Hospital do Seridó recebe mamógrafo doado pela UFRN

Mamógrafo foi doado pela UFRN para o Hospital do Seridó

O hospital do Seridó ganhou um mamógrafo que já está na unidade. O equipamento foi doado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e é proveniente da Maternidade Escola Januário Cicco em Natal, mas está em plenas condições de funcionamento.

O anúncio da chegada do mamógrafo foi feito pelo prefeito Batata em suas redes sociais.

Recentemente ficou decidido em reunião no Ministério Público que o Município de Caicó detém a partir de agora, o controle integral do Hospital do Seridó.


Prefeito sanciona lei que doa terreno para programa habitacional em Caicó

Terreno para construção de casas já foi escolhido e doado

O Município de Caicó anuncia mais uma boa notícia para os servidores que ainda não têm casa própria, mas que esperam pela concretização de um novo programa habitacional pleiteado pela prefeitura.

O prefeito Batata Araújo sancionou a lei aprovada pela Câmara Municipal que autoriza a doação de um terreno localizado no bairro Nova Caicó, medindo 45.408 metros quadrados ao Instituto Anastasis de Desenvolvimento.

O terreno destinar-se-á exclusivamente à promoção, por parte do instituto, para programa habitacional destinado a contemplar o programa Parcerias Minha Casa Minha Vida, para os servidores públicos efetivos do Município de Caicó, nos termos do edital de chamamento público 003/2016.


Redome quer atingir até 250 mil novos doadores de medula óssea este ano

O Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), considerado o terceiro maior do mundo, pretende alcançar este ano entre 200 mil e 250 mil novos doadores voluntários, especialmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que apresentam características de miscigenação próprias. A ideia é priorizar doadores cuja característica genética não tem tanta representatividade no registro.

O esforço para estimular o cadastro de doadores será feito também nas áreas de fronteiras, que inclui indígenas brasileiros, com o objetivo de fazer com que o registro nacional seja interessante também para países vizinhos da América Latina e para outras nações, como Portugal, Espanha, Itália, que contribuíram para a migração no Brasil. A informação foi dada à Agência Brasil pelo coordenador do Redome, sistema criado pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) do Ministério da Saúde, Luis Fernando Bouzas.

Seguindo orientação geral para todos os registros no mundo, o Redome vai procurar também incluir doadores mais jovens no cadastro, na faixa de 18 anos a 30 anos. Além de os resultados dos transplantes com doadores nessa faixa etária serem melhores para os pacientes, mais tempo eles permanecerão cadastrados, com possibilidade de serem identificados.

Saiba tudo sobre doação de medula óssea no site do Redome acessando aqui