Julho de 2019 foi o mês mais quente da história, diz agência americana

Agência Brasil – O mês de julho foi o mais quente no planeta nos últimos 140 anos, informou ontem (15) a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA na sigla em inglês).

Os dados da agência americana confirmam conclusões divulgadas no início do mês pelo serviço europeu Copernicus sobre mudança climática, que também havia apontado julho deste ano como o mês mais quente já registrado.

Segundo os cientistas da instituição americana, durante o mês de julho a média global das temperaturas foi 0,95°C superior à média de todo o século 20, que foi 15,77°C, o que torna julho de 2019 o mês mais quente nos registros da agência, que começaram em 1880.

No relatório, a NOAA lembrou que nove dos dez meses de julho mais quentes da história foram registrados desde 2005, sendo os dos últimos cinco anos os que tiveram as maiores temperaturas.



Nordeste tem chuva esparsa neste domingo (11)

Neste domingo (11), o Nordeste terá tempo nublado a encoberto com chuva esparsa no nordeste, leste e sul da Bahia, leste de Sergipe, e de Alagoas, litoral de Pernambuco e leste da Paraíba e do Rio Grande do Norte. Nos litorais norte e nordeste do Ceará, há a possibilidade de chuva isolada. No Maranhão e no Piauí, varia de parcialmente nublado a nublado.

Os termômetros registram mínima de 10°C e máxima de 37°C. Já a umidade relativa do ar permanece entre 20% e 95%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia, o INMET.



Marinha emite novo aviso de ressaca no mar entre entre a Bahia e o Rio Grande do Norte

A Marinha do Brasil, por meio do Centro de Hidrografia divulgou nesta quarta-feira (24), um novo boletim informativo dando conta da persistência de um sistema de alta pressão atmosférica  que indica condições favoráveis à ocorrência de ressaca com ondas que podem atingir alturas entre 2,5 e 3,0 metros entre o litoral dos estados da Bahia, ao norte de Ilhéus (BA) e do Rio Grande do Norte, ao sul de Touros (RN), até o dia 26 pela manhã.

A Marinha do Brasil mantém todos os avisos de mau tempo em vigor no endereço eletrônico https://www.marinha.mil.br/chm/dados-do-smm-avisos-de-mau-tempo/avisos-de-mau-tempo

As informações meteorológicas podem ser visualizadas na página do Serviço Meteorológico Marinho no Facebook, no link: https://www.facebook.com/servicometeorologicomb/, e por meio do aplicativo “Boletim ao Mar”, disponível para download na internet, tanto para o sistema Android quanto para iOS, desenvolvido em parceria entre a Marinha do Brasil e o Instituto Rumo ao Mar (RUMAR).

Alerta-se aos navegantes que consultem essas informações antes de se fazerem ao mar.



Junho registra chuvas abaixo do esperado

A análise pluviométrica do Rio Grande do Norte, feita pela equipe da Unidade Instrumental de Meteorologia da Emparn, registra queda de 31,8% de chuvas em relação a média histórica do Estado. A análise revelou a predominância de valores de chuva acumulada acima de 50 mm apenas nas regiões Agreste e Leste.

A irregularidade da chuva ocorrida na Região Agreste, comprometeu de forma definitiva na recarga hídrica dos mananciais da região, pois é o segundo ano consecutivo em que as chuvas ficaram abaixo do normal para o mês de junho. No caso da Região Leste, as poucas chuvas que ocorreram não favoreceu a recarga efetiva da Lagoa do Bonfim, principal fonte de abastecimento de água para vários município do Agreste”, destacou Chefe da Unidade Gilmar Bristot.

A expectativa da EMPARN era de que, devido a influência da região oceânica, as chuvas continuassem a ocorrer nas mesoreregiões leste e agreste do RN, já que climatologicamente, no mês de junho, chove pouco no interior do estado.

Neste ano observou-se uma redução na chuva de modo generalizado, tanto no interior do RN como na faixa leste, apresentando valores abaixo do esperado”, disse Bristot.



Chuvas do RN ficaram acima da média no período de janeiro a maio de 2019

As chuvas registradas no período de janeiro a maio de 2019, no semiárido potiguar, de acordo com a análise pluviométrica do Rio Grande do Norte, elaborada pela Gerência de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) ficaram acima da média, em 12,1%, em relação aos últimos sete anos. “A chuva esperada para o período era de 587mm, enquanto que a registrada foi de 658 mm. A média climatológica utilizada neste estudo, refere-se aos postos pluviométricos com mais de 30 anos de dados no período de 1963 a 2007”, salienta o meteorologista, Gilmar Bristot.

As análises apontam que as chuvas ocorridas neste período no Estado, foram ocasionas pela atuação de vários sistemas meteorológicos, sendo os principais os Vórtices Ciclônicos de Ar Superior (VACS) e a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). As condições térmico/dinâmicas das águas superficiais do Oceano Atlântico, mais aquecidas na parte Sul e mais frias do que o normal na bacia Norte também foram fatores que influenciaram diretamente na ocorrência delas.

