No RN, número de pessoas rigorosamente isoladas cai 62% entre julho e novembro

O número de potiguares rigorosamente isolados chegou a 405 mil em novembro. Em julho, quando a pesquisa iniciou essa investigação, eram cerca de 1.078.000 de pessoas. Em cinco meses, houve uma queda de 62,4% na adesão deste tipo de isolamento.

Esse é um dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) COVID19 para novembro de 2020, o último deste levantamento. No período analisado, em todos os meses houve reduções seguidas no número de cidadãos rigorosamente isolados.

Por outro lado, o número de pessoas que “reduziram contato pessoal, mas continuam saindo de casa e/ou recebendo visitas” cresceu 80% entre julho e novembro. Em julho, eram 915 mil. Em novembro, cerca de 1.655.000 de potiguares adotaram esse comportamento. As “saídas” de casa incluem trabalho ou atividades não essenciais.

A quantidade de pessoas do grupo que “não fez restrições” de contatos pessoais e os que “ficaram em casa e só saíram por necessidade básica” permaneceu estável na comparação com o outubro. A tendência é semelhante no Brasil.


População desocupada atinge 13,76 milhões em outubro

Número é recorde da série da Pnad Covid-19 mensal do IBGE – (Foto: Wilson Dias/ABr)

A população desocupada atingiu  13,76 milhões em outubro, o que significa alta de 2,1% em relação ao mês anterior e um recorde da série da Pnad Covid-19 mensal, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou os dados hoje (1º). O resultado representa também crescimento de 35,9% desde o início da pesquisa em maio. A taxa de desemprego subiu de 14,0% para 14,1%, o que também é a maior da série.

A força de trabalho cresceu 1,5% na comparação com setembro e alcançou 97,9 milhões em outubro. Frente a maio a elevação ficou em 3,6%. O número de pessoas fora da força de trabalho teve redução de 1,9% e somou 72,7 milhões de pessoas em outubro. Com relação ao mês de início da pesquisa a queda ficou em 3,5%.

O Amapá foi o estado onde houve a maior proporção (9,2%) de pessoas ocupadas afastadas do trabalho por causa do distanciamento social. De acordo com a pesquisa, 24 unidades da federação tiveram recuo no percentual de pessoas ocupadas afastadas do trabalho pelo mesmo motivo, em relação a setembro. Nas outras unidades da federação foi registrada estabilidade.

Agência Brasil


IBGE lança painel com dados de covid-19 por município

O objetivo é permitir que o cidadão tenha acesso a dados sobre sua cidade – (Foto: Itamar Crispim/Fiocruz)

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou hoje (21) o Painel Covid-19 Síntese por Município. Com a plataforma, que está disponível na internet, é possível acessar mapas interativos, selecionar uma localidade de interesse e visualizar, em um único ambiente, 24 indicadores para o planejamento de ações de apoio contra a pandemia para todos os 5.570 municípios do país.

O painel integra informações de pesquisas do IBGE, do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) do Ministério da Saúde e do projeto Brasil.io da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz/Brasil.IO). Os dados, que podem ser baixados no formato kml, shp e csv, estão separados em três categorias: população vulnerável (2010 e 2019), capacidade de resposta do sistema de saúde (2019) e acompanhamento da pandemia (2020).

*Acesse o pai AQUI


População do Brasil passa de 211,7 milhões de habitantes, estima IBGE

IBGE diz que população do Brasil aumentou

Diário Oficial da União publica, nesta quinta-feira (27), portaria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulga as estimativas da população para estados e municípios, com data de 1º de julho de 2020.

As estimativas mostram que o Brasil já tem uma população de 211.755.692 de pessoas. Em 2019, a população estimada era de 210.147.125 pessoas. De acordo com a projeção, o Brasil ganhou mais 1,6 milhão de habitantes em relação ao ano passado.

Os estados mais populosos são: São Paulo (46.289.333), Minas Gerais (21.292.666) e Rio de Janeiro (17.366.189).

O Distrito Federal já conta com uma população de 3.055.149 habitantes. Roraima é o estado com a menor estimativa populacional (631.181).

tabela completa, por estado, pode ser conferida no Diário Oficial.

Agência Brasil


IBGE abre 3.402 vagas para o Censo 2020 no Rio Grande do Norte

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dois editais de dois Processos Seletivos destinados à admissão de 208.695 profissionais de níveis fundamental e médio.

Somente no Rio Grande do Norte estão sendo disponibilizadas 3.402 vagas para recenseador e agente censitário.

O salário base equivale a R$ 1.700,00 e R$ 2.100,00, exceto para a função de Recenseador, pois a remuneração será calculado por meio da produção do profissional. A carga horária a ser cumprida é de 25 a 40 horas semanais.

Os interessados já podem se inscrever e solicitar isenção da taxa, por meio do Site da Cebraspe. As inscrições seguem até o dia 24 de março. A taxa de participação a ser paga é de R$ 23,61 para o cargo de nível fundamental e de R$ 35,80 para os cargos de nível médio.

A seleção será feita por meio de prova objetiva de caráter eliminatório e classificatório, composta por questões de língua portuguesa, raciocínio lógico quantitativo, matemática, ética no serviço público, noções de administração/ situações gerenciais, conhecimentos técnicos.

Também haverá treinamentos dos candidatos inscritos para o cargo de recenseador. Para aplicação das provas estão previsto os dias 17 e 24 de maio de 2020, de acordo com cada edital.

O prazo dos contratos será de três e cinco meses, com possibilidade de prorrogação mediante necessidades de conclusão das atividades do Censo Demográfico 2020 e na disponibilidade de recursos orçamentários.

A validade destas seleções será de um ano, contado a partir da assinatura do primeiro contrato, com possibilidade de prorrogação.

