Mulher morreu no Hospital Regional de Caicó com H1N1

Uma mulher de 57 anos de idade que faleceu no último dia 10 de maio na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Regional de Caicó, morreu em decorrência da gripe H1N1. A informação foi confirmada à IV Ursap pelo Laboratório Central – Lacen nesta segunda-feira (14).

A coordenadora de promoção de saúde de Caicó, Lizy Carol, confirmou ao Blog Sidney Silva que a Secretaria Municipal está adotando os procedimentos necessários para dar tratamento a possíveis outros casos. O medicamento que é usado para tratar pessoas com sintomas de H1N1 e o Tamiflu.

“Nós estamos em contato com os dois hospitais e demais unidades de saúde para identificar os estoques de Tamiflu e providenciando os demais detalhes, providências”, disse.

Os funcionários do Hospital Regional que tiveram contato com a paciente, passaram por profilaxia nas próximas horas. A medida é necessária e de praxe.



Direção do Hospital Regional de Caicó suspeita que paciente morreu com pneumonia bacteriana

Uma mulher de 57 anos faleceu agora a noite (10) na UTI do Hospital Regional de Caicó. Ela estava no leito de isolamenfo há algum dias. A suspeita de ser um caso de H1N1 não vem sendo descartada pelo Hospital, que aguarda os resultados de exames de sorologia , para poder se pronunciar oficialmente.

Porém, a suspeita maior do hospital leva para um caso de peneumonia bacteriana, “mas preferimos aguardar os resultados para tomar as providências necessárias”, disse Dr. Silvio Filgo, diretor clínico do Hospital, ao Blog do Marcos Dantas.

Fonte: Blog do Marcos Dantas



Falta gesso no Hospital Regional de Caicó

No Hospital Regional de Caicó, está faltando gesso
No Hospital Regional de Caicó, está faltando gesso

O Blog recebeu informação dando conta da falta de gesso no Hospital Regional de Caicó. O material é usado para “engessar” braços, pernas, pés, mãos entre outras partes do corpo que sofrem algum tipo de trauma.

No Hospital Regional, pacientes que precisam passar pelo procedimento estão tendo que comprar o gesso, mas, quem não tem dinheiro, fica sem, o que prejudica na recuperação.

O Hospital Regional está passando por reforma na Urgência e terá uma nova Unidade de Terapia Intensiva, mas, a falta de insumos ainda não foi resolvida. Com determinada frequência, falta o que é básico na referida unidade de saúde.



Hospital de Caicó será referência em urgência e emergência na região Seridó

Urgência do Hospital Regional está sendo modificada

O Hospital Regional de Caicó está fortalecendo a oferta da prestação de serviço à rede de Urgência e Emergência da região. Muito em breve a população de 25 municípios do Seridó poderá contar com um atendimento modelo para classificação de risco e novos equipamentos, fruto dos investimentos do Governo do RN por meio da Secretaria de Saúde, projeto Governo Cidadão e Banco Mundial. Além da ampliação e reforma do pronto-socorro, o município foi contemplado com a aquisição de novos equipamentos, em investimentos que somam R$ 3,3 milhões.

Continue lendo



Vivaldo entrega ambulância Semi-UTI para o Hospital Regional de Caicó

Ambulância é entregue pelo deputado Vivaldo Costa a diretora do Hospital Regional de Caicó

O Hospital Regional do Seridó, em Caicó, recebeu na manhã desta terça-feira (6) uma moderna ambulância Semi UTI, que servirá no atendimento móvel de urgência e emergência aos pacientes da região. O veículo chega ao Seridó através de uma indicação do mandato do deputado Vivaldo Costa (PROS). A solenidade de entrega aconteceu na sede da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, onde Vivaldo entregou as chaves da ambulância a diretora do hospital Luciana Kadidja.

Anteriormente Vivaldo já havia destinado duas outras ambulâncias menores, também para o auxílio da saúde pública em Caicó. Com a chegada da Semi UTI, somam-se três veículos destinados pelo deputado Vivaldo Costa para o município.



