“Já descobrimos 40 milhões de dívidas deixadas e 5 renegociações de dívidas de INSS não cumpridas”, declarou o prefeito Tadeu

Dívidas deixadas pela gestão passada se avoluma a cada dia

Quanto a contenção de despesas, o prefeito Dr. Tadeu disse que manteve novo contato com o ministro Rogério Marinho a respeito do apelo que fez para tentar junto ao presidente do INSS uma renegociação da dívida do Município com o órgão e, apesar do ministro ser sensível à causa, não escondeu do prefeito que a maior dificuldade é que renegociar uma dívida que já foi renegociada cinco vezes.

Ainda na entrevista, o prefeito falou do montante de dívidas da Prefeitura, que passa dos 40 milhões de reais.

Estamos tendo acesso a algumas dívidas, e, até agora, já aparece que a prefeitura deve em torno de 40 milhões de reais. Só com fornecedores, são 18 milhões. Com os servidores atrasados de dezembro de 2019, cerca de 3 milhões, 10 milhões de dívida com a União, mais 18 milhões de reais de compensações previdenciárias, mas, nós vamos começar cortando despesas para tentar fazer a recuperação financeira e botar o INSS em dia e, então, termos um regime especial”, revelou o prefeito de Caicó.


Dez milhões de pessoas podem quitar dívidas por apenas R$ 50

A Serasa informou nesta segunda-feira (9) que 10 milhões de consumidores poderão quitar dívidas por apenas R$ 50. A ação faz parte do 26º Feirão Limpa Nome, que permite renegociar dívidas atrasadas com até 99% de desconto. O feirão começou na semana passada

Participam da iniciativa mais de 50 empresas de diversos segmentos, como lojas de departamento, companhias telefônicas, bancos e faculdades. A estimativa é que as ações podem dar a possibilidade para 64 milhões de consumidores regularizarem sua situação. O feirão vai até o dia 30 deste mês.

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Quatro em cada dez consumidores inadimplentes devem até R$ 500, aponta pesquisa

Uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) aponta que quatro em cada dez consumidores que começaram o mês de agosto com o CPF inscrito na lista de inadimplentes (37%) devem até R$ 500.

Segundo o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, a liberação dos saques das contas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, o FGTS, vai servir, essencialmente, para sanar essas pendências.

“Trinta e sete por cento dos brasileiros com o nome sujo devem até R$ 500. Isso é muito interessante, porque muitas pessoas acharam que o saque do Fundo de Garantia de R$ 500 seria pouco dinheiro, mas aí nós vemos que este dinheiro, se bem usado, pode resolver o problema do nome sujo de muitas pessoas. Não há coisa pior do que você ter o nome sujo e não conseguir ter aí acesso a algum tipo de crédito. Então, os R$ 500 podem e devem sim ser usados para resolver os problemas”, enfatizou.

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Quarenta municípios do RN tiveram FPM retido por dívidas com o Governo Federal

Quarenta cidades do Rio Grande do Norte não receberão os repasses federais referentes a primeira cota de outubro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Para ter direito aos recursos da União, os municípios não podem estar em dívida com o Governo Federal.

No último mês de setembro, 45 cidades do RN já haviam ficado de fora da primeira cota e não receberam os montantes do programa.

Para a Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), o planejamento financeiro dos municípios ficarão comprometidos sem o dinheiro do FPM. “O alto número de municípios com o FPM zerado desde o mês passado tem mostrado que a crise continua, e o quanto os municípios, que é onde tudo acontece, são penalizados, ficando sem recursos”, afirma Naldinho, presidente da Femurn e prefeito de São Paulo do Potengi.

O Fundo de Participação dos Municípios (FPM), do Governo Federal, destina verbas aos municípios brasileiros. O valor do repasse para cada cidade é calculado com base no número de habitantes estimado anualmente pelo IBGE.

Confira abaixo a lista dos municípios do RN que tiveram a primeira cota do FPM de outubro retida:

Afonso Bezerra, Alto do Rodrigues, Antônio Martins, Arez, Baraúna, Bento Fernandes, Carnaubais, Encanto, Equador, Extremoz, Felipe Guerra, Florânia, Galinhos, Gov. Dix-sept Rosado, Grossos, Ielmo Marinho, Ipanguaçu, Janduis, João Câmara, Lagoa D’anta, Nova cruz, Parazinho, Pau dos Ferros, Pedra Grande, Pedro Velho, Pendências, Poço Branco, Porto do Mangue, Rio do Fogo, Santana dos Matos, Santo Antônio, São Bento do Norte, São Miguel do Gostoso, São Pedro, Senador Georgino Avelino, Tenente Laurentino, Tibau, Touros, Umarizal e Vila Flor.


BNDES renegocia dívidas de R$7,8 bilhões com 13 estados

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) renegociou dívidas no valor de mais de sete bilhões de reais com 13 estados. O acordo foi concluído no dia 22 de dezembro. As maiores dívidas vinham das regiões de São paulo, com 1,7 bilhão, acompanhados da Bahia e do Maranhão com 1,6 e 1 bilhão, respectivamente, de dívida com o Banco Nacional.

O acordo foi realizado com base na Lei Complementar 156, que define auxílio aos estados e ao Distrito Federal. Com isso, os governos estaduais podem prorrogar os pagamentos das dívidas, num prazo de dez anos, com quatro anos de carência para a primeira parcela. De acordo com o BNDES, as dívidas são referentes ao Programa Emergencial de Financiamento e ao Programa de Apoio ao Investimento dos Estados e Distrito Federal.


Prazo para aderir o Programa de Regularização Rural irá até o dia 30

Dívidas rurais podem ser parceladas

Os produtores rurais terão até o dia 30 de novembro para fazer a adesão ao Programa de Regularização Rural (PRR). Com isto, os agricultores vão ter condições especiais para renegociarem as dívidas em relação às contribuições de empregadores rurais e de segurados especiais. Lembrando que isto vai valer para pagamentos atrasados até abril de 2017.

Os produtores que quiserem participar, devem pagar, no mínimo, 4% dos débitos até dezembro. O restante, pode ter abatimento de 25% sobre o total de multas e 100% dos juros.

Se a dívida for menor do que R$ 15 milhões, 96% do débito vai ser dividido em 176 parcelas de pelo menos R$ 100. Agora, se o valor for maior que R$ 15 milhões, também poderá ser parcelado em 176 vezes, só que as parcelas mínimas serão de R$ 1 mil.