Exército escolta caminhão até Reduc na 1ª ação após anúncio de Temer

Quatro viaturas e quatro motocicletas da Polícia do Exército passaram, no início da tarde desta sexta-feira (25), entre os manifestantes que estão na frente da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), em Duque de Caxias (RJ), fazendo escolta para um caminhão-tanque.

Os manifestantes aplaudiram os militares, em apoio à sua presença – em pronunciamento na tarde de hoje, o presidente Michel Temer anunciou que forças forças federais seriam usadas para desobstruir vias bloqueadas pelo movimento dos caminhoneiros. A escolta do caminhão-tanque até a Reduc é a primeira ação neste sentido desde que o presidente anunciou a medida.

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Secretária de Segurança deve coordenar ações de prisões com a Força Nacional ou o Exército

Em sua decisão, o desembargador Cláudio Santos, manda prender os integrantes ativos e inativos da Segurança Pública do RN que incitem, promovam, estimulem, ou colaborem para a continuação da greve no sistema de segurança pública por crimes de motim, insubordinação ou desobediência.

A Secretária de Segurança Sheila Maria Freitas, deve, de acordo com a decisão, acompanhar pessoalmente a efetivação da medidas, inclusive, coordenando a eventual utilização da Força Nacional ou as forças federais nos atos.



Ofício pede emprego de homens do Exército nas ruas de Caicó

Sobre os ofícios pedindo a atuação das Forças Federais em Caicó, um dos documentos foi encaminhado neste sábado (30), ao Ministro da Defesa, Raul Jungmann, para que seja feito o emprego do Exército Brasileiro na cidade.

A justificativa é a grave crise de insegurança pública instalada no Rio Grande do Norte e a falta de policiamento nas ruas que tem provocado diversas ações criminosas.

O fato de existir um presídio em Caicó também foi levado em conta. A unidade prisional atualmente tem mais de 400 internos cumprindo penas e com integrantes de facções criminosas que atuam nos presídios do Rio Grande do Norte e em São Paulo.

Uma sugestão levantada seria a de empregar os militares do 1º Batalhão de Engenharia e Construção que estão instalados em Caicó, sem ter a necessidade de trazer homens de outros batalhões.



Exército começou trabalho de patrulhamento nas ruas de Natal nesta sexta

Rafael Barbosa (G1/RN) – Parte dos 2 mil homens do Exército Brasileiro que vão fazer patrulhamento em Natal iniciou a atuação nas ruas da capital potiguar. De acordo a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), o trabalho começou por volta das 20h30 desta sexta-feira (29).

As Forças Armadas chegam ao Rio Grande do Norte para a suprir a ausência dos policiais militares no patrulhamento. Desde o dia 19 de dezembro, os PMs não saem dos batalhões, em protesto contra os atrasos salariais e as más condições de trabalho da categoria.

Entre o dia em que iniciou a movimentação dos policiais e esta quinta-feira (28), a Sesed contabilizou 506 arrombamentos, furtos e roubos na Região Metropolitana de Natal.

Através de nota, a Secretaria informou que os soldados do Exército saíram de três batalhões para diferentes lugares da capital.



General do Exercito detém comando operacional dos órgãos de segurança do RN

O Governador Robinson Faria, assinou decreto nesta sexta-feira (29), transferindo o controle operacional dos Órgãos de Segurança Pública, para garantia da Lei e da Ordem no Estado do Rio Grande do Norte, para o General de Brigada RIDAUTO LÚCIO FERNANDES, Comandante da Operação Potiguar III.

O General é a autoridade encarregada das operações das Forças Armadas na Região Metropolitana de Natal e em Mossoró, no período de 29 de dezembro de 2017 a 12 de janeiro de 2018.

O emprego das Forças Armadas nas ações de segurança no estado, foi autorizado por decreto federal divulgado no Dário Oficial da União, em edição extra nesta sexta-feira (29), em decorrência da paralisação dos policiais militares e civis acarretando insegurança e transtornos à população potiguar.



