Suspeito de integrar facção criminosa é preso após telefonema ao MPRN

Pistola foi apreendida com Francisco Ricardo

Francisco Ricardo Dantas da Silva é condenado por tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo, roubo e associação criminosa. Ele foi preso pela PM, no Planalto, em Natal

A Polícia Militar prendeu nesta segunda-feira o condenado de Justiça Francisco Ricardo Dantas da Silva, suspeito de integrar uma facção criminosa que atua dentro e fora de unidades carcerárias do Estado. Francisco Ricardo foi localizado após um telefonema anônimo ao 127 do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN). Ele é condenado a 14 anos e três meses de reclusão em regime fechado pelos crimes de tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo, roubo e associação criminosa.
Francisco Ricardo cumpria pena em regime semiaberto, mas deixou de comparecer à unidade prisional para pernoitar e a Justiça expediu um novo mandado de prisão. Ele era considerado foragido desde outubro do ano passado.
Na manhã desta segunda-feira (21) o Disque-denúncia 127 do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MPRN, recebeu uma informação sobre o local onde Francisco Ricardo estava. A Polícia Militar, através do Batalhão de Policiamento de Choque (BPChoque), foi acionada e ele foi localizado no bairro do Planalto, zona Oeste da capital potiguar. Francisco Ricardo Dantas da Silva portava ilegalmente uma pistola ponto 40 que pertence à Polícia Civil do Rio de Janeiro. Ele será entregue ao sistema prisional para cumprir o restante da pena a que é condenado.



MPF denuncia ex-prefeito de Nova Cruz

Flavio Azevedo foi denunciado pelo MPF

O Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN) apresentou uma denúncia e uma ação de improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Nova Cruz, Flávio Azevedo Rodrigues de Aquino. Ele não prestou contas de um repasse recebido em 2010, no valor de R$ 48.900, e cujos recursos deveriam ter sido investidos na educação de jovens, adultos e idosos, dentro do programa Brasil Alfabetizado.

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PGR denuncia Jair Bolsonaro por racismo, e Eduardo Bolsonaro por ameaças a jornalista

Jair Bolsonaro e o filho Eduardo, foram denunciados pela PGR

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta sexta-feira (13), o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) por racismo praticado contra quilombolas, indígenas, refugiados, mulheres e LGBTs. Filho de Jair e igualmente deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) também foi denunciado por ameaçar uma jornalista.

Se condenado, Jair Bolsonaro poderá cumprir pena de reclusão de um a três anos; a PGR também pede o pagamento mínimo de R$ 400 mil por danos morais coletivos. Já no caso de Eduardo, a pena prevista – de um a seis meses de detenção – pode ser convertida em medidas alternativas, desde que sejam preenchidos os requisitos legais.

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Juiz aceita denúncia do MPF e ex-deputados federais do MDB se tornam réus

ABr – A Justiça Federal em Brasília aceitou hoje (9) denúncia do Ministério Público Federal (MPF) no inquérito que investiga uma suposta organização criminosa formada por ex-deputados do MDB (antigo PMDB) da Câmara dos Deputados. A decisão foi tomada pelor juiz Marcus Vinícius Reis Bastos, da 12ª Vara Federal.

Com a decisão, se tornaram réus nas investigações os ex-deputados Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha, Rodrigo Rocha Loures e Henrique Eduardo Alves. A referida organização criminosa seria responsável por negociar com empresas vantagens indevidas na Petrobras, na Caixa Econômica Federal e na própria Câmara, segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR). Os quatro já estão presos em decorrência de outras investigações – apenas Rocha Loures está em prisão domiciliar.

Inicialmente, os parlamentares foram denunciados pela PGR ao Supremo Tribunal Federal (STF) junto com o presidente Michel Temer. No entanto, no ano passado, a tramitação da denúncia contra Temer  foi suspensa por decisão da Câmara dos Deputados. Depois disso, o ministro Edson Fachin decidiu desmembrar o processo, enviando para a primeira instância as investigações contra os acusados sem foro privilegiado na Corte.



PGR denuncia líder do PP e pede cassação de seu mandato

PGR denunciou o deputado Arthur Lira – (Foto: Gustavo Lima/Câmara dos Deputados)

A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou nesta segunda-feira (2) ao Supremo Tribunal Federal (STF) denúncia contra o líder do PP na Câmara, deputado Arthur Lira. A PGR pediu a cassação do mandato do parlamentar alagoano, suspeito de lavagem de dinheiro e prevaricação.

