Anísio Marinho concorre ao cargo de vice-presidente do Conselho Nacional dos Corregedores Gerais

A eleição acontece nesta terça (21), em Porto Velho (RO), para eleger a nova Diretoria do Conselho Nacional dos Corregedores Gerais do Ministério Público dos Estados e da União. O Corregedor Geral do Ministério Público do RN, Anísio Marinho, é candidato ao cargo de 1° Vice Presidente do CNCGMPEU.

O mandato é de um ano com posse prevista para março de 2018. O Procurador Corregedor Geral Anísio Marinho que já foi Procurador Geral de Justiça do Rio Grande do Norte (1999/2001), presidiu o Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Justiça – CNPGJ, no ano de 1998, e volta agora para uma nova eleição nacional para um cargo de projeção no Ministério Público brasileiro.

*Fonte: Blog Poder Judiciário (Annely Medeiros)



Corregedoria do MPRN promove audiência pública para ouvir população de Caicó

Corregedor-geral do MPRN realiza audiência com população em Caicó

Nesta quinta-feira (20), a população de Caicó terá a oportunidade de levar suas demandas, críticas, elogios e sugestões sobre o trabalho do Ministério Público do Rio Grande do Norte diretamente para o corregedor-geral da instituição. Esse momento de interação com os cidadãos faz parte de um modelo de atuação que busca ser mais pró-ativo, tentando desenvolver o trabalho com foco no cidadão e na resolutividade.

O encontro será uma audiência pública que acontecerá no auditório da sede das Promotorias de Justiça de Caicó, a partir das 9h. Durante o evento, qualquer cidadão poderá apresentar suas demandas; ou, se for o caso, buscar um atendimento particularizado com a equipe da Corregedoria-Geral do MPRN.

Nosso objetivo é reforçar essa interface entre o promotor de Justiça e o cidadão”, destaca o corregedor-geral do MPRN, Anísio Marinho. Para ele, esses momentos servem tanto para conscientizar a população quanto os membros do Ministério Público sobre o modelo de atuação cada vez mais próxima da população, com foco sempre na resolutividade. “Resolutividade é buscar mais eficiência na atuação extrajudicial das Promotorias de Justiça, desafogando as demandas judicializadas e buscando soluções mais rápidas e efetivas”, explica o corregedor-geral.

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