Caicó: Médico Judas Tadeu critica falta de apoio do Município ao Hospital Regional

Médico Judas Tadeu critica falta de apoio do Município ao Hospital Regional

O médico Judas Tadeu, criticou a Secretária de Saúde de Caicó, Sandra Brilhante, por não ajudar com insumos o Hospital Regional do Seridó. De acordo com ele, já que a cidade não dispõem de Unidade de Pronto-Atendimento, a gestão deveria abastecer sempre que possível, a unidade.

A cidade de Caicó, não tem uma unidade para atendimentos de urgência e emergência que possa atender a população que acaba tendo que procurar o Hospital Regional, que deveria fazer atendimentos mais complexos. A UPA que está sendo construída na zona norte, é uma obra que se arrasta há anos.

O Hospital Regional passa mais uma vez por dificuldade com a falta de medicamentos básicos para o funcionamento diário.

De acordo com Tadeu, os médicos do plantão estão levando medicamentos como dipirona entre outros. Citou exemplo de crianças que chegam com febre e que precisam de medicação. “Uma criança com febre, tem que fazer a medicação, vai deixar a criança com febre?“.

Em cada plantão no Regional, os médicos, atendem cerca de 300 pessoas com as mais diversas enfermidades como gripes, dores de cabeça, diarreias, entre outras.

Para o médico Judas Tadeu, a secretária não percebeu a importância do Hospital para o Município. A unidade faz o que é de responsabilidade da gestão. “Temos que relatar a falta de percepção da Secretária de Saúde de Caicó. A cidade não te um pronto-atendimento da Prefeitura. Então, o que ela deveria fazer? Ajudar o Hospital Regional. Porque é o único pronto-atendimento que funciona. A secretária precisa ir conhecer a realidade do Hospital. Os secretários das cidades vizinhas conhecem, mas, a de Caicó, não“, critica.



Hospital Regional de Caicó recebe doação de dipirona e furosemida

O Hospital Regional de Caicó recebeu nesta sexta-feira (23), doação feita pela Liga Caicoense de Desportos. A informação foi confirmada pela diretora da casa de saúde, Luciana Kadidja. Ela disse que foram doadas caixas com quantidade muito boa de dipirona e furosemida, que eram os principais medicamentos em falta no Hospital.

A instituição doadora arrecadou os valores usado na compra do medicamentos cobrando por estacionamento na frente do Estádio O Marizão durante o carnaval 2018.

Para Luciana Kadidja, os medicamentos deve suprir a necessidade até a terça-feira (27). Com relação ao pagamentos dos plantões de dezembro para os médicos, ela disse que a Secretaria reafirmou o repasse para esta sexta.



Caicó: Diretora do Hospital Regional, confirma falta de dipirona, furosemida e outros insumos

Luciana Kadidja diretora do Hospital Regional de Caicó – (Foto: Sidney Silva)

A diretora do Hospital Regional de Caicó, Luciana Kadidja, confirmou ao Blog Sidney Silva que realmente a unidade está sem alguns insumos e alguns são medicações, como dipirona e furosemida, que não vão chegar pois o órgão que repassa já comunicou que não tem disponibilidade. “Esses dois medicamentos, que são muito importantes, estão faltando, além de outros insumos, mas, nada que possa inviabilizar o funcionamento da unidade”, disse.

Com relação ao pagamento por parte do Município dos plantões referentes ao mês de dezembro, a diretora afirmou que recebeu informações de que “por causa do carnaval, houve o atraso, mas, nas próximas horas, o dinheiro deve estar nas contas“.

O Blog perguntou ainda sobre a possibilidade de paralisação por parte dos profissionais da unidade, e ela disse que não tinha sido informada.



Com falta de insumos, Hospital Regional de Caicó pode parar atendimentos

Hospital Regional mais uma vez passa por falta de insumos

O Hospital Regional do Seridó em Caicó, poderá parar os atendimentos nos próximos dias por causa da falta de insumos básicos para que a unidade de saúde funcione.

