14 milhões de pessoas estão desempregadas no Brasil

Quantidade de pessoas desempregadas no Brasil aumentou segundo o IBGE

Em apenas uma semana, houve aumento no número de pessoas buscando emprego e redução no total de trabalhadores ocupados no Brasil. O dado é da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid (Pnad Covid) semanal do IBGE, divulgada nesta sexta-feira (16), que mostrou ainda que o número de brasileiros sem trabalho em busca de uma vaga aumentou em 700 mil entre a terceira e a quarta semana de setembro.

A população desempregada foi estimada em um recorde de 14 milhões de pessoas na quarta semana de setembro, contra 13,3 milhões na semana anterior.

A taxa de desemprego no País subiu a 14,4% na quarta semana de setembro, o maior resultado já alcançado na Pnad Covid semanal, iniciada em maio deste ano para monitorar o mercado na pandemia. Já o total de pessoas trabalhando desceu a 83 milhões, 700 mil a menos que o patamar da semana anterior,  quando havia 83,7 milhões de pessoas ocupadas.


População sente mais medo do desemprego, aponta CNI

Desde 1996, o brasileiro poucas vezes esteve tão preocupado com o desemprego como agora. Em pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o índice mostra aumento de 4,2 pontos acima do registrado em março, chegando a 67,9 pontos em junho.

O indicador pode variar de 0 a 100 pontos e quanto maior o número, maior o medo do desemprego. Esse valor registrado é o maior da série histórica, empatando com os valores registrados de 1999 e em junho de 2016.

O gerente-executivo de pesquisas da CNI, Renato da Fonseca, explica o porquê do medo da sociedade.

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Segundo o INGE, 27,7 milhões de brasileiros estão desempregados

Subutilização da força de trabalho atinge 27,7 milhões de brasileiros, revela IBGE

O desemprego continua sendo um dos fantasmas que mais assombra a população brasileira. Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística revela que, no Brasil, falta trabalho para 27,7 milhões de pessoas.

O levantamento, que foi feito por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) aponta que a taxa de subutilização da força de trabalho atingiu 24,7% no 1º trimestre deste ano. A taxa é a maior apresentada pela PNAD Contínua desde 2012.

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