Em 45 dias de gestão, Marcos do Manhoso já registra economia de R$124 mil em combustíveis

Prefeito Marcos do Manhoso conseguiu economizar recursos financeiros com abastecimento de combustíveis

Desde que assumiu a prefeitura Municipal de Caicó, o prefeito Marcos do Manhoso determinou uma série de  medidas que tem como principal objetivo diminuir os gastos.

Um dos exemplos mais evidente é com relação ao gasto com combustíveis. Nos 45 dias de gestão, a economia chegou a quantia de 124 mil reais. Somente no mês de setembro foram R$ 76 mil de economia.

Marcos do Manhoso vem recomendando a todas as secretarias: economia e responsabilidade nos gastos em todas as áreas. “A austeridade é necessária para poder reequilibrar as contas públicas. Só conseguiremos continuar pagando em dia, se economizar e planejar. Esta é uma determinação que dei a todos os secretários”, frisou.

Recentemente, o município de Caicó foi notificado pelo Ministério público estadual a dar informações no tocante aos combustíveis na gestão do prefeito preso e afastado Batata Araújo.




Sindipostosalerta para risco de desabastecimento no RN

Sindipostos alerta que o RN pode ficar desabastecido – (Foto: Ana Silva)

O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Rio Grande do Norte (Sindipostos RN) se manifestou sobre o risco da gasolina dos postos no Estado acabarem. Segundo o sindicato, a população deve estar alerta para o risco de “desabastecimento geral” em caso de persistência dos protestos de caminhoneiros por todo o país.

Caminhões-tanque estão sendo retidos no polo de produção de Guamaré-RN, local de onde sai o diesel e a gasolina que são comercializados nos postos do Rio Grande do Norte.

O sindicato explica, ainda, que “repudia veementemente” o aumento abusivo no preço dos combustíveis durante a crise. Para o Sindipostos, praticar um preço fora do aceitável se traduz em “uma postura de claro desrespeito ao consumidor” e pede o bom senso dos empresários do setor durante a instabilidade.

**Fonte: Tribuna do Norte



Temer convoca reunião para discutir alta no preço dos combustíveis

Aumento nos combustíveis é o motivo da reunião convocada por Temer

O presidente Michel Temer convocou para hoje (21) uma reunião de emergência para discutir a alta dos preços dos combustíveis. A reunião ocorre no momento em que os caminhoneiros deflagraram uma paralisação por tempo indeterminado e que bloqueia rodoviais em pelo menos dez estados. Os caminhoneiros se queixam do reajuste das tarifas do diesel.

A reunião, no Palácio do Planalto, teve início às 18hs. Foram chamados para participar da conversa com o presidente os ministros Moreira Franco (Minas e Energia), Eduardo Guardia (Fazenda), Eliseu Padilha (Casa Civil), Esteves Colnago (Planejamento) e o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid.

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Governo estuda mudança na tributação de combustíveis, afirma Meirelles

Governo estuda mudança na tributação de combustíveis

Desde que passou a adotar a estratégia de calcular o preço dos combustíveis levando em conta o mercado internacional, o governo federal tem sofrido críticas. Por ser uma empresa estatal, a Petrobras é controlada pela administração pública. Uma das saídas encontradas pela equipe econômica de Temer é fazer mudanças na tributação sobre a gasolina, o diesel e o álcool, por exemplo. É o que afirmou o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, nesta quarta (7).

“A política de preços da Petrobras, e eu deixei isso claro na minha fala, é autônoma, baseado na eficiência corporativa, na realidade do mercado. A Petrobrás fixa o seu preço, de acordo com as condições de mercado e de produção da empresa. Mas, de qualquer maneira, é uma das questões que tem que se olhar. Estamos revisando isso e ver se há alguma coisa a fazer ou não.”

O ministro explicou ainda que o governo não pretende mudar a forma como a Petrobras define os preços, baseada na cotação internacional, e ressaltou que existem diversos fatores que aumentam o preço do combustível. Ele chegou a citar a margem de lucro das distribuidoras, no caso do gás, e disse que há possibilidade de ação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o Cade.