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Nordeste tem previsão de chuvas fortes nesta quinta (23)

A previsão do tempo para esta quinta-feira (23), na região Nordeste, é de tempo nublado a encoberto com pancadas de chuva e trovoadas no Maranhão, Sergipe, Alagoas e Bahia. Céu nublado a parcialmente nublado com pancadas de chuva nas demais áreas da região.

A mínima prevista é de 15°C e a máxima de 37ºC. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia, o INMET.



Inmet lança novo alerta de chuva intensa com ‘perigo potencial’ em 133 municípios do RN

Do G1/RN – O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de chuvas intensas, com perigo potencial, em 133 municípios do Rio Grande do Norte – a capital Natal não está entre eles. O alerta é válido das 16h05 desta terça-feira (21) até as 9h da quarta-feira (22).

De acordo com o Inmet, as chuvas terão entre 20 e 30 milímetros por hora ou até até 50 milímetros por dia. Além disso, os ventos serão intensos, atingindo de 40 a 60 km/h.

O instituto aponta que há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos ou descargas elétricas.

Algumas instruções são dadas pelo Imnet. Em caso de rajadas de vento, o ideal é não se abrigar debaixo de árvores, pois há há leve risco de queda e descargas elétricas, e não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Além disso, é recomendados evitar usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

O grau de severidade dado é “perigo potencial”, o segundo numa escala de quatro (em que o quarto é de “grande perigo). O alerta é direcionado, além do RN, a municípios dos estados da Paraíba, Pernambuco, Piauí e Bahia.

As chuvas tem causado transtornos em alguns bairros de Natal, mas também tem contribuído para aumentar o nível dos reservatórios do estado. O açude Gargalheiras, por exemplo, que estava seco, subiu seu nível para 7% segundo relatório do Instituto de Gestão de Águas do RN (Igarn).



Reunião climática confirma inverno chuvoso para o RN

Uma nova reunião climática realizada durante toda esta terça-feira (21) confirmou a previsão de chuvas de fevereiro a maio com características  normal e até acima do normal para o Rio Grande do Norte neste ano. A previsão está de acordo com a análise feita na semana passada pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn).

O encontro, por videoconferência com meteorologistas, pesquisadores e especialistas da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), aconteceu durante todo o dia e o Chefe da Unidade de Meteorologia da Emparn, Gilmar Bristot, repercutiu o assunto.

O que foi apresentado na Funceme é que eles apresentaram mais modelos e deu para constatar claramente que, 99% dos modelos mostravam aquilo que nós definimos: a chuva no Nordeste de fevereiro a maio deverá ficar de normal a acima do normal”, aponta Gilmar.

O Estado já vem registrando boas chuvas nos primeiros dias de 2020. Dados da Emparn mostram que, até o dia 15 de janeiro, o número de precipitações registradas no Estado foi 104,4% maior que o mesmo período do ano passado.

*Veja a notícia completa da Tribuna do Norte, aqui



Prognóstico indica 45% de probabilidade de chuvas acima da média no Ceará entre fevereiro e abril

Meteorologistas se reuniram na Funceme em Fortaleza

A esperança do cearense de ter boas chuvas entre os meses de fevereiro e abril deste ano pode se tornar realidade caso se confirme o prognóstico da Fundação Cearense de Meteorologia (Funceme), divulgado nesta terça-feira (21) pelo Governo do Ceará, no Palácio da Abolição. De acordo com o estudo feito pela instituição, o estado tem 45% de chance de receber chuvas acima da média para o trimestre. Já a probabilidade das precipitações ficarem em torno da média é de 35% e de ficar abaixo da média é de 20%.

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Previsão da Emparn aponta para inverno em condições normais a acima do normal

A previsão de chuvas no Rio Grande do Norte para 2020 é de precipitações dentro do normal ou acima do normal, segundo prognósticos iniciais da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn). Após seis anos de seca, entre 2012 e 2017, o Rio Grande do Norte pode ter seu terceiro ano consecutivo com boas chuvas na quadra chuvosa. As águas que caíram no Estado em 2019, por exemplo, foram as melhores dos últimos sete anos.

