Mulher é estuprada e criança de 8 anos é vítima de tentativa na Grande Natal, diz PM

G1/RN – Uma mulher de 39 anos foi estuprada por quatro homens em uma estrada que liga a BR-406 ao conjunto Rui Pereira, em Ceará-Mirim, na região metropolitana de Natal. O crime aconteceu por volta das 22h deste sábado (10), segundo informou a Polícia Militar. Mais cedo, um homem de 25 anos foi preso suspeito de tentar estuprar uma criança de oito anos de idade, na Zona Oeste da capital.

No caso de Ceará-Mirim, a PM foi chamada pelo filho da vítima. De acordo com ele, a mulher passava pela estrada em uma motocicleta modelo cinquentinha, quando foi abordada por quatro homens, que a estuprarem e roubaram sua moto.

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Polícia Civil prende homem por assédio a crianças e adolescentes pela internet em Natal

Policiais civis da Delegacia Especializada em Defesa da Criança e do Adolescentes (DCA) prenderam, na quarta-feira (02), um homem de 33 anos em cumprimento a um mandado de prisão temporária e de busca e apreensão. Ele assediava crianças e adolescentes pela internet, induzindo-as a se exibirem de forma pornográfica. A investigação teve início após o relato na delegacia, de um menino de 10 anos de idade. Um homem teria pedido ao menino uma foto de seu órgão genital pela internet.

Após a prisão, o homem foi interrogado e confessou o crime à delegada da DCA. Ele também confessou ter praticado a mesma conduta criminosa com outras crianças, em sua maioria do sexo masculino. O Artigo 241-D do Estatuto da Criança e do Adolescente considera crime as condutas de “aliciar, assediar, instigar ou constranger” por qualquer meio de comunicação, criança, com o fim de induzi-la a se exibir de forma pornográfica ou sexualmente explícita, sendo prevista pena de reclusão de 01 a 03 anos e multa. Ele foi preso e encaminhado ao sistema prisional onde aguarda a decisão da Justiça.



“Não tenho mais estrutura”, diz médica de acompanhou criança que morreu no Hospital do Seridó

A médica pediatra, Jane Cristina Medeiros, que atendeu o garoto Rian Túlio de Medeiros Bezerra, de 6 anos, que morreu na manhã desta quarta-feira (03), no Hospital do Seridó, com complicações respiratórias, usou as redes sociais para fazer uma desabafo.

Ela afirma:

“Eu era a médica do bebê de 6 anos que morreu hoje. Nem sei se a mãe dele irá ver isso. Não tive coragem de ir ao velório. Nem gostaria de vê-la nesse momento porque não iria conseguir. Mas gostaria de pedir desculpas. Por não ter sido capaz de curar seu filho. Por não conseguir uma vaga pra ele em uma UTI pediátrica quando ele precisou. Por ser somente uma pediatra do interior e não uma super-heroína como vemos na TV, onde o médico sabe fazer absolutamente tudo. Desculpa mesmo. Sei que isso não é suficiente e não consegui dizer isso pessoalmente a você porque eu iria chorar. E detesto chorar na frente das pessoas porque minhas lágrimas são só minhas. E ninguém tem nada a ver com isso. E sei que o face não é lugar pra isso, mas não tenho com quem falar e gostaria de expressar em palavras o meu pesar. Sei que meu pesar jamais se comparará ao seu. Mas gostaria de expressá-lo para que talvez eu consiga me perdoar de não ter conseguido. E prosseguir tentando confiar que nada acontece nessa terra sem o conhecimento de Deus. Só não queria ter sido o instrumento para acompanhar a realização da Sua vontade. Que o senhor e nossos irmãos desencarnados deem forças a essa mãe e esse pai. Acho que não consigo mais lidar com crianças com doenças graves. Não tenho mais estrutura”.



Com complicações respiratórias, criança morre no Hospital do Seridó em Caicó

Criança morre com complicações respiratórias no Hospital do Seridó em Caicó

Na manhã desta quarta-feira (03), morreu em um dos leitos do Hospital do Seridó, o garoto Rian Túlio de Medeiros Bezerra, de 6 anos. Ele era natural de Caicó e tinha Síndrome de Down. Sua morte, segundo apurado na unidade de saúde, foi em decorrência de insuficiência respiratória.

