TSE determina que vídeos de Bolsonaro sobre “kit gay” sejam retirados da internet

TSE impede uso de material por Bolsonaro

Carlos Horbach justificou a decisão baseado na suspensão de sete anos atrás. O magistrado afirma que a propagação do conteúdo de Bolsonaro, mesmo após o fim da distribuição do Escola Sem Homofobia, gera desinformação no período eleitoral.

O ministro do TSE acrescentou que a circulação do vídeo do candidato do PSL não traz benefícios ao debate político. Dos 36 links que a defesa de Haddad solicitou a suspensão, apenas seis foram tirados do ar por afirmarem que o material é distribuído pelo ministério, informação que não é verdadeira. Os advogados do petista afirmam que o material causava prejuízos ao ex-prefeito de São Paulo não apenas na disputa das eleições, como na vida pessoal, já que Haddad foi ministro da Educação entre 2005 e 2011.

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‘Nenhum voto’ em Bolsonaro, decide Rede Sustentabilidade; Partido não apoiará Haddad

A Rede Sustentabilidade, partido da candidata derrotada à Presidência Marina Silva, anunciou na madrugada desta quinta-feira (11) a recomendação aos filiados de não votar em Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno a ser disputado entre ele e Fernando Haddad (PT).

Em nota, divulgada após reunião da Comissão Executiva Nacional, o partido critica o “projeto de poder” e a “corrupção sistemática” do PT, diz que não apoiará a candidatura Haddad e que será oposição ao futuro governo, seja qual for o vencedor da eleição.

Mas ressalva que, frente às “ameaças imediatas e urgentes à democracia“, recomenda a filiados e simpatizantes que não destinem “nenhum voto” a Bolsonaro e que escolham no segundo turno, “de acordo com sua consciência, votar da forma que considerem melhor para o país“.

Os dois postulantes no segundo turno representam projetos de poder prejudiciais ao país, atrasados do ponto de vista da concepção de desenvolvimento, autoritários em relação ao papel das instituições de Estado, retrógrados quanto à visão do sistema político e questionáveis do ponto de vista ético“, afirma o texto da nota, assinado pela Executiva da legenda.

*Do G1



No 1º turno, Bolsonaro venceu em 23 capitais, Haddad em três

O candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) ganhou em 23 capitais no primeiro turno das eleições, ocorrida neste domingo (7). Fernando Haddad (PT) venceu em Salvador, São Luís e Teresina, e Ciro Gomes (PDT) em Fortaleza, seu reduto eleitoral.

Na Região Sudeste, Bolsonaro ganhou em todas as capitais. Em São Paulo, o candidato do PSL teve 44,58% dos votos válidos. No Rio de Janeiro, Bolsonaro contabilizou 58,29% dos votos e, em Belo Horizonte, registrou 55,17% dos votos válidos. Em Vitória, foram 53,32% dos votos válidos para o deputado federal.

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Agressor de Bolsonaro diz que deu “resposta a ameaças” do candidato

Adélio Bispo prestou depoimento no processo de atentado contra Bolsonaro

Com frases pausadas e bom vocabulário, Adélio Bispo de Oliveira, que esfaqueou Jair Bolsonaro na última quinta-feira (6) em Juiz de Fora (MG), disse que “pretendia dar pelo menos uma resposta, um susto” ao candidato do PSL à Presidência.

Referindo-se ao ataque como “incidente” e “imprevisto” e sem citar nenhuma vez o nome de Bolsonaro, o agressor deu a seguinte explicação: “Eu, como milhões de pessoas, pelos discursos da pessoa referida [Bolsonaro], me sinto ameaçado literalmente, como tantos milhões de pessoas. Aquela certeza de que cedo ou tarde ele vai cumprir aquilo que está prometendo tão veementemente pelo país todo, contra pessoas como eu exatamente.”

O video em que Adélio Bispo fala pela primeira vez foi gravado durante a audiência de custódia, ocorrida na última sexta-feira (7) em Juiz de Fora, e está disponível nas redes sociais.

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Homem que esfaqueou Bolsonaro está preso

Durante ato de campanha nesta quinta-feira (6) em Juiz de Fora, no interior de Minas Gerais, o candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro, sofreu uma facada de um homem que acompanhava a carreata. Logo após o fato, a agenda do presidenciável foi cancelada e ele foi encaminhado para a Santa Casa de Juiz de Fora.

Por meio do Twitter, o filho de Bolsonaro, senador Flávio Bolsonaro, afirmou que o ferimento foi superficial e que o candidato passa bem. A assessoria da Santa Casa informou que o presidenciável foi levado para o centro cirúrgico e que o quadro de saúde dele é estável.

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Ataque suspende temporariamente a campanha de Bolsonaro

Diante de seu quadro de saúde, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) vai ficar afastado da campanha eleitoral, sem previsão de voltar às ruas no curto prazo. Em um pronunciamento nas redes sociais, o presidente nacional do PSL, Gustavo Bebianno, convocou os seguidores a rezarem por Bolsonaro. “Hoje as eleições não importam. Você que está preocupado com a saúde do nosso capitão não se deixe esmorecer”, apelou.

