Redome quer atingir até 250 mil novos doadores de medula óssea este ano

O Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), considerado o terceiro maior do mundo, pretende alcançar este ano entre 200 mil e 250 mil novos doadores voluntários, especialmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que apresentam características de miscigenação próprias. A ideia é priorizar doadores cuja característica genética não tem tanta representatividade no registro.

O esforço para estimular o cadastro de doadores será feito também nas áreas de fronteiras, que inclui indígenas brasileiros, com o objetivo de fazer com que o registro nacional seja interessante também para países vizinhos da América Latina e para outras nações, como Portugal, Espanha, Itália, que contribuíram para a migração no Brasil. A informação foi dada à Agência Brasil pelo coordenador do Redome, sistema criado pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) do Ministério da Saúde, Luis Fernando Bouzas.

Seguindo orientação geral para todos os registros no mundo, o Redome vai procurar também incluir doadores mais jovens no cadastro, na faixa de 18 anos a 30 anos. Além de os resultados dos transplantes com doadores nessa faixa etária serem melhores para os pacientes, mais tempo eles permanecerão cadastrados, com possibilidade de serem identificados.

Saiba tudo sobre doação de medula óssea no site do Redome acessando aqui