais têm, ainda, a necessidade urgente de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para continuar prestando atendimento dentro dessas comunidades, sem oferecer riscos para eles e para essa população extremamente vulnerável.

O Fundo de Emergência Humanitária vai garantir também a manutenção dos projetos já em curso, como o acolhimento de mais de 500 crianças e adolescentes em nossas 59 Casas Lares de norte a sul do país, e a continuidade do apoio às mais de 2 mil famílias já atendidas pela organização, incluindo as venezuelanas em refúgio. Contamos com vocês para superarmos essa crise. #SOSPrecisamosContinuarMais do que nunca, é hora de nos unirmos, use a #SOSPrecisamosContinuar, compartilhe as publicações e nos ajude a chegar ainda mais longe.

#VaiFicarTudoBem #FicaEmCasa