ITEP identifica dois dos três mortos em confronto com a PF e Bope na zona rural de Afonso Bezerra/RN

Polícia troca tiros com quadrilha armada e três morrem

O Instituto Técnico-Cientifico de Perícia do Rio Grande do Norte – ITEP, identificou nas últimas horas, pelo menos dois dos três homens que morreram em confronto com policiais federais e do BOPE na zona rural de Afonso Bezerra/RN, neste domingo (07). O confronto entre os policiais e os bandidos aconteceu na fazenda Barro Vermelho, por volta das 2 horas da madrugada.

Natural de Afonso Bezerra/RN, Hudson Estácio Linhares Santos, de 32 anos, residia na Rua São Geraldo, no Centro de Afonso Bezerra. O outro que é natural de Natal, foi identificado como José Morais Xavier Junior, de 37 anos, pedreiro e residia na Rua Baltazar da Rosa Bezerra, no Centro de Afonso Bezerra.

O bando criminoso era formado por aproximadamente 10 homens e estavam em 2 carros. Eles foram localizados em deslocamento, saindo da cidade de Afonso Bezerra para Ipanguaçu, onde segundo informações, iriam assaltar uma agencia bancaria local. Quando perceberam a presença da polícia, os bandidos saíram da rodovia estadual que liga as duas cidades e entraram numa estrada carroçável, mas, foram seguidos. Cerca de 03 km depois, já na Fazenda Barro Vermelho, houve o confronto e 03 deles foram mortos e dois detidos.

A polícia acredita que outros 05 criminosos conseguiram fugir pelo matagal.

Dois carros com pertences dos acusados e material utilizado para explodir os caixas da agencia foram apreendidos. Segundo informações, quase 20 baldes contendo grampos, “utilizados para danificar pneus das viaturas da polícia” estavam nas malas dos dois carros.

Os mortos estavam sem documentos e só foram identificados e liberados, no final da noite de ontem, 07, no Itep em Mossoró.

*Com informações de O Câmera



ITEP identifica corpos de jovens que morreram em confronto com a PM

Corpos de jovens mortos em troca de tiros com a polícia são identificados

O Instituto Técnico-Cientifico de Perícia – ITEP de Caicó, identificou os quatro jovens que morreram em confronto com a Polícia Militar de Caicó, na manhã desta sexta-feira (28), na estrada de acesso ao giradouro que interliga a RN 118 e a BR 427.

São eles: Carlos Ferreira da Silva Junior, de 20 anos, agricultor e residente na Rua Irisberto Batista de Araújo, nº 18, Centro em Timbaúba dos Batistas; Ítalo dos Santos da Silva, de 15 anos, que residia na Rua Josefa Vieira, nº 69, Bairro Walfredo Gurgel; Caio Salviano, de 21 anos, que residia na Rua Manoel Fernandes Jorge, nº 37 no Bairro Paulo VI em Caicó e Gabriel Araújo da Silva, de 16 anos, estudante, que residia na Rua Sérvulo Lopes de Araújo, nº 110 no Bairro Paulo VI em Caicó. Todos eram naturais de Caicó.

Os corpos serão liberados do ITEP para às famílias velarem e sepultarem ainda nesta sexta-feira.



Líderes de rebelião no RN são identificados e serão transferidos

Do G1/RN – O Governo do Rio Grande do Norte identificou pelo menos seis líderes da rebelião na Penitenciária Estadual de Alcaçuz que durou cerca de 14h e deixou mortos. De acordo com a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc), o governo vai pedir a transferências dos líderes para presídios federais. Outros detentos devem ser transferidos ainda neste domingo (15) para outras unidades prisionais do estado.

O Itep montou uma ‘operação de guerra’ para receber os corpos. Uma carreta frigorífica foi contratada para armazenar os corpos e legistas do Ceará e da Paraíba vão auxiliar no processo de identificação. De acordo com o Itep, o órgão está preparado para receber 100 ou mais corpos, se for o caso. No entanto, uma fonte do governo informou que até a publicação desta matéria pelo menos 25 mortes foram confirmadas. Oficialmente, o governo do RN diz que há ‘mais de dez mortos’.

O titular da Sejuc, Wallber Virgolino, informou confirmou que os presos do pavilhão 5 invadiram o pavilhão 4. “É impossível evitar mortes quando eles querem. O pavilhão 4 tinha entre 150 e 200 presos. Não sabemos ainda precisar quantos morreram”, disse. Até a publicação desta matéria, a polícia já havia entrado nos pavilhões 1, 2 e 3 e se preparava para entrar nos pavilhões 4 e 5 onde a situação  já estava controlada.

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