Estado Islâmico reivindica autoria do atentado em Londres

ABr – O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) assumiu a autoria do atentado cometido no centro de Londres neste sábado (4), que deixou sete mortos e 48 feridos, informou a emissora britânica BBC. Segundo a Amaq, agência ligada ao grupo terrorista, o EI confirmou que “uma unidade de segurança de combatentes do Estado Islâmico realizou o atentado de ontem” (3).

Entre as vítimas, as 21 pessoas que permanecem internadas em cinco hospitais de Londres se encontram em “estado crítico”. O ataque começou com um furgão que atropelou vários pedestres na London Bridge, do qual posteriormente saíram três homens com facas que atacaram indiscriminadamente várias pessoas no Borough Market, bem próximo à ponte.

Esses três suspeitos foram mortos pelas autoridades policiais ainda na noite de sábado.



Whatsapp fica instável no Brasil; empresa não explicou motivo

Whatsapp ficou instável em diversos países nesta quarta-feira

Da Agência Brasil – O aplicativo de troca de mensagens Whatsapp ficou instável no Brasil no fim da tarde de hoje (3). A empresa não informou o motivo do apagão, mas disse que está “ciente do problema e trabalhando para corrigi-lo o mais rápido possível”.

A assessoria de imprensa do WhatsApp disse que há registro de problemas em alguns países, além do Brasil, mas não informou quais. Nas redes sociais, foram postados vários relatos de dificuldades para acesso ao aplicativo, que tem mais de 100 milhões de usuários no país.

O Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) informou que a instabilidade não ocorreu por problema com as prestadoras. No início da noite, o aplicativo voltou a funcionar para alguns usuários no Brasil.

O WhatsApp já foi bloqueado algumas vezes no Brasil por determinação judicial. O bloqueio mais recente foi em julho do ano passado, quando o aplicativo ficou fora do ar por determinação da Justiça, no Rio de Janeiro, mas voltou a funcionar no mesmo dia, depois de uma decisão do Supremo Tribunal Federal.



Consumo de drogas mata cerca de meio milhão de pessoas por ano, alerta OMS

Consumo de drogas mata meio milhão de pessoas no mundo a cada ano
Consumo de drogas mata meio milhão de pessoas no mundo a cada ano

A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, alertou hoje (13) que o consumo de drogas mata cerca de 500 mil pessoas todos os anos no mundo.

“A OMS estima que o uso de drogas seja responsável por cerca de meio milhão de mortes todos os anos, mas esse número representa apenas uma pequena parte de todo o dano causado pelo problema mundial das drogas”, disse.

Durante discurso em Viena, na Áustria, Margaret destacou ainda que, em alguns aspectos, a situação está piorando, e não melhorando, já que muitos países vivenciam o que ela chamou de crise de emergência sanitária decorrente de mortes por overdose.

“Gostaríamos de ver mais usuários de drogas sendo canalizados por meio de sistemas públicos de saúde do que por meio de cortes e sistemas de justiça criminal”, apontou a entidade.

“À medida que muitos países e agências internacionais continuam a lidar com o problema das drogas e suas inúmeras dimensões, a OMS pede que as políticas sejam baseadas em evidências médicas e científicas, e não em emoções e ideologias”, concluiu.



Artigo: RECONHECER o outro na sua DIFERENÇA

Por Ronaldo Carlos (professor, músico e filósofo) – O elogio certo, à pessoa certa, no momento certo, no lugar certo, é fundamental. Por exemplo, no caso do exercício de uma missão eletiva, é um reconhecimento de que aquele ou aquela honrou o mandato delegado pelo povo, através do voto. Reconhecimento é deferência, não privilégio. No caso específico, da visibilidade do gestor ético, é o sinal da aprovação da aplicação correta dos recursos orçamentários, do zelo pelo patrimônio que é de todos, pela gestão respeitosa, executando, firmemente, as políticas públicas. Não se trata de estar formatando um salvador da pátria… o mandato é do povo.

De tantos desmandos com a coisa pública, que nos provocam múltiplos sofrimentos, fomos, aos poucos, perdendo a capacidade de reconhecer, publicamente, as pessoas honradas. Podemos cair na tentação de dizer: “ele não fez mais que sua obrigação”. Muito bem! Quem não o fez, também tinha a mesma obrigação, mas, não fez. É um problema ético e de compromisso com o povo, não com interesses escusos ou de grupos que sugam o município.

É preciso apoiar as ações que promovem a sustentabilidade e equilíbrio, mesmo entendendo que elas não são extraordinárias, mas, parte da rotina de trabalho de quem constrói um projeto político, dialogando com o povo, com as categorias profissionais, com os diversos segmentos sociais. Isso não nos despersonaliza, politicamente, é participação democrática. É como o dialogo inter-religioso. Não preciso mudar minha fé porque aceito o outro na sua diferença. Continuo com a minha! Aliás, igualdade não é homogeneidade, mas, o encontro das diferenças. Dessa forma, enxergamos a verdade do outro que, não estando no nosso “time”, contribui para a construção do grande projeto social, que envolve muitos atores e forças, com suas peculiaridades.

Quando formamos alianças, penso que dizemos: você é diferente de mim, não é do meu partido, mas, na nossa diferença, podemos construir juntos. Isso não nos diminui. Pelo contrário, a opressão, as vezes disfarçada de unanimidade, seja de onde for, desqualifica nossa luta. Aliás, a palavra lutar, no idioma iraniano, significa, resistir como uma pedra. É preciso resistir pelas boas causas e construir juntos o grande projeto social.

Finalmente, citando Frei Betto , eu diria: “Vejo-te como uma daquelas pessoas frente às quais não cabe a indiferença”. Não é a diferença que mata, mas, a indiferença!



Foto de bebê refugiado morto causa comoção internacional

Do Correio Braziliense – A foto de uma criança refugiada morta ao tentar escapar da violência de seu país provocou, mais uma vez, comoção internacional. Mohammed Shohayet, de 1 ano e 4 meses de idade, estava fugindo do Estado de Rakhine, em Mianmar, e teria morrido afogado junto com a mãe, o tio e o irmão, de 3 anos.

O pai de Mohammed, Zafor Alam, afirmou que, diante da cena, preferia ter morrido. “Não há nenhum ponto em mim vivendo neste mundo, não há motivo para viver”, disse Zafor em entrevista à CNN.

De acordo com o jornal, a família estava indo para Bangladesh quando o barco onde eles estavam naufragou.

Os muçulmanos Rohingyas de Mianmar são considerados uma das minorias mais perseguidas do mundo. O governo os vê como imigrantes bengalis, apesar de que eles vivem por gerações no Estado de Rakhine, em Mianmar.