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Advogado é preso ao tentar sair de penitenciária do Ceará com bilhetes para membros de facções criminosas

Um advogado foi preso ao ser flagrado saindo do presídio com quase 20 bilhetes destinados a integrantes de organizações criminosas, em Itaitinga, Região Metropolitana de Fortaleza, no início da tarde desta terça-feira (24). Alaor Patrício Junior, 25 anos, foi autuado por integrar organização criminosa e associação para fins de tráfico de drogas, informou a polícia.

O caso ocorreu por volta de 12h, quando Patrício Junior estava saindo da Casa de Privação Provisória de Liberdade Agente Elias Alves da Silva (CPPL IV), em Itaitinga, onde foi atender a internos. De acordo com Wilson Camelo, delegado titular do município, o advogado entrou com bilhetes na unidade e tentou sair de lá outros.

Bilhetes fazendo menção ao tráfico de drogas, fuga de presos, retaliação pra quem tá devendo tráfico”, disse o delegado.

*Do G1/CE – Veja a matéria completa aqui



Justiça julga nesta terça (10), o último dos mandantes da morte do radialista F. Gomes

Nesta terça-feira (10), acontece no Fórum Miguel Seabra Fagundes, em Natal, o julgamento popular do advogado caicoense, Rivaldo Dantas de Farias. Ele é último dos réus do processo da morte do radialista F. Gomes, a ser levado a júri.

O crime aconteceu em outubro de 2010. Desde então, se passaram 8 anos e 11 meses. O réu, Rivaldo Dantas, foi preso duas vezes. A primeira foi em março de 2012, quando a Polícia Civil identificou que ele foi um dos mandantes do crime. Depois, em 2019, quando foi denunciado pela advogada, Maria da Penha Batista, testemunha no processo, que disse ao Ministério Público, ter sido intimidada pelo advogado em sua própria casa.

Atualmente, ele está custodiado na sede do Comando Geral da Polícia Militar do Rio Grande do Norte.

Os demais réus, João Francisco dos Santos, o Dão, confessou que foi o autor material do crime no dia 13 de outubro de 2010, instantes antes do sepultamento de F. Gomes, acontecer. Ele está condenado a pena de 27 anos. O ex-pastor, Gilson Neudo e o comerciante, Lailson Lopes, foram condenados a 14 anos, por serem mandantes do crime. Este último ganhou o direito de recorrer em liberdade.



Advogado preso por suposto envolvimento com facção criminosa é transferido para Academia da PM

Tribuna do Norte – O advogado preso na última terça-feira (3), por suposto envolvimento com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) foi transferido da Superintendência Regional da Polícia Federal para a Academia de Polícia Militar Coronel Milton Freire, no Barro Vermelho, zona Leste de Natal. Maxsuel Deizon Freitas Gomes foi um dos alvos da Operação Extração, da Polícia Federal, que busca desarticular a cúpula do PCC no Rio Grande do Norte.

Maxsuel é apontado pela PF como suposto responsável pela comunicação e transmissão das ordens entre as lideranças do PCC no Estado. De acordo com a investigação, o advogado teve especial participação na divulgação de um “salve”  da organização criminosa em junho de 2019.



Sargento da PM é condenado a 14 anos de prisão por intermediar morte de advogado no RN

Sargento da PM foi condenado pela morte de advogado, mas, pode recorrer em liberdade – (FOTO: Heloísa Guimarães/InterTv Cabugi))

O sargento da Polícia Militar acusado de ter intermediado a morte do advogado criminalista Antônio Carlos de Souza Oliveira, crime ocorrido em maio de 2013, em Natal, foi condenado a 14 anos de prisão. O júri popular que decidiu a sentença do policial aconteceu nesta segunda-feira (2), no Fórum Miguel Seabra Fagundes, Zona Sul da capital. A condenação cabe recurso e o policial pode aguardar a finalização do processo em liberdade.

O PM Antônio Carlos Ferreira de Lima, segundo apontaram as investigações da Polícia Civil, foi o responsável por indicar quem iria executar o advogado. O policial foi condenado por homicídio duplamente qualificado.

“A defesa vai recorrer da decisão. A condenação precisa ter certeza, e aqui não há. São muitas versões. A decisão foi contrária à prova dos autos. Vamos tentar anular a decisão do júri”, adianta o advogado do policial, Edberto Smith Júnior.

