Governo finaliza obras no terceiro pavilhão de Alcaçuz

Reforma em terceiro pavilhão de Alcaçuz é concluída pelo Governo do Estado

Terceiro a ser reconstruído, o Pavilhão 1 da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, foi vistoriado na manhã desta terça-feira (20) pelos secretários de Estado Jader Torres (Infraestrutura), Tatiana Mendes Cunha (Gabinete Civil) e Luís Mauro Albuquerque Araújo (Sejuc).

Com capacidade para cerca de 300 presos, o pavilhão é o maior da penitenciária. Foi dividido em dois pavimentos de quatro alas, duas no piso inferior e duas no superior, cada ala com 7 celas, e adequado seguindo normas e procedimentos de segurança indicados pelos agentes da Força Tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP) e pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

Foram realizadas melhorias, adequação das tomadas, interruptores e sirenes conectadas ao setor administrativo da unidade e a recomposição do telhado. Novas grades foram instaladas, subdividindo as celas que agora têm fechaduras do tipo “bate trancas” e ferrolhos longos. Todas as tomadas e fiações foram retiradas do local. Foi construído um alojamento para os agentes penitenciários, três parlatórios, uma sala de atendimento para profissionais da saúde e outra para advogados e duas salas para visitas íntimas.

O pátio ganhou uma área coberta e banheiros, além da demarcação com pintura em cores diferentes indicando o posicionamento dos apenados, auxiliando o controle dos internos. Também foi construída uma guarita para os agentes observarem os presos na hora do banho de sol.  Em maio, o Governo do RN entregou ainda os pavilhões 2 e 3 ao Sistema Penitenciário totalmente reestruturados e mais seguros para os agentes penitenciários.



Governador e diretor geral do DEPEN visitam obras de reconstrução de Alcaçuz

Governador e representante do DEPEN visitam Alcaçuz

O governador Robinson Faria visitou na manhã de hoje (16) as obras que estão sendo realizadas na Penitenciária de Alcaçuz, acompanhado pelo diretor geral do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), Marco Antônio Severo, da diretora do Sistema Penitenciário Federal, Cíntia Rangel e dos secretários da Casa Civil, Tatiana Mendes Cunha, de Justiça e Cidadania, Mauro Albuquerque e de Infraestrutura, Jader Torres.

Robinson Faria visitou o Pavilhão 3, totalmente reconstruído, e o Pavilhão 2, que está em obras, com previsão de conclusão até o final da próxima semana. Os dois pavilhões fazem parte da primeira etapa das ações de recuperação do presídio.

A qualidade das obras e a nova configuração dos pavilhões foram elogiadas pelo diretor do DEPEN, Marco Antônio Severo, que recebeu a garantia, do governador, de que o Governo do Estado está empreendendo todos os esforços para que a reconstrução seja o mais célere possível.

O governador reforçou o pedido já dirigido ao DEPEN e ao Ministério da Justiça para que a força de intervenção federal que atua em Alcaçuz permaneça no presídio até que seja concluído o concurso para a contração de Agentes Penitenciários Estaduais.

Robinson destaca que seria de grande importância para a reestruturação do sistema prisional que os novos agentes possam ser treinados pela força federal para que assumam o controle do presídio e de outras unidades do RN. O concurso deverá contratar mais de 500 agentes.



Três meses depois de massacre em presídio do RN, corpos e cabeças aguardam DNA

Pelo menos 3 corpos de presos mortos em Alcaçuz ainda aguardam para ser identificados no ITEP

ABr – Mais de três meses depois do início da disputa entre facções rivais que resultou em duas semanas de rebelião e 26 mortos, na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, Rio Grande do Norte, as consequências do massacre ainda perduram. Três corpos e 15 cabeças aguardam exame de DNA. A polícia científica do estado não tem laboratório com tecnologia para a análise do código genético. O exame deve ser feito ainda este mês, no laboratório da Polícia Científica da Bahia.

