Escrivães de Polícia Civil do RN confirmam paralisação de quarta-feira (26)

Sem qualquer posição do Governo do Estado até o momento, os escrivães de polícia do RN confirmam o início de uma paralisação para esta quarta-feira (26). A decisão foi aprovada em assembleia realizada na última segunda-feira, em conjunto com agentes de polícia, no Sindicato dos Policiais Civis e dos Servidores da Segurança Pública do RN – Sinpol, no bairro de Cidade Alta. Segundo os policiais, o movimento durará até que o governo do Estado atualize a folha salarial. Até hoje, agentes e escrivães não receberam o 13º de 2017 e estão sem previsão de pagamento do 13º de 2018 e do salário de dezembro deste ano.

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Delegados e escrivães prometem lotar galerias da Assembleia nesta quinta-feira

Delegados e escrivães de Polícia estarão nesta quinta-feira, 21, nas galerias da Assembleia Legislativa para acompanhar a votação que vai definir a autorização do empréstimo que o Governo do Estado deseja contratar junto à Caixa Econômica Federal.

Os delegados querem acompanhar a votação e saber o valor que os deputados estaduais irão destinar para melhorar a estrutura e funcionamento da Polícia Civil, além de agradecer-lhes o apoio que receberam para a melhoria da Segurança Pública.

A Adepol (Associação dos Delegados de Polícia Civil) manteve contato com vários deputados e ouviu palavras de apoio na Assembleia Legislativa, de que a Polícia Civil seria contemplada com investimentos dentro do plano de gastos dos quase R$ 700 milhões pretendidos pelo Executivo.

No começo, quando o Governo enviou o projeto para a Assembleia, não estava previsto nada para a Polícia Civil. Ao percebermos que a polícia investigativa ficaria mais uma vez sem recursos, mesmo passando pelo momento mais dramático de sua história no tocante à falta de efetivo e de instrumentos de trabalho, nos mobilizamos e fomos até os deputados, que garantiram influir para que uma parte dos recursos seja destinada à reforma das delegacias e aquisição de veículos”, explica a delegada presidente da Associação dos Delegados de Polícia Civil, Adepol, Paoulla Maués.

Ainda no tocante a campanha, é importante frisar a quantidade de manifestações de apoio que os delegados e escrivães obtiveram de prefeitos, vereadores, imprensa e sociedade quando souberam que não estava originariamente nos planos do empréstimo, a destinação de recursos para a polícia que sofre com o maior sucateamento da história!

Todos os segmentos da sociedade se sensibilizaram com a causa e ficaram perplexos com a ausência de previsão de investimentos na polícia civil. Não há como reduzir os índices de violência, sem fortalecer a polícia civil! E isso será corrigido pelos Deputados nesta votação!”, confia a delegada Paoulla Maués, presidente da ADEPOL.