Por outro lado, o Ministério Público considera justa a condenação. “A gente completou a página virada. Não vai trazer a vítima de volta, mas justiça foi feita. A gente percebe que foi uma juntada de interesses, sendo central a disputa de terras. O réu estava no centro dessa articulação e o réu usou da proximidade que tinha com a vítima pra apontar onde ela estaria“, argumenta o promotor Augusto Azevedo.

*Veja mais detalhes da notícia do G1/RN aqui



Negada liminar para revogar prisão preventiva de advogado acusado de corrupção ativa e extorsão

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça RN indeferiu pedido liminar feito pela defesa do advogado Allan Clayton Pereira de Almeida para revogar a sua prisão preventiva e impor medidas cautelares. Ele foi preso no último dia 10 de junho, em decorrência da “Operação Infiltrados”, deflagrada pelo Ministério Público Estadual. O advogado foi denunciado pelo MP pela suposta prática dos crimes de corrupção ativa, extorsão e lavagem de dinheiro em um esquema para compra de decisão judicial.

No Habeas Corpus impetrado, a defesa de Allan Clayton Pereira de Almeida alegou a ocorrência de um suposto constrangimento ilegal por parte do Juízo de Direito da 5ª Vara Criminal de Natal, que manteve a prisão preventiva do advogado.

Sustentam a ausência dos pressupostos para a decretação da prisão preventiva e para a manutenção de Allan Clayton na prisão em que se encontra, pois “não há nenhum elemento nos autos que indique uma possível turbação à ordem pública” assim como “não se tem notícias de que ele pretenda atrapalhar a instrução criminal ou se furtar à aplicação da lei penal”.

A defesa reconhece que o advogado chegou a ser preso em decorrência da “Operação Medellín”, mas que não foi sequer denunciado na respectiva ação penal, de modo que mantém a sua primariedade.



MPRN denuncia advogado preso por tentar comprar decisão no TJRN

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) denunciou à Justiça potiguar o advogado Allan Clayton Pereira de Almeida e mais três pessoas, na tarde desta sexta-feira (14). Allan Clayton foi denunciado pelos crimes de corrupção ativa, extorsão e lavagem d edinheiro. O grupo foi alvo da operação Infiltrados, deflagrada pelo MPRN na segunda-feira (10).

Segundo as investigações da operação Infiltrados, os denunciados negociaram uma decisão no âmbito do Tribunal de Justiça do RN.

O crime e os envolvidos

Segundo a investigação da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Natal, o advogado Rodrigo Fernandes de Paiva e o ex-servidor do Tribunal de Justiça do RN e ex-servidor da Assembleia Legislativa potiguar Flávio Humberto de Noronha Freire prometeram a Allan Clayton Pereira de Almeida o resultado positivo em um processo que seria relatado pelo desembargador Glauber Rego. Para isso, eles receberam a quantia de R$ 70 mil.

Em virtude de a decisão prometida não ter se concretizado, o Allan Clayton passou a extorquir os agenciadores da decisão, exigindo a devolução do dinheiro, prometendo risco à vida deles e ameaçando revelar o ocorrido e outros fatos supostamente ilícitos atribuídos a autoridades do Tribunal de Justiça.

Rodrigo Fernandes de Paiva e Flávio Humberto de Noronha Freire foram denunciados por exploração de prestígio. Além deles três, a mulher de Allan Clayton, Isabel Cristina Gorgônio de Medeiros, também foi denunciada por lavagem de dinheiro. Allan Clayton Pereira de Almeida continua preso preventivamente desde a deflagração da operação Infiltrados.



Operação do MPRN prende advogado em Natal

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou nesta segunda-feira (10) a operação Infiltrados, que investiga um grupo de pessoas que negociou uma decisão no âmbito do Tribunal de Justiça potiguar. A ação foi realizada em conjunto com as Polícias Militar e Civil, através do Núcleo Especial de Investigação Criminal (Neic).

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em quatro locais de Natal e Parnamirim, além de um mandado de prisão preventiva de um advogado.

Segundo a investigação do MPRN, um advogado com vínculo de parentesco com autoridades do Judiciário e um servidor da Assembleia Legislativa que já foi servidor do Tribunal de Justiça prometeram a um advogado ligado a uma organização criminosa o resultado de um processo que seria relatado pelo desembargador Glauber Rego.