De acordo com relatos de uma fonte que pediu anonimato, faltam medicamentos básicos e os mais complexos em todos os setores. Pra acabar de completar, além de o Estado não ter pago o décimo terceiro aos servidores, a Prefeitura de Caicó, não fez o repasse do pagamento dos plantões de Dezembro de 2017. A informação que chega é que houve um problema nas contas. “Inicialmente, era pra sair na segunda passada, depois na terça, na quarta e ainda hoje (sexta-feira) não houve o repasse“, relatou.

A fonte também diz que é possível que os médicos parem suas atividades. “A anestesia, se não parou deve parar nas próximas horas. Existem rumores de que os médicos da UTI, Centro Cirúrgico, Urgência, Enfermaria e de outros setores, também vão parar“, contou a fonte.



Familiares de pacientes da UTI do Regional em Caicó compram medicações que faltam na unidade

Os familiares de pacientes que estão internados na Unidade de Terapia Intensiva – UTI do Hospital Regional de Caicó, estão precisando adquirir medicamentos que estão faltando ma referida casa de saúde. Mesmo depois de ter sido “reabastecido” pela Secretaria de Saúde do Estado – há menos de uma semana – o hospital ainda passa por necessidade de insumos.

Os pacientes estão fazendo verdadeira peregrinação nas farmácias e em outros Hospitais na Região para adquirir medicamentos como Nipride ou Tridil – de uso injetável, indicados para indivíduos que sofrem de pressão alta. São vasodilatadores –. Esses são apenas alguns dos medicamentos que estão em falta na Unidade.



Hospital Regional de Caicó foi reabastecido; Insumos são para 30 dias

O Hospital Regional de Caicó recebeu na última sexta-feira (03), medicamentos e outros insumos que estavam faltando na unidade. O problema provocou,  inclusive, o não recebimento de novos pacientes na Unidade de Terapia Intensiva – UTI. O repasse dos medicamentos foi feito pela Sesap do Governo do Estado. A informação que Blog Sidney Silva conseguiu saber é que os insumos chegados no Regional, são para o período de 30 dias.

Ainda na sexta-feira, o Conselho Regional de Medicina, realizou fiscalização no Hospital Regional. Depois das várias denúncias feitas por profissionais da unidade, o CRM, resolver ver de perto a situação. A previsão é que nesta segunda-feira (06), seja emitido um relatório apontando as irregularidades encontradas na fiscalização e pedido de providências urgentes.



Conselho Regional de Medicina fez fiscalização no Hospital Regional de Caicó; Veja fotos

Membros do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte – CREMERN estiveram nesta sexta-feira (03) fiscalizando o Hospital Regional de Caicó, principal hospital da região do Seridó, que assiste a cidade, além de 25 municípios da região. Além da falta de medicamentos e insumos básicos para a assistência, a fiscalização encontrou deficiência de equipamentos essenciais no ambiente de UTI e no Centro Cirúrgico.

As informações sobre a precária condição de abastecimento do Hospital Regional de Caicó chegaram ao CREMERN através da imprensa e das mídias sociais, motivando uma nova fiscalização por parte da instituição. As novas internações em UTI estão suspensas por decisão da equipe medica do hospital por falta de medicamentos essenciais.

Encontramos o hospital numa situação crônica de desabastecimento, tendo se agravado nos últimos 15 dias pela falta de medicamentos e insumos essenciais para a assistência à urgência e emergência, inviabilizando o funcionamento adequado da UTI e determinando o fechamento de leitos”, afirmou o presidente do CREMERN, Marcos Lima de Freitas.

O índice de abastecimento médio do hospital tem sido bem abaixo da necessidade, com um déficit mensal de aproximadamente 70% dos medicamentos e insumos. “Além da falta de medicamentos e insumos básicos para a assistência, encontramos deficiência de equipamentos essenciais no ambiente de UTI e no Centro Cirúrgico. O fechamento dos leitos de UTI num momento de necessidade de ampliação compromete ainda mais essa assistência”, acrescentou o Chefe de Fiscalização do CREMERN e vice-presidente, Francisco Braga.