Mais de 37 mil militares brasileiros atuaram pela paz e reconstrução do país haitiano

Mais de 37 mil militares brasileiros atuaram pela paz e reconstrução do país haitiano

O Brasil coordenou a Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti, a Minustah, durante 13 anos e neste período, mais de 37 mil militares brasileiros atuaram pela paz e reconstrução do país haitiano. Agora, com a missão cumprida, eles foram homenageados pelo Ministério da Defesa, em conjunto com a Marinha, o Exército e a Força Aérea, em uma cerimônia realizada no Rio de Janeiro, no último final de semana. O capitão Luís Manoel de Campos Mello foi quem comandou os 290 homens no Haiti e conta como era o trabalho deles lá e do orgulho de fazer parte de uma missão de paz. “O dia-a-dia era de muito trabalho, os nossos soldados estavam o tempo todo patrulhando a cidade, trazendo segurança ao povo haitiano. E, para nós, foi muito compensador poder fazer parte deste trabalho, desta história de sucesso do contingente militar brasileiro, das Forças Armadas Brasileiras, dando apoio a uma missão de paz da ONU”.

Durante a homenagem que o governo fez aos militares que colaboraram na missão, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse que o mundo precisa de menos guerra e mais paz. “O mundo precisa de mais missões de paz. Quem tira recursos da ONU, tira, do único instrumento de governança multilateral e voltado para a paz e o desenvolvimento que nós temos no mundo”.

Segundo o ministro da Defesa, esta missão gerou reconhecimento internacional para o Brasil, que já recebeu mais de 10 convites para atuar em outros país.



Operação conjunta da Polícia Militar e do Exército apreende armas e drogas

Nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (27), a Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte e o Exército Brasileiro desencadearam uma operação conjunta no bairro Passo da Pátria, zona Leste de Natal.

A operação contou com policiais militares de três unidades operacionais, entre o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) e da Companhia de Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (ROCAM), além do Centro Integrado de Operações Aéreas (CEIOPAER) e da Polícia do Exército Brasileiro.

Na operação foram apreendidas seis armas de fogo, entre elas uma pistola de calibre restrito das Forças Armadas (9mm), 3 pistolas calibre .380, e 2 revólveres calibre .38, além de aproximadamente 22 kg de maconha, 3 barras de explosivos, bala clava, colete balístico e diversos materiais, como TV’s e aparelhos de som.

Na ação policial foram recapturados os foragidos Vanderson Barros Pacheco, 30 anos, João Paulo Fernandes de Assis Lima, 25 anos, e Rodrigo Januário Alves, 32 anos. Também foi preso na operação Josiel Gomes Bastos, 28 anos. Há suspeitas de que os presos são integrantes da facção criminosa Sindicato do RN.



A pedido do governo do estado, Exército vai reforçar segurança nas ruas de Natal

A pedido do governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, as Forças Armadas irão reforçar a segurança nas ruas de Natal. A capital potiguar enfrenta uma onda de violência, com ataques a ônibus, delegacias e outros prédios públicos após a rebelião que terminou com 26 mortos Penitenciária Estadual de Alcaçuz.

O pedido de envio das tropas foi feito hoje (19) ao presidente Michel Temer, que participava de evento em Ribeirão Preto.

Ao desembarcar em Brasília, Temer conversou com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e autorizou o envio dos militares, principalmente do Exército, para a capital potiguar. A assessoria da Presidência da República não informou o tamanho do efetivo nem quando os agentes chegarão a Natal.

Presídios

Ontem (18), o governo do Rio Grande do Norte apresentou oficialmente ao governo federal a solicitação para que as Forças Armadas possam atuar na segurança dos presídios do estado.

Em entrevista após o evento em Ribeirão Preto, Temer reiterou que a atuação das Forças Armadas dentro dos presídios ficará restrita à inspeção. “E claro que elas vão cuidar dos presos, mas elas vão ter uma presença muito eficaz, muito eficiente nesta inspeção que farão ao longo do tempo, porque uma das coisas que agrava muito a questão dos presídios é a entrada de armas, celulares, etc”, afirmou.

“Aparentemente, era uma questão só local, mas que começou a ultrapassar as fronteiras físicas e jurídicas dos estados brasileiros, gerando quase uma questão ligada à segurança nacional. Nós não podemos tolerar, a União não pode ficar inerte, não pode tolerar esses movimentos que estão sendo feitos”, disse o presidente ao justificar a necessidade de tropas nas penitenciárias.

Temer destacou que o governo destinou R$ 150 milhões para a detecção de celulares nas penitenciárias e que, nos próximos meses, serão construídos 30 novos presídios federais e estaduais.

*Agência Brasil