As cabeças foram encontradas em buscas sucessivas, depois da rebelião. Antes disso, 11 corpos foram identificados e liberados, sem cabeça, para as famílias. Com a identificação por meio do DNA, o diretor-geral do Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep), Marcos Brandão, informou que as cabeças vão ser entregues aos familiares para que decidam o destino dos restos mortais. “Não era certeza que essas cabeças apareceriam, foram aparecendo, por sinal, de forma gradativa, algumas só posteriormente. É igual acidente aéreo, a vítima vai ser enterrada com o que foi encontrado.”

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Roberto Cabrini apresenta documentário sobre Alcaçuz neste domingo (26) no Conexão Repórter

Repórter Roberto Cabrini dentro de Alcaçuz – (Foto: Reprodução/SBT)

O jornalista Roberto Cabrini passou uma noite em uma das celas do pavilhão quatro da penitenciária Alcaçuz, no Rio Grande do Norte. O apresentador do ‘Conexão Repórter’ viveu a experiência para reportar no documentário ‘A longa noite no inferno de Alcaçuz’ os segredos do presídio onde ocorreu o massacre de janeiro, que matou 26 pessoas. Cabrini é o primeiro jornalista ter acesso ao espaço onde ficam os detentos.

O documentário gravado por Cabrini vai ao ar neste domingo, 26. Para gravar o material, o jornalista passou uma semana investigando a situação do presídio e registrando os bastidores da guerra entre as facções. O apresentador entrevistou líderes das organizações criminosas, presos, mulheres que perderam maridos e filhos decapitados e o secretário de Justiça e Cidadania do Rio Grande do Norte, Wallber Virgolino.

Presos dentro das celas no Presídio de Alcaçuz em Nísia Floresta – (Foto: Reprodução/SBT)

‘A longa noite no inferno de Alcaçuz’ revela ainda corredores sombrios, túneis cavados e esconderijos onde se ocultavam armas de fogo e valas onde ficavam homens executados.

O ‘Conexão Repórter’ vai ao ar aos domingos, logo após o ‘Programa Silvio Santos’.

*Fonte: Portal Comunique-se



Força Tarefa faz revista no pavilhão 1 de Alcaçuz e acha duas armas e cerca de 100 celulares

Duas armas e munições foram apreendidas dentro de Alcaçuz – (Foto: Divulgação: Força Tarefa)

Do G1/RN – A revista feita pela força tarefa de intervenção penitenciária em Alcaçuz, após a retirada de presos dos pavilhões 1, 2 e 3, nesta segunda-feira (20), resultou na apreensão de duas armas de fogo, munições, aproximadamente 100 celulares e cerca de 700 armas brancas artesanais e facas, bem como drogas. Tudo isso apenas no pavilhão 1, de acordo com agentes federais.

O balanço foi divulgado no final da tarde desta segunda-feira. A força tarefa entrou em Alcaçuz no início da manhã, por volta das 5h. Os agentes retiraram cerca de 800 presos dos pavilhões 1, 2 e 3 os levaram para o presídio Rogério Coutinho Madruga, chamado de pavilhão 5.

Depois disso, iniciaram a revista nos pavilhões esvaziados. Francisco Klenberg Batista, agente federal de execução penal e um dos coordenadores da operação, informou que até o fim da tarde havia sido concluído o pente-fino no pavilhão 1.

“Encontramos cerca de 100 celulares, aproximadamente 700 armas artesanais e facas, bem como duas armas de fogo. As revistas nos pavilhões 2 e 3 continuam sendo feitas e serão concluídas nesta terça-feira [21]”, explicou o agente Batista.

Celulares e drogas foram encontradas dentro do presídio

A transferência dos presos foi feita como parte do processo de reconstrução da maior penitenciária do Rio Grande do Norte, após rebeliões em janeiro, que deixaram pelo menos 26 presos mortos.