O garoto deu entrada no Hospital há cerca de 7 dias com sinais de gripe e o quadro de saúde se agravou. Nos últimos dias, ele precisava ser encaminhado para uma Unidade de Terapia Intensiva, mas, os médicos não conseguiram, nem em Natal, nem em Mossoró, nem em Patos. Na manhã desta quarta, ele morreu.

O Hospital do Seridó, ainda não tem um diretor administrativo nomeado pela Prefeitura que é a instituição responsável pela unidade. Assim, não se tem a quem recorrer para saber de como está funcionando a referida casa de saúde.

Na semana passada, duas crianças foram encaminhadas para Natal com complicações respiratórias, sendo que uma delas passou 9 horas dentro de uma ambulância do Samu esperando para ser removida para Natal. Se no Hospital existisse uma UTI para recebê-lo, nada disso teria acontecido.



Caicó: Criança passsa 9 horas em ambulância do Samu antes de ser conduzida para Natal

Ambulância do Samu conduziu criança para a cidade de Natal – (Foto: Willacy Dantas)

Uma criança de 1 ano e 7 meses foi transferida na manhã desta quinta-feira (27) para Natal em uma ambulância do Serviço Móvel de Urgência – Samu, depois de ficar cerca de 9 horas no interior da UTI Móvel do órgão na frente do Hospital do Seridó em Caicó.

O garoto, Ítalo Daniel da Silva de Medeiros, foi levado para o Hospital Regional por volta das 20 horas da noite de quarta-feira (26) tendo convulsões. Na urgência, ele foi atendido pelos médicos Belísio Neto e Deibi Dantas. Ambos acionaram o Samu para fazer a remoção do mesmo para Natal, inclusive, os procedimentos de regulação foram feitos. Quando os profissionais do Samu chegaram e avaliaram o quadro, informaram que não iriam fazer o transporte da criança. Os médicos do Regional sugeriram que eles (os médicos do Samu) seguissem para o Hospital do Seridó com o objetivo de ter um parecer do médico pediatra de plantão. Chegando lá, decidiram não encaminhar a criança de imediato para Natal por causa de sua situação instável. E, ficaram com o paciente no interior da unidade porque o Hospital do Seridó não tem UTI Pediátrica.

Na manhã desta quinta-feira, os profissionais do Samu decidiram conduzir a criança para Natal, segundo informações, depois que seu quadro clínico teve uma leve melhora.

A falta de estrutura no Hospital do Seridó fez com a unidade fosse usada para manter a criança estável. Ela estava com apenas um dos pulmões funcionando.

O Samu pediu apoio do Helicóptero Potiguar I para fazer a remoção da criança para Natal, mas, foi negado.



Diretoria da Caern lamenta morte de criança na cidade de Jucurutu

A Diretoria da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) se solidariza com a família de Maria Fernanda e lamenta a morte da criança de três anos. Maria Fernanda foi vítima de afogamento em um dos equipamentos da Companhia que fica em área de restrito acesso, na cidade de Jucurutu. A tragédia ocorreu quando a equipe da companhia estava realizando a limpeza do reservatório da cidade.

Foi com bastante pesar que recebemos esta notícia, não temos palavras para expressar os nossos sentimentos. Pedimos a Deus que conforte o coração dos familiares e amigos neste momento de dor”, declara Marcelo Toscano, Diretor Presidente da Companhia.

A Companhia reforça o apelo de que a população respeite os limites de segurança dos equipamentos da empresa. E ressalta que prestará toda a assistência necessária à família.



Foto de bebê refugiado morto causa comoção internacional

Do Correio Braziliense – A foto de uma criança refugiada morta ao tentar escapar da violência de seu país provocou, mais uma vez, comoção internacional. Mohammed Shohayet, de 1 ano e 4 meses de idade, estava fugindo do Estado de Rakhine, em Mianmar, e teria morrido afogado junto com a mãe, o tio e o irmão, de 3 anos.

O pai de Mohammed, Zafor Alam, afirmou que, diante da cena, preferia ter morrido. “Não há nenhum ponto em mim vivendo neste mundo, não há motivo para viver”, disse Zafor em entrevista à CNN.

De acordo com o jornal, a família estava indo para Bangladesh quando o barco onde eles estavam naufragou.

Os muçulmanos Rohingyas de Mianmar são considerados uma das minorias mais perseguidas do mundo. O governo os vê como imigrantes bengalis, apesar de que eles vivem por gerações no Estado de Rakhine, em Mianmar.