Fiocruz retoma projeto com mosquitos que combatem a dengue

Programa foi interrompido há três meses, devido à pandemia de Covid-19

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) retomou nesta segunda-feira (22) a liberação de mosquitos Aedes aegypti contaminados com a bactéria Wolbachia, que tem capacidade de impedir a transmissão de doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana. O programa foi interrompido há três meses, por causa da pandemia de covid-19.

A retomada da liberação começa pelos bairros de Ramos, Olaria e Bonsucesso, na zona norte do Rio de Janeiro. Segundo o líder do Método Wolbachia no Brasil, Luciano Moreira, essas doenças, chamadas de arboviroses, não deixaram de circular no país durante a pandemia e, por isso, é importante retomar o projeto.

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Fiocruz é designada pela OMS como referência para Covid-19 nas Américas

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em Manguinhos, Zona Norte do Rio, foi designada pela Organização Mundial da Saúde(OMS) como referência para Covid-19 nas Américas. O anúncio foi feito pela Fundação Oswaldo Cruz nesta terça-feira (14).

Com isso, o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) foi nomeado como laboratório de referência no continente para realização de testes de confirmação da doença e, além disso, integra a rede de especialistas em laboratório da entidade para a Covid-19.

*Veja a notícia completa do G1, aqui


Transmissão de zika por muriçoca pode explicar incidência em algumas regiões

Do G1 – Diante da constatação de que o pernilongo comum, popularmente conhecido como muriçoca, pode transmitir o vírus da zika, os pesquisadores da Fiocruz Pernambuco responsáveis pelo trabalho pretendem ampliar os estudos e entender a capacidade vetorial dos mosquitos, ou seja, acompanhar como a mutação do vírus ocorre dentro do organismo dos insetos.

A pesquisa em campo, feita inicialmente em áreas de circulação de pessoas com a doença, também será ampliada para detectar a incidência de pernilongos transmissores de zika em cada uma dessas regiões.

Descrito em um artigo, o estudo, inédito no mundo e feito por uma equipe integralmente brasileira, foi publicado nesta quarta-feira (9) na revista científica Emerging microbes & infections, do grupo Nature.