“A partir de agora é iniciado o trabalho de reconstrução. As obras começaram nesta segunda-feira mesmo e, inclusive, já tem máquinas e pessoas trabalhando na área. Os internos que estavam nos pavilhões 1, 2 e 3 vão permanecer no pavilhão 5 até que se encerre esse trabalho”, destaca Francisco Klenberg Batista.

Ele ressalta que os agentes da força tarefa do Departamento Penitenciário Nacional vão assegurar a segurança do pavilhão 5. “A força tarefa garante que não há possibilidade de confrontos. Os presos estarão separados e teremos efetivo suficiente de agentes para garantir a segurança na unidade ao longo de todo esse período”.



Secretária-chefe visita penitenciária de Alcaçuz e o Rogério Coutinho Madruga

Secretária Tatiana Mendes Cunha vista pavilhão V de Alcaçuz

A Secretária-chefe do Gabinete Civil do Governo do Estado, Tatiana Mendes Cunha visitou nesta segunda (20), a Penitenciária Estadual de Alcaçuz e o Presídio Rogério Coutinho Madruga (pavilhão 5), após ação realizada pela Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP) para transferência temporária de todos os presos para o Pavilhão 5.

A medida ocorreu para que as ações de manutenção predial sejam realizadas com maior agilidade em Alcaçuz e, logo que os pavilhões 1, 2 e 3 estejam em condições adequadas, os detentos voltarão aos pavilhões de origem.

A visita, que ocorreu à convite dos Agentes Federais de Execução Penal, foi acompanhada pelo Secretário de Segurança, Caio Bezerra, pelo Corregedor-geral do Departamento  Penitenciário Federal, Paulo Rodrigues da Costa e da Ouvidora do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), Maria Gabriela Peixoto.

Percorri as duas unidades e fiquei bastante satisfeita com a condução das ações. Em nome do Agente Mauro Albuquerque Araújo, parabenizo a todos que têm colaborado com o Governo do Estado no enfrentamento à crise do sistema prisional“, disse a Secretária.

Até o final da semana, através de ação promovida pelo DEPEN com a participação do Estado e da Defensoria Sem Fronteiras, os internos terão atendimento jurídico, documental, médico e ouvidoria.



Governo do Estado emite nota sobre transferência de presos para o Pavilhão 5 em Alcaçuz

Presos são transferidos para o Pavilhão 5 em Alcaçuz – (FOTO: Fred Carvalho-G1/RN)

Em relação à ação realizada na manhã desta segunda-feira (20) na Penitenciária de Alcaçuz, o Governo do Estado do Rio Grande do Norte esclarece:

A ação de hoje é uma continuação do trabalho que já se iniciou em janeiro, com a retomada do Pavilhão 5 (presídio Rogério Coutinho Madruga) pelas Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP), sob coordenação e apoio do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN);

Os presos ficarão temporariamente no Pavilhão 5. Essa medida já estava prevista desde o início da retomada, para que as ações de manutenção predial sejam realizadas com maior agilidade. E logo que os pavilhões 1, 2 e 3 estejam em condições adequadas, os mesmos voltarão aos pavilhões de origem;

O contingente de agentes federais e estaduais e de policiais que atuam hoje em Alcaçuz é suficiente para manter a ordem e a segurança local;

Os internos que ficarão no Pavilhão 5 estarão devidamente separados, sem ter qualquer contato, inclusive visual;

Até o final da semana, em decorrência da Ação Justiça e Cidadania promovida pelo Depen com a participação do Estado, todos os internos dos pavilhões 1, 2 e 3 terão atendimento de assessoria jurídica, pela Defensoria Sem Fronteiras que conta com defensores de vários Estados e do Rio Grande do Norte, assistência para retirada documental, assistência a saúde e ouvidoria. Assim como os detentos do Pavilhão 5 tiveram na última semana;

A condição de superlotação no Pavilhão 5 é temporária, e necessária para que sejam feitos os serviços de manutenção predial o mais breve possível;

As equipes de ouvidoria do Depen e da Sejuc estão acompanhando toda a ação;

A Sesed instalou o Gabinete de Gestão Integrada (GGI) e está monitorando Alcaçuz por várias vias, inclusive com a Plataforma de Observação Elevada (POE) no local.