De acordo com a denúncia, Arthur Lira teria aceitado propina de R$ 106 mil do então presidente da Companhia Brasileira de Transportes Urbanos (CBTU), Francisco Colombo. A quantia teria sido recebida em espécie, pelo assessor parlamentar Jaymerson José Gomes, no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

O funcionário do gabinete de Lira escondeu o dinheiro pelo corpo, nos bolsos do paletó, junto à cintura e dentro das meias. Ele acabou descoberto quando passou pelo aparelho de raio-x, sendo detido por agentes da Polícia Federal.

O crime, segundo a PGR, foi descoberto no âmbito da operação Lava Jato, sendo revelado pelo doleiro Alberto Youssef, operador do Partido Progressista.



Secretário de Saúde é denunciado por inserir informação falsa em documento público

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) ofereceu denúncia na Justiça potiguar contra o secretário municipal de Saúde de Afonso Bezerra, Francisco de Assis Aquino, por ter inserido informação falsa em documento público. De acordo com as investigações, a intenção seria tentar desviar a fiscalização do Ministério Público e prejudicar o fornecimento de procedimento médico a uma cidadã.

A Promotoria de Justiça de Angicos instaurou inquérito civil para apurar recusa da Secretaria Municipal de Saúde de Afonso Bezerra em autorizar procedimento cirúrgico a uma senhora, para retirada de nódulo no seio esquerdo.

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Ex-procuradora diz que recebia mesada em troca de silêncio sobre corrupção no RN

Rita foi presa na Operação Dama de Espadas – (Foto: Sergio Henrique Santos/InterTV Cabugi)

Do G1/RN – Rita das Mercês, ex-procuradora da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, diz que ganhava R$ 5 mil por mês para não denunciar a participação de políticos, inclusive o governador Robinson Faria (PSD), em um esquema de corrupção que desviou até R$ 9 milhões dos cofres públicos.

Em ação monitorada pela Polícia Federal e revelada na reportagem do Fantástico, Adelson Freitas dos Reis, que era assessor do governador Robinson Faria, foi flagrado fazendo os pagamentos. O dinheiro que comprava o silêncio de Rita era entregue para o filho dela, Gustavo Villaroel, diz a ex-procuradora.

Este pagamento mensal de R$ 5 mil em troca de silêncio dela sobre corrupção durou entre 2015 e 2017, Rita das Mercês disse ao Ministério Público Federal (MPF).

Vídeo

Em um dos vídeos da ação monitorada pela PF, Rita reclama de seus custos com o advogado. Adelson responde: “Ritinha, mas aquele negócio… Robinson pediu pra você: ‘Diga a ela que não, quem vai pagar sou eu’“.

Depois, Adelson diz: “Você tem o apoio da pessoa mais importante, que é Robinson. Pode ficar tranquila“.

Governador nega

O advogado de Robinson Faria nega que o governador tenha autorizado qualquer conversa de Adelson e Rita das Mercês.

Rita é investigada por desvio de dinheiro da Assembleia Legislativa entre os anos de 2006 e 2011. Ela foi presa em 2015 e hoje está respondendo em liberdade. Em 2017, ela procurou o MPF para dizer que deputados estaduais e federais, senadores e também o governador teriam se beneficiado do esquema.

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Vereador Odair denúncia que Batata pode ter pago obra não realizada

Odair Diniz fez denúncia contra o prefeito Batata

Durante a sessão da Câmara de Vereadores desta segunda-feira (26), uma denúncia feita em plenário chamou a atenção. O presidente da casa, vereador Odair Diniz (PSDC), disse que existem indícios de que o Prefeito Batata Araújo, pagou a empresa Real Energy LTDA. por obra que não foi realizada. A empresa teria sido a mesma que no final de 2016, o então prefeito Roberto Germano, não pagou por que não tinha identificado a suposta execução da expansão da rede elétrica que compreende entre o posto Santa Cruz, no Bairro Barra Nova e o cemitério morada da Paz, na saída para o perímetro irrigado Sabugi. O trecho é de 2,2 quilômetros.

O Ministério Público pediu dentro da Operação Blackout todas as licitações, tomada de preço e pregão presencial, além do contrato feito em 2016 pelo Município de Caicó, na gestão de Roberto Germano com a empresa Real Energy LTDA.



