Aplicativo Pardal registra mais de 10 mil denúncias em um mês

Aplicativo recebe milhares de denúncias

Desde que foi lançado, há um mês, o aplicativo Pardal registrou 10.275 denúncias de supostas irregularidades cometidas durante a campanha eleitoral de 2018. As infrações mais recorrentes envolvem propaganda eleitoral (6.839 notificações), seguidas de crimes eleitorais (1.376 notificações), outros crimes (921 notificações), compras de votos (238 notificações) e doações e gastos eleitorais (89 notificações). Os dados são referentes a boletim divulgado às 18h desta segunda-feira (24).

Desenvolvido pela Justiça Eleitoral, a versão 2018 do aplicativo pode ser baixada gratuitamente em smartphones e tablets nas lojas virtuais Apple Store e Google Play desde agosto. O objetivo da ferramenta é incentivar os cidadãos a atuar como fiscais da eleição no combate à corrupção eleitoral. Até o momento, o aplicativo foi instalado em 31.652 dispositivos móveis, entre celulares e tablets, sendo 25.457 por usuários do sistema operacional Android e 6.195 por usuários do sistema iOS.

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Partidos anunciam candidatos e vices à presidência em último fim de semana de convenções

No fim do prazo para a realização das convenções partidárias, várias siglas anunciaram seus candidatos à vice-presidência. No total, o Brasil terá 13 nomes concorrendo ao mais alto cargo do poder executivo federal. As convenções foram realizadas neste fim de semana.

A convenção do MDB no Rio Grande do Sul escolheu como vice na chapa Germano Rigotto, ex-governador do estado. É a primeira vez em 24 anos que o partido concorre às eleições presidenciais com chapa própria, encabeçada por Henrique Meirelles. Além de governador do estado gaúcho, Rigotto já foi vereador, deputado estadual e federal.

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Caicó: Polícia Civil realizou ações em dois bairros atendendo denúncias anônimas

Policiais civis de Caicó realizaram diligências no Bairro Walfredo Gurgel, nesta terça-feira (19), depois de receber denúncia anônima dando conta de uma possível reunião de traficantes próximo a uma Escola no referido Bairro. A Polícia Civil prontamente se dirigiu ao local, mas, não encontrou nada. Foram realizadas algumas abordagens, mas, nada de ilegal foi encontrado.

Também visando atender denúncias dando conta do paradeiro de foragidos que estariam no Bairro João XXIII, a equipe de policiais deslocou-se para aquela região e realizou levantamentos, mas, ninguém foi preso.

A autoridade policial destacou que ações dessa natureza são corriqueiras e serão intensificadas, inclusive, com apoio da Polícia Militar, e pede que a população continue colaborando através de informações que levem à localização de criminosos.



Denúncias de violência contra a mulher podem ser feitas por diversos canais

O Disque Denúncia 180, o SOS Mulher e o Portal da Mulher Potiguar são ferramentas que estão disponíveis para qualquer cidadão potiguar que queira fazer denúncia de agressão contra a mulher, mesmo que seja apenas uma suspeita.

O SOS Mulher, que funciona 24 horas por dia através do número 0800 281 2336, é mantido pela Coordenadoria da Defesa da Mulher e das Minorias (CODIMM), órgão que faz parte da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed).

O Disque Denúncia 180, também conhecido como Central de Atendimento à Mulher, é um canal criado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR). Ele recebe as ocorrências e encaminha para as forças de segurança dos estados de origem.

Já o Portal da Mulher Potiguar, é iniciativa da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres do RN (SPM/RN). Ele funciona através do endereço www.mulherpotiguar.rn.gov.br e para registrar algum caso de violência, basta acessar a aba ‘Denúncia’.

Somente este ano, em todo o Estado, esses serviços receberam 817 denúncias de violência contra mulheres. “São violências dos mais variados tipos, desde a mental até a física e sexual. Por isso a importância da denúncia e de preferência logo nos primeiros sinais de violência”, destacou Erlândia Passos, titular da Coordenadoria da Defesa da Mulher e das Minorias (CODIMM).