É importante ressaltar que o procedimento realizado em Alcaçuz é necessário para a restauração das estruturas físicas do presídio e restruturação da rotina penitenciária e está sendo conduzido com todos os cuidados para garantir a integridade dos presos, dos agentes de segurança e da sociedade em geral.



Força Nacional apreende arma, drogas e celulares em Alcaçuz

Força Nacional apreende material que seria jogado para dentro de Alcaçuz

Integrantes da Força Nacional de Segurança Pública intensificaram as rondas no entorno da área externa da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, e apreenderam diversos materiais ilícitos e detiveram uma mulher.

Na sexta-feira (3), a FNSP encontrou três aparelhos de telefone celular, dois carregadores, munições calibre 38, porções de maconha, crack e cocaína, e tabaco.Todo material foi localizado nas proximidades do muro entre as guaritas 8 e 9 da unidade.

No sábado (4), durante a ronda foi localizado dentro de uma bolsa, uma arma de fogo de fabricação artesanal, uma baladeira, um aparelho de telefone celular, e munições, de posse de Janaires Alves da Silva. Diante do flagrante, ela foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil , assim como todo material apreendido.



Vídeo: Túnel é encontrado nesta quinta-feira (02) na área externa de Alcaçuz

Mais um túnel é encontrado no Presídio de Alcaçuz – (Foto: Divulgação/Sejuc)

Agentes penitenciários e homens da Força Nacional encontraram mais um túnel na área externa do Presídio de Alcaçuz, localizado no “pé do muro” da unidade.

A escavação foi percebido no momento da instalação de uma cerca no trecho ao redor dos muros de Alcaçuz. Uma retroescavadeira que era usada no trabalho, caiu no buraco.

A Coap acredita que o túnel é antigo e que não houve fuga nas últimas horas da unidade haja vista o pavilhão que fica paralelo ao buraco se encontrar vazio.



Agentes fazem nova revista em Alcaçuz e apreendem armas brancas

Armas artesanais foram encontradas dentro de Alcaçuz – (Foto: Divulgação Sejuc)

Do G1/RN – Os agentes penitenciários realizaram uma revista nos pavilhões de Alcaçuz onde estão presos de uma facção do Rio Grande do Norte e conseguiram apreender diversas armas brancas. A intervenção aconteceu nesta quarta-feira (1º) e terminou no final da tarde.

O secretário de Justiça e Cidadania, Wallber Virgolino, informou que essa revista foi feita pelo Grupo de Operações Especiais (GOE) do RN e por agentes de plantão em Alcaçuz. Ainda de acordo com ele, os presos foram trancados dentro dos pavilhões após a intervenção.

Wallber disse que, apesar de as celas estarem sem grades, as portas dos pavilhões foram fechadas nesta quarta-feira como parte do processo de retomada do controle da penitenciária de Alcaçuz.

Além das facas e facões artesanais, os agentes apreenderam barras de ferros e pedaços de pau com pontas de ferros usados como armas brancas pelos presos durante as rebeliões que tiveram início no dia 14 de janeiro.



Chefes de facção que promoveram matança em Alcaçuz são transferidos

Transferência de presos que lideram rebelião em Alcaçuz são transferidos – (Foto: Andrea Tavares/G1/RN)

Os cinco criminosos apontados como chefes da facção que promoveu uma matança de presos na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte, foram transferidos nesta terça-feira (31) para presídios federais. Por questões de segurança, o governo não informou para qual presídio eles serão levados.

Antes do embarque para os presídios federais, os detentos, que estavam na Central de Flagrantes da Polícia Civil, foram levados para o Instituto Técnico de Perícia (Itep), onde foram submetidos a exame de corpo de delito. O helicóptero Potiguar I, da Secretaria de Segurança Pública do RN, participa da ação de transferência.