MPRN vai recorrer da decisão do TJRN que rejeitou denúncia contra prefeito de Natal

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) vai recorrer da decisão do pleno do Tribunal de Justiça que rejeitou denúncia contra o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, nesta quarta-feira (21). O objeto da denúncia é a captação ilegal de tributos, incorrendo o prefeito em crime de responsabilidade. O placar do julgamento foi de 4 a 4, o que beneficia o réu.

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Justiça recebe denúncia do MPF contra Tomba Farias

O pleno do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) recebeu a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o deputado estadual do Rio Grande do Norte Luiz Antonio Lourenço de Farias, mais conhecido como “Tomba Farias”. Ele é acusado de ter homologado licitação com preços superfaturados e autorizado execução de obra pública em área privada quando foi prefeito de Santa Cruz (RN). Com a decisão do TRF5, o deputado responderá a ação penal pelos crimes de desvio de recursos públicos e peculato de uso, junto com o empresário Jeova Carneiro Alves e o fazendeiro Juarez Pontes de Souza.

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MPF denuncia ex-prefeito por descontar consignado de servidores e não repassar ao banco

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou uma denúncia e uma ação por improbidade contra o ex-prefeito de Jandaíra (RN) José Roberto de Sousa – conhecido como Beto Roque – por ter descontado dos contracheques os valores dos empréstimos consignados feitos pelos servidores junto à Caixa Econômica Federal (CEF), sem repassar a quantia ao banco. O fato ocorreu durante todo o ano de 2016 e o desvio alcançou R$ 821.272,09.

É de se destacar que não há qualquer notícia sobre o destino dos recursos que foram descontados dos servidores”, alerta o Ministério Público Federal. Além do “desaparecimento” do dinheiro, outra consequência negativa da atitude ilegal do ex-prefeito foi a suspensão, por parte da CEF, do contrato que permitia aos servidores do município realizarem ou renovarem os empréstimos consignados.

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MPF denuncia Henrique Eduardo Alves por lavagem de dinheiro em obra no Rio

O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) denunciou hoje (7) o ex-ministro do Turismo e ex-presidente da Câmara dos Deputados Henrique Eduardo Alves por mais um crime de lavagem de dinheiro. Decorrente das investigações realizadas no âmbito da Operação Sépsis, a ação penal foi enviada à 10ª Vara da Justiça Federal.

Henrique Alves é acusado de ter feito transações financeiras, em 2014 e 2015, para encobrir propina paga pela Construtora Carioca, uma das responsáveis pela obra Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. Se a denúncia for aceita, ele será réu por lavagem de dinheiro.

Segundo o MPF/DF, o denunciado realizou transferências/movimentações eletrônicas de uma conta titularizada por uma offshore, da qual era beneficiário econômico, para outras contas sediadas em paraísos fiscais.

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PGR denuncia Geddel e irmão por lavagem de dinheiro e associação criminosa

ABr – A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou hoje (4) ao Supremo Tribunal Federal (STF) o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o irmão dele, o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa. A investigação está relacionada à apreensão, pela Polícia Federal (PF), dos R$ 51 milhões em um apartamento em Salvador.

Também foram denunciados pelos mesmos crimes a mãe de Geddel, Marluce Vieira Lima, e um ex-assessor do deputado, Job Brandão.

Geddel foi preso no dia 8 de setembro, três dias depois que a PF encontrou o dinheiro no apartamento de um amigo do político. Os valores apreendidos foram depositados em conta judicial.

Segundo a Polícia Federal, parte do dinheiro seria resultante de um esquema de fraude na liberação de créditos da Caixa Econômica Federal no período entre 2011 e 2013, quando Geddel era vice-presidente de Pessoa Jurídica da instituição.

A reportagem ainda não conseguiu contato com a defesa de Geddel e dos demais denunciados.



Henrique Alves, Eduardo Cunha, Lúcio Funaro e mais cinco são denunciados pelo MPF

O Ministério Público Federal do Rio Grande do Norte denunciou nesta terça-feira (28) o ex-ministro Henrique Alves (PMDB), o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB) e o ex-operador do PMDB Lúcio Funaro por lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Além deles, outras cinco pessoas ligadas a Alves também foram denunciadas.

A denúncia do MPF-RN se refere a um suposto esquema de cobrança de propina para empresas que procuravam financiamentos pela Caixa Econômica Federal. De acordo com os procuradores, a fraude teria rendido R$ 4.235.000,00, e o dinheiro deveria ser usado na campanha de Henrique Alves ao Governo do Rio Grande do Norte em 2014.

*Fonte: G1/RN – leia a matéria completa aqui