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Chuvas devem voltar em Junho, diz Emparn

No mês de junho, lembra o meteorologista da EMPARN, Gilmar Bristot, “tem-se o início do período seco no interior do Estado, devido ao afastamento da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). As chuvas mais significativas ficam restritas as regiões Leste e Agreste, ocasionadas pelos sistemas meteorológicos de origem oceânicos (pulsos de leste e sistemas de brisa)”.

As atuais condições oceânicas/atmosféricas mostram um enfraquecimento do Fenômeno El Niño no Oceano Pacífico e com tendência de normalidade para os próximos meses.

Esse comportamento, El Niño fraco no oceano Pacífico, associado a uma melhora nos campos da pressão atmosférica e vento na superfície do Oceano Atlântico Sul, indicam que as chuvas deverão normalizar durante a segunda quinzena do mês de junho, com índices pluviométricos que deverão variar entre 30 milímetros (mm) a 50mm no interior, de 50 a 150mm no Agreste e de 150 a 250mm no Litoral Leste.



Maio tem chuvas abaixo da média no RN

A análise das chuvas ocorridas no mês de maio de 2019, divulgada hoje pela Gerência de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), registra que neste ano, maio apresentou um melhor comportamento quando comparado com o mesmo mês dos últimos anos. Mesmo assim, neste ano o cenário apresenta um desvio negativo de -12,5% em relação a sua climatologia. O sistema meteorológico Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) influenciado pelas boas condições  térmico/dinâmicas das águas superficiais do Oceano Atlântico Sul e atrapalhado pelo Fenômeno El Niño, foi o responsável pela ocorrência das chuvas no Estado, destaca Gerente de Meteorologia, Gilmar Bristot.

Chuvas foram insuficientes para acumular água em reservatórios

A intensificação do fenômeno El Niño (Oceano Pacífico), ocorrida durante o final de março e início de abril, causou bloqueios atmosféricos parciais sobre a Região Nordeste que prejudicaram a ocorrência de chuvas de maneira normal. A influência do fenômeno El Niño comprometeu a ocorrência de chuvas no RN principalmente na Região Oeste, exceto na Serra de Martins, grandes áreas da Região Central, com exceção em alguns municípios do Seridó e Serra de Santana, a Região do Agreste exceto alguns municípios da Baixa Verde e Agreste e no Litoral Leste, atingindo principalmente o Litoral Sul.

Os maiores índices acumulados em maio ocorreram no Litoral Leste, enquanto que a Região Oeste apresentou os maiores desvios negativos (-24,8%). No Estado como um todo, eram esperados valores acumulados próximos de 108,7mm e a chuva observada ficou em 95,2 mm, resultando um desvio percentual negativo de -12,5%. A média climatológica utilizada no levantamento refere-se aos Postos Pluviométricos com mais de 30 anos de dados no período de 1963 a 2007.



Neste domingo (19), a previsão é de sol intenso na região Nordeste

O sol aparece forte e faz calor em todas as áreas da região Nordeste, neste domingo (19). A previsão indica pancadas de chuva com raios entre a tarde e a noite em áreas isoladas.

Na costa leste, entre o Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, a chuva é fraca e passageira.

A temperatura mínima na região vai ser de 16ºC e a máxima de 36ºC. Já a umidade relativa do ar fica entre 35% e 95%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia, o INMET.



Nas últimas 24hs, Partalegre/RN teve chuva de 218 milímetros

Mario chuva das últimas 24 horas aconteceu em Portalegre/RN

A maior chuva registrada na região oeste do estado do Rio Grande do Norte, entre terça (14) e esta quarta (15), foi na cidade de Portalegre. Lá, choveu 218 milímetros. A informação é da Empresa de Pesquisa Agropecuária – Emparn.

Confira AQUI todos os registros de chuvas divulgados pelo órgão nesta manhã.



Primeira semana de Abril é de chuva no Nordeste

Pouca coisa muda na região Nordeste nesta primeira semana de Abril. Ainda há previsão de muita chuva nas regiões que já vem sendo atingidas por altos acumulados.

Ao leste do Maranhão, na metade norte do Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, além do extremo norte da Bahia ainda são esperados os maiores volumes, sustentados pela ZCIT e ventos em altos níveis da atmosfera. As demais áreas ficam com condições para pancadas de chuva fracas e isoladas.

Nesta terça-feira (02), os volumes de chuva diminuem em alguns pontos da região, porém a chuva mais volumosa ainda atinge a metade norte do Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. Há chance para tempestades acompanhadas de descargas elétricas e trovões entre Piau e Pernambuco.

A chuva continua espalhada por toda a região Nordeste no decorrer da semana, com os maiores acumulados concentrados na faixa norte da região. Apenas o sul da Bahia é que há condição para tempo seco e sem risco para temporais. Como os acumulados dos últimos dias estão elevados, não se descartam transtornos causados na faixa norte da região.

Para os próximos dias, a chuva continua espalhada pela região, com acumulados significativos se concentrando no norte da região.