Em reunião realizada na tarde desta quinta-feira (16), na sede da Emparn, em Parnamirim, o chefe de Unidade de Meteorologia, Gilmar Bristot, fez avaliações do resfriamento dos oceanos Pacífico e Atlântico, que contribuem para a chegada de chuvas no semiárido do Nordeste. O parecer inicial é positivo.

Se nós tivermos o desenvolvimento das chuvas que estamos prevendo, normal, acima do normal,  poderemos ter uma recuperação sensível dos reservatórios. Em 2019 estávamos trabalhando com percentual de 40 a 45% e chegamos a 35%. Este ano vamos trabalhar com 50% e esperamos chegar a 40% do manancial do Estado“, revela Gilmar Bristot. O Rio Grande do Norte é 93% caracterizado como semiárido.

A média de chuvas no Estado deve variar, a partir das previsões iniciais, entre 800 a 1.200 mm no inverno. Em 2019, por exemplo, essa média ficou entre 830 milímetros, segundo a Emparn.

Esperamos que as chuvas, dependendo da região, no concentrado dos meses até maio, em torno de 800 a 1.200mm, a depender da região. A média do Estado ficou entre 830mm”, disse.

*Leia a notícia completa da Trbuna do Norte, aqui




Na virada do ano, cidades do RN tiveram chuva de mais de 100 milímetros

Na virada do ano foram registradas chuvas em diversos municípios do Rio Grande do Norte. No oeste do estado, os registros foram maiores que 100 milímetros.

Confira alguns dados:

  • Alexandria – 100mm
  • José da Penha – 70mm
  • Viçosa – 55mm 
  • Riacho da Cruz – 50mm
  • Encanto – 27mm
  • Luis Gomes – 120mm
  • Marcelino Vieira – 45mm
  • Severiano Melo – 120mm
  • Portalegre – 150mm
  • Encanto – 24mm
  • Rodolfo Fernandes – 60mm
  • Taboleiro Grande – 60mm
  • Catolé do Rocha – 40mm


Primavera tem previsão de temperatura elevada

Gráfico mostra as temperaturas em Outubro 2019

A estação da primavera no Hemisfério Sul do planeta começou neste domingo (22), às 04h50 e termina no dia 21 de dezembro às 8h02, quando começa o verão. De acordo com a Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), a primavera representa o início do período mais quente no Hemisfério Sul.

Os dias ficarão mais longos do que as noites, as temperaturas aumentarão e o vento na costa leste do Nordeste tende a diminuir com o enfraquecimento do centro de Alta Pressão do Atlântico Sul. Quanto às chuvas, a estação é a mais seca do ano. Os valores são baixos, tanto no litoral como no interior.

O meteorologista Gilmar Bristot, destaca que “no início da primavera as condições climáticas não terão mudanças significativas aqui no Rio Grande do Norte, pois em todas as regiões, a variável que define o clima, a chuva, praticamente estará ausente, uma vez, que está época do ano e o período de estiagem. As temperaturas máximas e mínimas irão aumentando com o passar dos dias até atingirem os maiores valores durante o mês de outubro. Ao contrário a umidade relativa do ar, nas regiões do interior, apresentarão os menores valores, em média abaixo de 50%, atingindo concentrações ainda menores em determinados horários do dia, por exemplo no período da tarde, onde a temperatura atinge valores máximos e a umidade do ar valores mínimos”.

No aspecto global, segundo Bristot, quando se analisa a presença de algum fenômeno climático ou meteorológico que possa ocasionar alguma mudança no comportamento do clima, evidencia-se o início do resfriamento do Oceano Pacífico Tropical, significando que a estação de primavera irá ocorrer sob condições normais na circulação atmosférica dos ventos. Quanto ao comportamento do Oceano Pacífico, está em fase de transição da fase quente da oscilação sul (El Niño) para uma fase mais fria, e para a primavera (próximos três meses), predominará uma condição de neutralidade no Oceano Pacífico Equatorial.



