Maior nota de corte entre os cursos de medicina do país é de Caicó

Maior nota de corte do país entre os cursos de medicina foi do campus da UFRN em Caicó

Este ano, as quatro instituições públicas de Ensino Superior do RN estão ofertando 11.750 vagas, das quais 8.580 vagas para o primeiro semestre. Além do grande número de inscritos, os candidatos se deparam com altas notas de corte ao acessar o sistema. Para estudar Medicina no campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) em Caicó, por exemplo, o estudante precisa ter marcado pelo menos 884 pontos no último Enem. A média leva em consideração as inscrições feitas até às 00h desta sexta-feira e pode sofrer alterações ao longo do dia. O curso continua apresentando a maior nota de corte do país desde a quarta-feira, quando o primeiro resultado parcial foi divulgado.

Na UFRN/Caicó, as notas altas podem ser explicadas pelo bônus de 20% atribuído a candidatos que tenham concluído o ensino fundamental e cursado todo o ensino médio em escolas privadas ou públicas nas microrregiões da Borborema Potiguar-RN, Seridó Ocidental-RN, Seridó Oriental-RN, Agreste Potiguar-RN, Angicos-RN, Serra de Santana-RN, Vale do Açu-RN, Catolé do Rocha-PB, Curimataú Ocidental-PB, Curimataú Oriental-PB, Patos-PB, Seridó Ocidental Paraibano-PB, Seridó Oriental Paraibano-PB ou Sousa-PB. A menor nota de corte parcial para os candidatos a cursos de medicina pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) é de 753,1 pontos, na Universidade Federal Rural do Semiárido, no Rio Grande do Norte.

Dentre as instituições do Rio Grande do Norte, a segunda maior média é para o curso de Direito (815,04), também no campus Caicó da UFRN. O polo universitário concentra as maiores médias do estado e do país porque tem as notas alavancadas pelo argumento de inclusão. O benefício foi criado em 2013 e garante um acréscimo de 20% nas notas de candidatos da região para incentivar que estudem no município. Em Natal, a nota mais alta continua sendo para o curso de Medicina/UFRN com 766,71 como ponto de corte.

*Fonte: Tribuna do Norte