A equipe do CREMERN, formada pelos conselheiros Dr. Marcos Lima de Freitas, Dr. Francisco Braga e Dra. Giana da Escóssia, encontrou as obras andamento para a construção de uma nova UTI em andamento e que ampliará de cinco para 10 leitos, viabilizada através de uma Ação Civil Pública do CREMERN contra o Estado para ampliação de leitos de UTI. A Ação culminou com sequestro em juízo dos valores da conta do Estado.  “Esperamos que essa ampliação solucione definitivamente o problema da assistência aos pacientes críticos da região”, disse Marcos Lima de Freitas.



Vivaldo Costa recebeu confirmação de que Sesap reabastece Hospital Regional nesta sexta

Hospital Regional será reabastecido nesta sexta-feira (03)

O deputado estadual Vivaldo Costa (PROS), informou ao Blog Sidney Silva que recebeu confirmação de que a Secretaria de Saúde do Estado, (atendendo a um pedido do Papa Jerimum), vai reabastecer com insumos, o Hospital Regional de Caicó. A previsão é que ocorra na tarde desta sexta-feira (03).

O Hospital Regional de Caicó, está sem medicamentos básicos na Urgência, na UTI e no Centro Cirúrgico, o que provocou, inclusive, o não recebimento de novos pacientes na Unidade de Terapia Intensiva.

No início desta semana, os médicos e enfermeiros que trabalham no Hospital, se mobilizaram e na imprensa expuseram a situação de caos vivida no local.

A informação repassada ao deputado Vivaldo Costa, que tinha feito o apelo pelo reabastecimento do Hospital Regional, é que o Governador Robinson Faria, determinou ao Secretário George Antunes, o imediato envio de insumos para Caicó.



Enfermeira relata situação de calamidade no Hospital Regional de Caicó

A enfermeira Thalyne Dias escreveu em uma rede social sobre como terminou o plantão no Hospital Regional do Seridó em Caicó. A unidade está sem insumos para o atendimento de pacientes. Inclusive, por causa disso, a Unidade de Terapia Intensiva – UTI não recebe mais pacientes até que sejam adquiridos medicamentos sedativos entre outros.

Veja o que escreveu a enfermeira Tahalyne Dias:

Hospital Regional de Caicó
23:45 do dia 31/10/2017

Hoje cheguei mais uma vez à exaustão, por me sentir IMPOTENTE dentro de um ambiente onde eu deveria cuidar da saúde dos pacientes e ao invés disso estou assistindo a morte hora a hora. Ao chegar no plantão fui comunicada de que não tinham mais antibióticos para os pacientes continuar o tratamento das infecções, a UTI não estava mais com condições mínimas de abastecimento de medicamentos para receber pacientes. Dois dos pacientes internado com abdômen agudo (em urgência cirúrgica) tiveram suas cirurgias suspensas às 20h por falta de anestésico. Não tínhamos telefone para regular os pacientes para o hospital de referência, há dias está cortado por falta de pagamento, ao tentar ligar do meu celular descubro que os telefones do outro hospital também estão cortados. O que fazer? Uma vez que o estado geral dos pacientes se agravava a cada hora e o Estado nos manda “regular” o paciente antes de encaminhá-lo. Eu tinha uma escolha: ou assistia a mais duas mortes ou encaminhava os pacientes, correndo o risco do outro colega que estava em outra cidade não receber o paciente pelas mesmas “falta de tudo”.

Ouvi um médico hoje, que trabalha há 24 anos como servidor público no estado do Rio Grande do Norte,  dizer que nunca passou por situação tão caótica como esta. Imagino eu nos meus primeiros 4 anos como servidora da SESAP-RN onde iremos chegar? E sabem o que é pior? É o paciente, potencialmente, cada um de nós que dependemos do SUS, ficar dentro de um jogo de empurra empurra até o último minuto de vida. Ninguém assume a responsabilidade. Seríamos todos cúmplices ou vítimas da “falta de tudo”?

Enfa. Thalyne Dias