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Alvo de atirador em Goiânia, adolescente de 14 anos está paraplégica

O Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) confirmou nesta quarta-feira (25), por meio de sua assessoria, que a estudante Isadora de Morais, de 14 anos, está paraplégica. A adolescente foi vítima de um dos disparos feito por um colega na última sexta-feira (20), no colégio Goyases.

De acordo com o boletim divulgado pelo hospital, a adolescente sofreu lesão na medula e perdeu o movimento das pernas. Isadora continua internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), consciente e respirando sem a ajuda de aparelhos.

O crime aconteceu na sexta em uma sala de aula do 8º ano do Colégio Goyases, no Conjunto Riviera, na capital goiana. Os tiros foram disparados por um aluno da classe, de 14 anos, no intervalo entre duas aulas. O adolescente está em um centro de internação em Goiânia e deverá ficar apreendido por pelo menos 45 dias. A partir das quatro da tarde, o hospital concederá uma entrevista coletiva para dar mais informações sobre o estado de saúde da adolescente.



Cabo Rangel: Quebra de sigilo telefônico REVELA LIGAÇÕES entre réus minutos antes do crime

Rita de Cássia e Valdinez se falaram minutos antes do crime e segundo dados da quebra do sigilo ele estava no local do crime

A investigação feita pela Polícia Civil no caso da morte do Cabo da Polícia Militar, José Alves da Costa Rangel, crime ocorrido em abril de 2016, na Zona Norte de Caicó, revelou um caso tramado, realmente com antecedência e minunciosamente articulado.

Foi solicitada à Justiça a quebra do sigilo telefônico dos envolvidos e as informações chegadas ao processo referente a ERB (Estação Rádio Base ou a popularmente conhecida como antena ou torre de celular) do telefone (84) 99827-0435 utilizado por Valdinez, demonstra que ele estava na hora, na data e na região onde o crime ocorreu.

Com a quebra do sigilo telefônico do Cabo Rangel, de Rita de Cássia e de Valdinez, foi possível identificar que foram feitas 31 ligações entre o telefone de Rita e o telefone de Valdinez entre os dias 15 de fevereiro e 19 de abril, esta última data que corresponde justamente ao dia do crime. Após essa data, não foi registrada mais nenhuma ligação. Isso comprova a ligação estreita entre Rita e Valdinez, ela apontada como autora intelectual e ele como altor material do crime.

Outros detalhes revelam ainda às ligações realizadas no dia do crime. Uma primeira feita às 07hs28min08s instantes antes do crime a qual no momento, na ERB (Estação de Rádio Base ou antena) que foi gerada com “latitude, longitude e azimute” que esboçando esta em um gráfico, gera uma localização na Zona Norte de Caicó/RN, nas proximidades de onde o crime ocorreu. Uma segunda ligação às 7hs52min48s foi feita da mesma localidade. Sendo assim, o representante do Ministério Público afirma na denúncia que “é notório que Valdinez, estava naquela data, no local e horário do crime“.

Já o denunciado, Thiago Cigarro, como é conhecido, prestou apoio material e moral aos demais denunciados.

Todas às informações constam no processo que tramita na Vara Criminal da Comarca de Caicó e o processo é público.

A audiência aonde serão ouvidos todos os envolvidos no crime e testemunhas, vai acontecer na próxima quarta-feira, dia 15 de março, no Fórum Amaro Cavalcante. É a chamada, Audiência de Instrução e Julgamento.