Análise inicial de chuvas para 2020 é animadora

Gilmar Bristot fez palestra com previsões para o inverno de 2020

Com base em informações da agência de meteorologia dos Estados Unidos e de análises dos sistemas meteorológicos, mesmo ainda distante para uma definição sobre as chuvas em 2020, o Chefe da Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), Gilmar Bristot, revelou que as condições atmosféricas no momento indicam que o semiárido nordestino poderá registrar ano que vem mais um ano de chuvas. Ele anunciou pela primeira vez a previsão para próximo ano em palestra no II Encontro Estadual de Comitês de Bacia Hidrográfica (ECOB II), no auditório do curso de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Ao abordar o tema “Previsão Climática para 2020 – Primeiras Observações Visando a Segurança Hídrica”, o meteorologista da EMPARN fez um histórico dos períodos mais secos e mais chuvosos no Rio Grande do Norte e no Nordeste destacando a ligação direta com os anos de maior ou menor atividade solar com o aquecimento ou resfriamento dos oceanos Pacífico Equatorial e Atlântico Norte e Sul.

O sol em atividade solar, quando no máximo, emite mais energia para o universo e essa energia é armazenada e transformada em calor pelos oceanos, podem influenciar na formação do Fenômeno El Niño no Oceano Pacífico, o que colabora com estiagens no Nordeste. O comportamento da atividade solar é cíclico, apresentando máximos e mínimos de atividade e como consequência ocorrem períodos secos como o que ocorreu entre os anos de 2012 a 2017 e anos chuvosas como foi o caso de 20o8 e 2009”, explicou.

Na análise dos meteorologistas, segundo Bristot, esse ciclo mais úmido iniciado em 2018 poderá se estender até 2022, como mostram estudos preliminares da Nasa com referência ao comportamento da atividade solar que está no seu mínimo e deverá continuar nos próximos 3 anos.

O evento, promovido pelo Fórum Potiguar de Comitês de Bacias Hidrográficas, conta com o apoio do Governo do RN, por meio da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) e do Instituto de Gestão das Águas do Estado do Rio Grande do Norte (Igarn).



Julho de 2019 foi o mês mais quente da história, diz agência americana

Agência Brasil – O mês de julho foi o mais quente no planeta nos últimos 140 anos, informou ontem (15) a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA na sigla em inglês).

Os dados da agência americana confirmam conclusões divulgadas no início do mês pelo serviço europeu Copernicus sobre mudança climática, que também havia apontado julho deste ano como o mês mais quente já registrado.

Segundo os cientistas da instituição americana, durante o mês de julho a média global das temperaturas foi 0,95°C superior à média de todo o século 20, que foi 15,77°C, o que torna julho de 2019 o mês mais quente nos registros da agência, que começaram em 1880.

No relatório, a NOAA lembrou que nove dos dez meses de julho mais quentes da história foram registrados desde 2005, sendo os dos últimos cinco anos os que tiveram as maiores temperaturas.



Nordeste tem chuva esparsa neste domingo (11)

Neste domingo (11), o Nordeste terá tempo nublado a encoberto com chuva esparsa no nordeste, leste e sul da Bahia, leste de Sergipe, e de Alagoas, litoral de Pernambuco e leste da Paraíba e do Rio Grande do Norte. Nos litorais norte e nordeste do Ceará, há a possibilidade de chuva isolada. No Maranhão e no Piauí, varia de parcialmente nublado a nublado.

Os termômetros registram mínima de 10°C e máxima de 37°C. Já a umidade relativa do ar permanece entre 20% e 95%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia, o INMET.



Marinha emite novo aviso de ressaca no mar entre entre a Bahia e o Rio Grande do Norte

A Marinha do Brasil, por meio do Centro de Hidrografia divulgou nesta quarta-feira (24), um novo boletim informativo dando conta da persistência de um sistema de alta pressão atmosférica  que indica condições favoráveis à ocorrência de ressaca com ondas que podem atingir alturas entre 2,5 e 3,0 metros entre o litoral dos estados da Bahia, ao norte de Ilhéus (BA) e do Rio Grande do Norte, ao sul de Touros (RN), até o dia 26 pela manhã.