Em virtude de a decisão prometida não ter se concretizado, o advogado passou a extorquir os agenciadores da decisão, exigindo a devolução do dinheiro, prometendo risco à vida deles e ameaçando revelar o ocorrido e outros fatos supostamente ilícitos atribuídos a autoridades do Tribunal de Justiça.

Confira os pedidos do MPRN, a reconsideração da prisão e a decisão.



Natal: Advogado é preso agredir a esposa e jogar o filho de 10 meses no chão

Um advogado foi preso em flagrante na tarde desta quarta-feira (3), em Natal, após agredir a mulher e jogar o filho de 10 meses de idade no chão, segundo a Polícia Militar. Os atos de violência teriam acontecido durante uma briga conjugal.

O homem chegou a fugir para a casa dos pais dele, levando o bebê, mas foi encontrado pela polícia. A criança foi recuperada e, com sangramento no nariz, foi levada ao hospital, onde passa por exames.

Segundo a PM, a mulher fez um chamado relatando que o marido havia agredido ela e o bebê e depois teria fugido levando o filho do casal em um táxi. A família mora em Candelária, na Zona Sul de Natal.

*Veja a notícia do G1/RN completa aqui



Advogado “atentou contra a dignidade da Justiça” passando cheque sem fundos

Deu na coluna de Rosalie Arruda, da Tribuna do Norte, que poderá sobrar para o advogado Leonardo Dias de Almeida, que defende o ex-deputado federal, João da Silva Maia, o fato de ter passado um cheque pessoal, sem fundos, para “quitar” dívida do político em leilão da Justiça do Trabalho do Rio Grande do Norte.

Segundo informou a jornalista, um especialista em Justiça do Trabalho, o advogado teria praticado ato atentatório a dignidade da Justiça.



Após advogado de João Maia passar cheque sem fundos, Justiça do Trabalho e OAB serão acionadas

O candidato a deputado federal, João da Silva Maia (PR), cometeu um ato gravíssimo quando pediu para seu advogado, Leonardo Dias de Almeida, passar um cheque pessoal para “pagar” a dívida trabalhista no dia do leilão promovido pelo TRT/RN em Natal. Com isso, o apartamento de João Maia, saiu do leilão, mas, o cheque não tinha fundos, ou seja, a Justiça do Trabalho foi enganada.

O próprio João Maia e também seu advogado estão passiveis de punição pelo órgão judicial. A Ordem dos Advogados do Brasil – OAB, vai ser acionada por causa da ação do defensor.

A advogada Ralina França, que faz a defesa dos radialistas autores da ação está fazendo a comunicação dos fatos ao juiz Décio Teixeira, responsável pelo leilão para que sejam adotadas as providências necessárias.

O processo trabalhista que motiva o leilão do apartamento de João Maia, e a imposição de restrições em diversos bens seus, se arrasta desde 2014, quando a emissora arrendada por ele e a radialista Suerda Medeiros, em Caicó, fechou suas portas por causa de uma ação movida pelo Ecad, em decorrência de dívida.



João Maia, seu advogado e um cheque “sem fundos”; entenda

No dia 19 deste mês de setembro, aconteceu em Natal, promovido pelo TRT, um leilão de bens penhorados para a quitação de dívidas diversas e entre eles estava um apartamento do candidato a deputado federal, João da Silva Maia, (PR). Antes do imóvel ser leiloado, o advogado Leonardo Dias de Almeida, que representa o político, passou um cheque no valor de pouco mais de 218 mil reais para quitar a dívida e retirar o imóvel do leilão.

Mas, na manhã desta segunda-feira (24), passados cinco dias, o já mencionado advogado informou a advogada dos radialistas, que o cheque não tinha fundos e que o valor seria pago de forma parcelada, ou seja, impondo um acordo, que não foi aceito.

Se houve quebra grave de compromisso com o pagamento da dívida para retirada do imóvel de um leilão promovido pela Justiça do Trabalho, imagine o que não ocorreria com esse tal acordo.

Os processos tramitam normalmente e o apartamento será levado novamente a leilão pela Justiça do Trabalho.

No mesmo processo, existem outros bens do político penhorados.

Entenda

O candidato a deputado federal, João da Silva Maia (PR), responde a um processo na Justiça Trabalhista do Rio Grande do Norte, movido por 4 ex-funcionários da empresa Estação JJ & A LTDA, na qual é sócio com a radialista Suerda Medeiros.