CONFIRA OS EDITAIS:

EDITAL Nº 02/2020 

EDITAL Nº 03/2020


Comércio fecha mais de 400 mil vagas e desemprego atinge mais de 13 milhões de brasileiros

Comércio fecha mais de 400 mil vagas e desemprego atinge mais de 13 milhões de brasileiros

Após melhoras em 2017, a taxa de desocupação voltou a crescer no trimestre de fevereiro a abril de 2018, chegando a 12,9%. Os dados constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (Pnad), divulgada nesta terça-feira (29) pelo IBGE.

O resultado foi puxado pelo corte de vagas no Comércio, que teve diminuição de 439 mil pessoas (-2,5%) na população ocupada em relação ao trimestre encerrado em janeiro.

A Pnad aponta ainda que a população ocupada teve redução de 969 mil pessoas (-1,1%) na comparação com o trimestre encerrado em janeiro, sendo a queda mais expressiva entre os empregados com carteira assinada, com a saída de 567 mil trabalhadores (-1,7%) do grupo.

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Segundo o INGE, 27,7 milhões de brasileiros estão desempregados

Subutilização da força de trabalho atinge 27,7 milhões de brasileiros, revela IBGE

O desemprego continua sendo um dos fantasmas que mais assombra a população brasileira. Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística revela que, no Brasil, falta trabalho para 27,7 milhões de pessoas.

O levantamento, que foi feito por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) aponta que a taxa de subutilização da força de trabalho atingiu 24,7% no 1º trimestre deste ano. A taxa é a maior apresentada pela PNAD Contínua desde 2012.

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IBGE aponta que Brasil tem 116 milhões de pessoas conectadas à internet

Milhões de pessoas estão conectadas no Brasil

Em 2016, mais de 116 milhões de brasileiros se conectaram à internet, o que representa mais de 64% da população com mais de 10 anos. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad C).

Segundo a pesquisa, o celular continua a ser o principal aparelho para acessar a internet no Brasil. Em 2016, o eletrônico era usado por 94,6% dos internautas, à frente de computadores (63,7%), tablets (16,4%) e televisões (11,3%).

Segundo o IBGE, 77,1% dos brasileiros possuíam algum celular. A proporção de mulheres conectadas foi maior que a de homens: 65,5% delas tinham acesso, enquanto, o índice entre eles era de 63,8%.

Considerando a faixa etária, os indivíduos com idade entre 18 e 24 anos apresentavam a maior taxa de conexão: 85% deles estavam online. Já os brasileiros com mais de 60 anos apresentavam o menor índice, de 25%.

As regiões Nordeste e Norte eram as únicas a apresentar taxas de indivíduos conectados inferiores à média brasileira, de 52,3% e 54,3%, respectivamente.


Pesquisa aponta que Nordeste tem maior taxa de analfabetismo do país

Pesquisa aponta que Nordeste tem maior taxa de analfabetismo do país

Mais da metade da população brasileira de 25 anos ou mais tinham concluído apenas o ensino fundamental em 2016. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (21) pela Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio, a PNAD contínua, feita pelo IBGE. Ao todo, mais de 66 milhões de brasileiros nesta faixa etária tinham apenas o ensino fundamental completo, enquanto menos de 20 milhões (15%) tinham o ensino superior completo.

A taxa de analfabetismo em 2016 ficou em torno de 7,2%, o que representa cerca de 11,8 milhões de pessoas. Entre as regiões mais afetadas pela falta de alfabetização está o Nordeste, com mais de 14,8% da população, longe dos 3,6% da região Sul. O Nordeste registra ainda cerca de 52,6% da população de 25 anos ou mais sem o ensino fundamental completo.

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Nordeste registra maior desigualdade nos rendimentos, aponta IBGE

O Nordeste é a região do país com maior desigualdade nos rendimentos. A informação foi divulgada na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) de 2016, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. A informação foi detalhada pelo gerente da pesquisa, Cimar Azeredo. “27,6% da população do Brasil está na região Nordeste. Olhando o mapa você vai pensar: o Nordeste seria a região com a segunda maior massa de rendimento, que é a soma de todos os rendimentos, tanto de trabalho como de outras fontes que circulam no Estado. É lá que podemos encontrar os Estados com maior desigualdade, que é o caso de Pernambuco, um Estado extremamente desigual, a Bahia é muito desigual, o Maranhão é desigual demais, com índices bastante elevados”.

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Microempresas empregam 50% dos trabalhadores, aponta IBGE

Microempresas empregam 50% dos trabalhadores, aponta PNAD

O percentual de pessoas que trabalhavam em grandes empresas caiu no ano passado. É o que indica a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, a PNAD Contínua, divulgada nesta quarta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE.

De acordo com a publicação, dos mais de 73 milhões de empregadores, trabalhadores por conta própria e empregados, 26% estavam em empresas de grande porte em 2016. São consideradas empresas de grande porte as que contam com um quadro de funcionário com mais de 50 pessoas. O número é menor que em 2015, quando o índice ficou em 29%.

A participação nas empresas de pequeno porte subiu. De acordo a PNAD, eram 48% em 2015 e a foi para 50% em 2016. O levantamento mostra o início de uma tendência que se manteve até esse ano. De acordo com o Ministério do Trabalho, de janeiro a agosto de 2017, as micro e pequenas empresas foram responsáveis por criar 327 mil postos de empregos.

A PNAD ainda aponta que houve um aumento no número de empregadores e trabalhadores em empreendimentos registrados no CNPJ, atingindo a marca de quase 29%.

Outro comportamento observado pela pesquisa foi a diminuição de pessoas sindicalizadas e de trabalhadores e empresas ligadas a associações em 2016.