A Marinha do Brasil mantém todos os avisos de mau tempo em vigor no endereço eletrônico https://www.marinha.mil.br/chm/dados-do-smm-avisos-de-mau-tempo/avisos-de-mau-tempo

As informações meteorológicas podem ser visualizadas na página do Serviço Meteorológico Marinho no Facebook, no link: https://www.facebook.com/servicometeorologicomb/, e por meio do aplicativo “Boletim ao Mar”, disponível para download na internet, tanto para o sistema Android quanto para iOS, desenvolvido em parceria entre a Marinha do Brasil e o Instituto Rumo ao Mar (RUMAR).

Alerta-se aos navegantes que consultem essas informações antes de se fazerem ao mar.



Junho registra chuvas abaixo do esperado

A análise pluviométrica do Rio Grande do Norte, feita pela equipe da Unidade Instrumental de Meteorologia da Emparn, registra queda de 31,8% de chuvas em relação a média histórica do Estado. A análise revelou a predominância de valores de chuva acumulada acima de 50 mm apenas nas regiões Agreste e Leste.

A irregularidade da chuva ocorrida na Região Agreste, comprometeu de forma definitiva na recarga hídrica dos mananciais da região, pois é o segundo ano consecutivo em que as chuvas ficaram abaixo do normal para o mês de junho. No caso da Região Leste, as poucas chuvas que ocorreram não favoreceu a recarga efetiva da Lagoa do Bonfim, principal fonte de abastecimento de água para vários município do Agreste”, destacou Chefe da Unidade Gilmar Bristot.

A expectativa da EMPARN era de que, devido a influência da região oceânica, as chuvas continuassem a ocorrer nas mesoreregiões leste e agreste do RN, já que climatologicamente, no mês de junho, chove pouco no interior do estado.

Neste ano observou-se uma redução na chuva de modo generalizado, tanto no interior do RN como na faixa leste, apresentando valores abaixo do esperado”, disse Bristot.



Chuvas do RN ficaram acima da média no período de janeiro a maio de 2019

As chuvas registradas no período de janeiro a maio de 2019, no semiárido potiguar, de acordo com a análise pluviométrica do Rio Grande do Norte, elaborada pela Gerência de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) ficaram acima da média, em 12,1%, em relação aos últimos sete anos. “A chuva esperada para o período era de 587mm, enquanto que a registrada foi de 658 mm. A média climatológica utilizada neste estudo, refere-se aos postos pluviométricos com mais de 30 anos de dados no período de 1963 a 2007”, salienta o meteorologista, Gilmar Bristot.

As análises apontam que as chuvas ocorridas neste período no Estado, foram ocasionas pela atuação de vários sistemas meteorológicos, sendo os principais os Vórtices Ciclônicos de Ar Superior (VACS) e a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). As condições térmico/dinâmicas das águas superficiais do Oceano Atlântico, mais aquecidas na parte Sul e mais frias do que o normal na bacia Norte também foram fatores que influenciaram diretamente na ocorrência delas.

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Chuvas devem voltar em Junho, diz Emparn

No mês de junho, lembra o meteorologista da EMPARN, Gilmar Bristot, “tem-se o início do período seco no interior do Estado, devido ao afastamento da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). As chuvas mais significativas ficam restritas as regiões Leste e Agreste, ocasionadas pelos sistemas meteorológicos de origem oceânicos (pulsos de leste e sistemas de brisa)”.

As atuais condições oceânicas/atmosféricas mostram um enfraquecimento do Fenômeno El Niño no Oceano Pacífico e com tendência de normalidade para os próximos meses.

Esse comportamento, El Niño fraco no oceano Pacífico, associado a uma melhora nos campos da pressão atmosférica e vento na superfície do Oceano Atlântico Sul, indicam que as chuvas deverão normalizar durante a segunda quinzena do mês de junho, com índices pluviométricos que deverão variar entre 30 milímetros (mm) a 50mm no interior, de 50 a 150mm no Agreste e de 150 a 250mm no Litoral Leste.