Conta de luz continua com bandeira tarifária mais cara em setembro

Energia mais cara para os brasileiros

A bandeira tarifária da energia elétrica acionada para este mês de setembro vai ser vermelha patamar 2, e os brasileiros deverão pagar R$ 5 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos.

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel, a bandeira continua nesse patamar em razão das condições hidrológicas ainda desfavoráveis e pela redução no nível de armazenamento dos principais reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN). Afirmação que o especialista em energia Renato Queiroz contesta.

“O que é importante dizer para todos é que vai continuar, a conta de luz mais alta. Ah, o armazenamento da energia dos reservatórios não são suficientes, esta é a explicação. Não chover, a culpa é da chuva. Não! Mas por quê? Todo ano isso. Por quê? Se as usinas estão poucas, se as usinas não estão conseguindo armazenar, então tem que botar mais usinas, poderia ter uma questão dessa.”

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Conta de luz terá bandeira tarifária mais cara em junho

Conta de luz vai ficar mais cara

As contas de luz em junho terão bandeira tarifária vermelha no patamar 2, o maior patamar entre as faixas tarifárias. Com isso, haverá cobrança extra nas contas de luz de R$ 5,00 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A cobrança da nova bandeira foi anunciada hoje (25) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

De acordo com a Aneel, a decisão foi tomada em razão do fim do período chuvoso e a redução no volume dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Com isso, há a necessidade de usar energia produzida pelas usinas termelétricas, que têm maior custo de produção.

*Agência Brasil



Conta de luz: maio começa com bandeira tarifária mais cara

Conta de luz em maio com bandeira amarela

Com a entrada no mês de maio, os consumidores sentirão um aumento nas contas de luz. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mudou a bandeira tarifária de verde para amarela.

O valor cobrado com a alteração será de R$ 1 a cada 100 kilowatt hora (kWh) consumidos. Segundo a Aneel, a mudança ocorre em razão do final do período chuvoso.

Com o início do período seco, cai o volume de chuva sobre os reservatórios das principais usinas hidrelétricas geradoras do país. Com isso, há a necessidade de se fazer uso da energia produzida pelas usinas termelétricas, que têm maior custo de produção.

Composto pelas cores verde, amarela e vermelha (patamar 1 e 2), o sistema de bandeiras foi criado, de acordo com a Aneel, para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica.

Com a adoção da bandeira amarela, a Aneel aconselha os consumidores a adotar hábitos que contribuam para a economia de energia, como tomar banhos mais curtos utilizando o chuveiro elétrico, não deixar a porta da geladeira aberta e não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar-condicionado.



CONTA DE LUZ: Consumidor poderá aderir tarifa branca a partir de janeiro de 2018

A partir de janeiro de 2018, os brasileiros que consumem, em média, 500 Kwh/mês, vão poder reduzir o valor da conta de luz. Isto vai ser possível devido a uma nova opção chamada tarifa branca, que permite o consumidor pagar valores bem menores se usar a energia elétrica fora do horário de pico.

Nos dias úteis, o valor da tarifa branca varia em três horários: ponta, intermediário e fora de ponta. Na ponta e no intermediário, a energia é mais cara. Fora de ponta, é mais barata. Nos feriados nacionais e nos fins de semana, o valor é sempre fora de ponta. Ou seja, o período em que a tarifa branca é mais cara é das 18hs às 21hs. O período intermediário vai de 17hs às 18hs e das 21hs às 22hs. Fora destes horários a tarifa de energia elétrica vai ser mais barata. É o que explica o diretor geral da Aneel, Romeu Rufino. “Não é não consumir, é consumir ao longo do dia e nos finais de semana no horário diferente deste horário que nós chamamos de ponta.”

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Conta de luz em outubro já têm tarifa mais cara do modelo de bandeiras

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mudou a bandeira tarifária das contas de luz, e, neste mês de outubro, passou a ser a vermelha patamar 2. Esta é a tarifa mais cara do modelo e representa a cobrança de taxa extra de R$ 3,50 a cada 100 Quilowatt-hora (kWh) consumidos. O valor extra se deve à necessidade de operar mais usinas térmicas, cujo custo de produção da energia é mais alto que a da produzida nas hidrelétricas.