Anvisa autoriza venda de novos genéricos para HIV e pressão alta

Genéricos são autorizados pela Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu aval para a comercialização de quatro novos medicamentos genéricos. A autorização foi publicada na edição desta segunda-feira (23) do Diário Oficial da União (DOU). Um deles é o Entricitabina combinado com Fumarato de Tenofovir Desoproxila, produto usado para o tratamento de pessoas que contraíram o vírus HIV. O medicamento de referência é o Truvada, cujas indicações incluem a profilaxia pré-exposição (PReP), usada para reduzir o risco de infecção pelo vírus adquirido sexualmente em adultos de alto risco. No Brasil, a detentora do registro é a Blanver Farmoquímica e Farmacêutica S/A.

Outro produto genérico inédito com registro aprovado pela Anvisa é o Perindopril Erbumina combinado com Indapamida, indicado para o tratamento da hipertensão arterial (pressão alta), que acomete uma a cada quatro pessoas adultas, segundo dados da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH). A empresa detentora do registro no país é a  EMS S/A.

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Pessoas que nunca tiveram dengue não devem tomar vacina da doença, diz Anvisa

Pessoas que nunca tiveram dengue não devem tomar vacina da doença, diz Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária divulgou nesta quarta-feira (29) que o laboratório Sanofi-Aventis, fabricante da vacina da dengue, apresentou informações que sugerem que pessoas que nunca tiveram contato com o vírus da dengue podem desenvolver formas mais graves da doença caso tomem a vacina.

A vacina Dengvaxia foi aprovada no Brasil em 28 de dezembro de 2015 e não é oferecida pelo Programa Nacional de Imunizações.

A suspeita do laboratório, apresentada nesta semana,  ainda não é conclusiva, mas, diante do problema, a recomendação da Anvisa é que a vacina não seja tomada por pessoas que nunca tiveram dengue. Apesar de esclarecer que a vacina por si só não é capaz de desencadear um quadro grave da doença nem induzir ao aparecimento espontâneo da dengue – para isso, é preciso ser picado por um mosquito infectado -, existe a possibilidade de que pessoas soronegativas desenvolvam um quadro mais agudo de dengue caso sejam infectadas após terem recebido o medicamento.



Lote de medicamento Omeprazol é suspenso por falha no rótulo

Do G1 – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu, nesta segunda-feira (10) o lote 486773A do medicamento genérico Omeprazol 40 mg, pó liofilizado para solução injetável, da Eurofarma. O medicamento genérico é indicado para o tratamento de úlceras gástricas.

A suspensão foi determinada depois de a farmacêutica apresentar para a agência um comunicado de recolhimento voluntário do lote devido a falhas técnicas nos rótulos. O lote suspenso foi fabricado em janeiro de 2017 e era válido até dezembro de 2017.

Em nota, a Eurofarma afirmou que uma análise detalhada revelou que o lote 486773A apresentou desvios de qualidade relacionados à rotulagem. Assim, a empresa solicitou às distribuidoras e hospitais a suspensão imediaa da comercialização e utilização do lote.

Os outros lotes do produto, que não o 486773A, podem ser comercializados e utilizados normalmente. Consumidores que tenham comprado este lote devem contatar o SAC do fabricante pelo telefone 0800-704-3876 ou pelo e-mail euroatende@eurofarma.com.br para serem orientados sobre a troca.



Anvisa inclui Cannabis sativa em relação de plantas medicinais

Anvisa inclui Cannabis sativa em relação de plantas medicinais

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou hoje (16) a inclusão da Cannabis sativa L., nome científico da maconha, em sua relação de plantas medicinais. A medida faz parte da atualização da lista das Denominações Comuns Brasileiras (DCB), que incluiu 19 novas substâncias entre produtos biológicos, princípios ativos, excipientes e plantas de interesse da indústria farmacêutica.

Segundo a agência reguladora, a inclusão não altera as regras para importação de medicamentos com canabidiol (CBD) ou outros extratos da maconha. A medida também não é uma autorização ou reconhecimento do cultivo da Cannabis como planta medicinal. Isso porque a DCB é uma lista de nomes oficiais para todas as substâncias que são ou podem vir a ser de interesse da indústria farmacêutica no Brasil.

*Da Agência Brasil