Bombeiros são acionados para atender ocorrência de afogamento na Barragem de Oiticica

O Corpo de Bombeiros de Caicó recebeu um chamado por volta das 12hs14min deste domingo (31), dando conta de um afogamento na sangria da Barragem de Oiticica na zona rural da cidade de Jucurutu/RN.

De acordo com as primeiras informações, um homem ainda não identificado que seria da cidade de Florânia estaria tomando banho com outras pessoas e passou a pedir socorro. Os amigos ainda tentaram salvá-lo, mas, ele desapareceu na água.

O local é visitado por centenas de pessoas todos os finais de semana por causa do transbordamento da água na barragem que ainda está em construção.

*Aguardem novas informações…



Zona rural de Caicó com chuva de mais de 100mm

Os ouvintes da Rádio 95Fm de Caicó, informaram alguns registros de chuvas nas últimas 24 horas.

Confira:

Sitio Vida Nova (Timbaúba dos Batistas) – 90mm
Rua Itans, Bairro Paraíba – 105mm
Bairro Paraíba – 90mm
Conjunto Vital Galdino em São Fernando – 62,5mm
Sitio Ourives (Caicó) – 80mmm
Bairro Serrote Branco (Caicó) – 80mm
Sítio São Nicolau (Caicó) – 41 milímetros

Choveu ainda na Rua Josefa Vieira, no Bairro Walfredo Gurgel, em Caicó, 120mm.



Noite de sábado e madrugada de domingo teve chuva de mais de 100mm no Nordeste

Os registros de chuvas ocorridas na tarde e noite deste sábado (30), em Caicó e região, foram os mais variados.

O CEMADEN – Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, apontou que choveu no centro de Caicó, 87 milímetros. O registro foi entre 13hs do sábado, dia 30 e 1 hora da manhã deste domingo, dia 31.

Outras cidades localizadas na região Nordeste, tiveram chuvas expressivas, foi o caso de Patos/PB, aonde choveu 107 milímetros, no Bairro Liberdade.

Em Brejinho, no sertão pernambucano, a chuva foi de 147,84 milímetros.

Na cidade de Sousa/PB, a chuva foi de 92,40 milímetros.

O município pernambucano de Casinha, teve registro de chuva de 91 milímetros.



Volume acumulado de chuvas no mês de fevereiro, ficou 31% acima da média para o Estado

As chuvas ocorridas em fevereiro de 2019 no Estado, foram devido a atuação do sistema meteorológico Vórtice Ciclônico de Ar Superior (VCANS), juntamente com a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). Observou-se uma melhor distribuição espacial e temporal das chuvas em relação ao mês anterior, quando observou-se falta de chuva nas regiões Leste e Agreste.

Os maiores índices pluviométricos médios foram observados na Região do Agreste, seguido pelo Litoral Leste e somente um pequeno desvio percentual negativo médio foi observado na Mesorregião Oeste, mas muito próximo da normalidade. No geral, quando se assume o Estado como um todo o desvio percentual ficou em 31,8% acima da chuva esperada para o mês, isso quer dizer que choveu 31% acima média do mês de fevereiro.

MesorregiãoChuva Obs. Fev/19 (mm)Chuva Esperada Fev (mm)Desvio Obs.  (%)
Oeste116,2116,5-0,2
Central105,293,312,8
Agreste116,469,667,2
Leste136,192,247,6
Estado118,592,931,8



Meteorologistas do Nordeste participam de Reunião de Análise Climática para o Semiárido em Natal

Reunião acontece na sede da Emparn em Parnamirim

Está acontecendo no auditório da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), a II Reunião de Análise Climática para o Semiárido do Nordeste Brasileiro, com a participação de representantes dos estados da Paraíba, Bahia e Pernambuco, da Ufersa e do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos Cptec/Inpe, de São Paulo. Também houve a participação de outros meteorologistas por meio de videoconferência. A previsão que vai ser anunciada nesta sexta-feira (22), refere-se ao período de março a maio, período chuvoso no semiárido nordestino. No Rio Grande do Norte,  92% do seu território é semiárido.

Na abertura, o diretor-presidente da EMPARN, Rodrigo Maranhão, deu as boas-vindas aos meteorologistas desejando um bom trabalho e um resultado positivo para a confirmação de um bom inverno. Em seguida, o gerente de Meteorologia da empresa de pesquisa, Gilmar Bristot, também deu as boas-vindas e agradeceu a presença dos meteorologistas das outras instituições, e em seguida cada meteorologista apresentou o modelo meteorológico de seu centro de previsão do tempo. No período da tarde, a reunião foi retomada com a apresentação do meteorologista e pesquisador do Cptec/Inpe, Caio Coelho, que destacou um estudo que vem sendo realizado há 3 anos, sobre a influência dos oceanos no comportamento das chuvas, principalmente na região Nordeste.

A primeira reunião de análise climática aconteceu em Fortaleza/CE, no mês de janeiro, com previsão de chuvas na média e acima da média, para o semiárido potiguar. A reunião foi iniciada com o anúncio de como vai ser o período chuvoso em cada estado nordestino.