Bolsonaro deverá ficar pelo menos uma semana hospitalizado, segundo os médicos da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, onde foi atendido logo após a agressão. O candidato levou uma facada na região abdominal, quando fazia campanha na cidade. O agressor, Adélio Bispo de Oliveira, foi preso em flagrante.

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Bolsonaro teve hemorragia estancada e passou por cirurgia no intestino

O candidato Jair Bolsonaro (PSL) foi operado para estancar uma hemorragia em veia abdominal, teve o intestino delgado costurado e parte do intestino grosso retirada. O procedimento foi necessário após ele ter recebido uma facada no abdômen quando participava de ato de campanha em Juiz de Fora (MG). Em entrevista coletiva nesta noite, a equipe médica que o atendeu na Santa Casa de Juiz de Fora informou que o candidato ficará hospitalizado por, no mínimo, uma semana. Houve a necessidade de realizar uma colostomia. Em até dois meses, ele provavelmente terá de ser operado novamente.

Inicialmente, o deputado estadual Flávio Bolsonado (PSL-RJ), filho do presidenciável, havia informado, em seu Twitter, que a perfuração atingiu parte do fígado, do pulmão e da alça do intestino. No entanto, os médicos disseram que o problema se concentrou na hemorragia em uma veia abdominal e nos ferimentos no intestino. O candidato está fora de perigo, consciente e respira sem ajuda de aparelhos.

O autor do ataque a Bolsonaro foi preso pela Polícia Militar da cidade. A Polícia Federal, responsável pela segurança do candidato, abriu inquérito para investigar o caso.

*Agência Brasil



Presidenciáveis condenam ataque a Bolsonaro

Candidatos à presidência da República comentaram o ataque contra Jair Bolsonaro, nesta quinta-feira (6), nas redes sociais. Todos repudiaram a ação contra o militar da reserva e disseram que os debates políticos não podem ser substituídos por violência.

O presidenciável Henrique Meirelles (MDB) disse que deseja pronta recuperação a Jair Bolsonaro e lamentou todo e qualquer tipo de violência. O candidato também afirmou, em nota, que o Brasil precisa encontrar o equilíbrio e o caminho da paz e que é preciso ter serenidade para apaziguar a divisão entre os brasileiros.

O concorrente ao Planalto pelo PDT, Ciro Gomes, exigiu ações das autoridades na identificação dos responsáveis por essa “barbárie” e disse que repudia a violência como linguagem política. João Amoêdo, do Novo, afirmou que as divergências políticas não justificam o ocorrido e que “não é possível aceitar nenhum ato de violência”.

Álvaro Dias, do Podemos, fez crítica à Bolsonaro dizendo que é, por casos como esse, que a violência nunca deve ser estimulada. Candidato do PSDB, Geraldo Alckmin escreveu que “política se faz com diálogo e convencimento, jamais com ódio”. O tucano comentou ainda que espera que a investigação “seja rápida, e a punição, exemplar”.

Candidato do PSOL, Guilherme Boulos reafirmou o discurso de repúdio a “toda e qualquer ação de ódio” e cobrou investigações sobre o caso. Marina Silva, da Rede, disse que configura um atentado contra a integridade física de Bolsonaro e contra a democracia.

Em breve comentário, o concorrente do PT, Fernando Haddad, afirmou ser contra o ato de violência e que deseja “pronto restabelecimento a Jair Bolsonaro”. O presidente Michel Temer também comentou, durante evento no Palácio do Planalto, que o episódio é lamentável.



TSE aprova registro de candidatura de Jair Bolsonaro

Na manhã desta quinta-feira (6), os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgaram o último dos 13 pedidos de registro de candidatura à Presidência da República. Por unanimidade, foi aprovado o registro de Jair Bolsonaro, de seu vice, Hamilton Mourão, e também da “Coligação Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”. Eles concorrem com o número 17.

O relator, ministro Og Fernandes, destacou em seu voto que os requisitos previstos na Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) foram todos preenchidos bem como as condições de elegibilidade previstas no artigo 14 da Constituição Federal.

A decisão foi unânime.



MP Eleitoral obtém suspensão de carreata de apoiadores de Bolsonaro

O Ministério Público Eleitoral obteve a suspensão da carreata que seria realizada no último sábado (12), no município de Goianinha (a 60 quilômetros de Natal), em prol da possível candidatura do deputado federal Jair Messias Bolsonaro à Presidência da República. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN) acatou o pedido feito na representação e determinou a suspensão do evento, que iniciaria logo após a inauguração de um outdoor em homenagem ao parlamentar.

Em sua representação, o MP Eleitoral destacou que a Lei das Eleições (9.504/97), em seu artigo 36, estipula que “a propaganda eleitoral somente é permitida após o dia 15 de agosto do ano da eleição”. Em 2016, aliás, o próprio TRE/RN fixou o entendimento de que carreata está entre as mobilizações que podem ser caracterizadas como propaganda eleitoral antecipada.

O pedido do MP Eleitoral foi assinado pelo procurador Eleitoral auxiliar Victor Mariz e a decisão do TRE, em caráter de urgência, coube ao presidente do Tribunal, o desembargador Dilermando Mota.