O grupo prestou depoimento dias após os crimes a uma comissão de delegados da Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Entre o sábado (14) e o domingo (15), 26 detentos de Alcaçuz morreram na rebelião que durou mais de 14 horas. Os presos transferidos foram Paulo da Silva Santos, João Francisco do Santos, José Cândido Prado, Paulo Márcio Rodrigues de Araújo e Thiago Souza Soares.

*Fonte: G1/RN



Polícia Civil autua 111 presos do pavilhão cinco

A Polícia Civil se mobilizou neste sábado (28) para ouvir, individualizar e tipificar a conduta criminosa de 111 presos da Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madrugada, o chamado pavilhão 5 de Alcaçuz.

A ação policial aconteceu depois da a entrada da Força de Intervenção Penitenciária Integrada (FIPI) e contou com a participação de sete delegados,  cinco escrivães , além de dez agentes de polícia., Os presos devem ser autuados de acordo com suas responsabilidades, por dano qualificado, apologia ao crime, associação criminosa e motim.

Estiveram presente dando apoio logístico a operação, o delegado-geral de Polícia Civil, Claiton Pinho e integrantes das diretorias de polícia de Natal e Grande Natal, do interior e administrativa.




Governador anuncia fechamento do presídio de Alcaçuz

Durante reunião do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) na Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social, realizada na noite desta quarta-feira (25), o governador Robinson Faria destacou que o presídio estadual de Alcaçuz será desativado em breve. O fim das operações na detenção ocorrerá tão logo as prisões de Ceará-Mirim, Afonso Bezerra e Mossoró estejam prontas, medidas que serão de médio/longo prazo. Juntas, as unidades prisionais terão capacidade para concentrar cerca de 2.200 apenados, número que reduz o déficit de vagas no regime.

Ainda na reunião foram tratados temas como a fixação do muro de contêineres marítimos que separa os pavilhões 1, 2, 3 das alas 4 e 5, realidade que impede um novo conflito entre facções e que garante a retomada do controle do presídio pelas forças de segurança. O muro dos contentores foi erguido em caráter emergencial uma vez que um muro feito concreto pré-moldado de 90 metros de extensão será erguido, com 6,40 metros de altura e 80 centímetros de largura. Além disso, será feita a concretagem do perímetro externo de Alcaçuz para evitar fugas. Continue lendo



Sesed e Sejuc realizam operação em Alcaçuz e finalizam colocação de contêineres

As Forças de Segurança do Governo do Rio Grande do Norte realizaram, nesta terça-feira (24), mais uma operação na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta. O objetivo foi fazer a identificação e contagem de presos, a finalização da montagem dos contêineres e a retirada de entulhos de dentro da unidade. Participaram da ação o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), além do Grupo de Operações Especiais (GOE) e agentes penitenciários, da Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Sejuc).

As equipes entraram na unidade às 10h10 e verbalizaram para os detentos os procedimentos que seriam adotados e não foi necessário o uso progressivo da força. O BOPE e BPCHoque foram os responsáveis pelo controle dos pavilhões 1, 2 e 3, enquanto o GOE, com apoio do BPChoque, ficou com o pavilhão 4 e com o presídio Rogério Coutinho Madruga (pavilhão 5). A ação foi finalizada às 17h30.

A instalação dos contêineres para a divisão dos pavilhões 1, 2 e 3 dos pavilhões 4 e 5 foi finalizada, inclusive com a colocação de concertinas nos perímetros. Os contendores são provisórios, uma vez que um muro de concreto de 90 metros de extensão será erguido no pátio do presídio. A construção do muro de concreto levará 15 dias, com a colocação de blocos de seis metros de altura que deixarão a estrutura no mesmo nível que o muro da penitenciária.

Um total de 17 detentos que se feriram durante as brigas entre as facções dentro da unidade prisional foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) e Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte (CBMRN) e encaminhados para o hospital.