Maio Amarelo: campanha alerta para mortes nas estradas do país

Maior Amarelo chama a anteção para alto índice de morto e feridos no trânsito

A quinta edição da campanha Maio Amarelo foi lançada nesta semana com o intuito de chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortos e feridos no trânsito.

De acordo com o diretor do Departamento Nacional de Trânsito, Maurício Alves, quase 40 mil pessoas morrem todos os anos no trânsito das cidades e rodovias do país. “As tristes estatísticas apontam que quase 40 mil pessoas perdem as suas vidas por ano em nossas estradas. Temos quase 600 mil pessoas que são vítimas, grande parte com sequelas para toda as suas vidas, em nossas estradas. Sabemos que a quantidade de agentes, de policiais deixam muito a desejar. E só o trabalho conjunto, coeso de todos os órgãos de trânsito, fará frente a essas tristes estatísticas”.

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RIO GRANDE DO NORTE: No estado, homens bebem mais do que as mulheres antes de dirigir

Beber e depois dirigir ainda é um hábito comum entre homens e mulheres. Esse costume cresceu 32% entre 2015 e 2016. E os homens são os que mais assumem esse risco, como revela a última pesquisa Vigitel, realizada pelo Ministério da Saúde em todo o país. De acordo com os dados, no Rio Grande do Norte, 29% dos homens que responderam a pesquisa assumiram pegar o volante depois de ter consumido bebida alcoólica. Já entre as mulheres, o total foi de 10%.

Os acidentes de trânsito, motivados ou não pela bebida, são o maior motivo de atendimentos de urgência e emergência e internações no Sistema Único de Saúde. Só em 2015, o Governo Federal gastou R$ 242 milhões para internar mais de 158 mil vítimas de ocorrências graves nas ruas e estradas.

Apesar dos dados alarmantes, uma notícia boa: em 2015 o número de mortes decorrentes de episódios envolvendo álcool e direção caiu em 11%. O Ministério da Saúde acredita que além das campanhas de conscientização sobre os riscos de beber e dirigir, a lei seca e o aumento na fiscalização também contribuíram para esse resultado.  Para saber mais acesse www.saude.gov.br