A referida empresa arrendou em 2007, a Rádio Caicó AM, e fechou em 2014, por decisão judicial haja vista a falta de pagamento de dívida com o Ecad. Quando isso aconteceu, os funcionários não receberam os “direitos trabalhistas” o que motivou o ingresso da ação.



DHPP prende suspeito de participação no homicídio do advogado Márcio Marinho

Policiais da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), prenderam na manhã desta quinta-feira (22), um homem de 37 anos, suspeito de ter participação no homicídio do advogado Márcio Marinho, em novembro de 2017.

Ele será indiciado pelo homicídio e por fraude processual, investigações apontam que o suspeito ocultou um celular, usado pelo executor da ação criminosa para comunicar-se com o motorista do táxi, também envolvido na ação criminosa. Dias depois do acontecido, o aparelho celular foi negociado pelo suspeito e quando apreendido já estava com uma terceira pessoa em uma cidade no interior do estado.

O homem foi encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.



Advogado de Temer pede que inquérito contra presidente seja arquivado

Advogado de Temer pede arquivamento de processo

O advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira apresentou uma manifestação ao Supremo Tribunal Federal nesta sexta-feira (19). No documento, é solicitado o arquivamento de inquérito no qual o presidente Michel Temer é investigado por suspeita de irregularidades na edição de um decreto para o setor portuário.

Segundo a defesa do presidente, não há provas contra Temer e a edição do decreto foi feita de forma legal. A investigação apura se ocorreu pagamento de propina ao presidente para que empresas fossem beneficiadas. O advogado de Temer apresentou pareceres de órgãos do governo, entre eles da Secretaria dos Portos e do Ministério dos Transportes, atestando que a empresa Rodrimar não se beneficiou da publicação do Decreto dos Portos.

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Advogado preso em Caicó é transferido para Apodi

Advogado Geovaniny Pimentel foi transferido para Apodi

O advogado, Geovaniny Fonseca Pimentel, que está preso desde o dia 28 de outubro de 2017, acusado de porte ilegal de arma de fogo e associação criminosa, foi transferido na manhã desta quarta-feira (17), para o Centro de Detenção Provisória da cidade de Apodi/RN. Ele estava recolhido em uma das celas do CDP de Jucurutu e lá ocupava o espaço com outros dois policiais. Representantes da OAB, pediram à Justiça que Geovaniny fosse transferido para um local onde ficasse sozinho e como em Apodi, tem cela especial, foi transferido.

O advogado foi transferido pela manhã e ficará à disposição da Justiça aguardando decisão que o ponha em liberdade como pleiteiam seus defensores.

Já foram impetrados pedido de liberdade em favor de Geovaniny, mas, nenhum foi concedido.

O advogado foi detido na companhia de Wanderson Hébert Farias e Luís Carlos Soares na noite de sábado, dia 28 de outubro, nas imediações da Praça Dom José Delgado, no Bairro Paraíba em Caicó. No carro onde estavam, foram encontradas duas armas de fogo, sendo um revólver de calibre 22 e outro de calibre 32, este último pertencente ao advogado Geovaniny.

Consta ainda no processo, informação de que os presos Wanderson e Luiz Carlos, teriam dito em depoimento que iriam fazer um assalto em uma academia localizada nas imediações de onde foram presos e que não o fizeram porque viram um policial no local.

A prisão do trio se deu depois que a movimentação suspeita foi identificada. Uma viatura que fazia rondas no setor logo foi acionada e fez a abordagem no carro que era ocupado pelos suspeitos.

O advogado disse em seu depoimento que passava no local e reconheceu um de seus clientes e parou para cobrar honorários advocatícios.



Advogado preso em Caicó tem habeas corpus negado no TJRN

O advogado, Geovaniny Fonseca Pimentel, que está preso no Centro de Detenção Provisória de Jucurutu, permanecerá detido. Na manhã desta terça-feira (28), o Tribunal de Justiça negou o pedido de Habeas Corpus impetrado de Geovaniny Fonseca.

Na decisão, o Desembargador, Gilson Barbosa Albuquerque, destacou que “a Câmara Criminal, à unanimidade de votos, em consonância com o parecer da 7ª Procuradoria de Justiça, conheceu parcialmente do presente habeas corpus e, nesta parte, denegou a ordem, nos termos do voto do Relator. Foi lido o acórdão e aprovado”. 

O advogado foi detido no dia 28 de outubro deste ano em Caicó na companhia de outras duas pessoas que tinham mandados de prisão em aberto.