Ivonete Dantas solicita Programa Justiça na Praça para Caicó

Ivonete Dantas solicita Programa Justiça na Praça para Caicó

A vereadora Ivonete Dantas solicitou ao Tribunal de Justiça do RN, através de ofício, que seja realizada em Caicó mais uma edição do Programa Justiça na Praça. A solicitação foi feita na sessão da hoje, segunda-feira (07/05), e será encaminhada, através de ofício, Exma. Juíza de Direito Maria Zeneide Bezerra, coordenadora do Programa Justiça na Praça.

Em sua justificativa, Ivonete mostrou a necessidade da volta do programa para Caicó. “Esse programa é de extrema importância para a população do nosso estado, sobretudo para facilitar as burocracias que dificulta o acesso a justiça. Por isso, é que nós estamos solicitando mais uma edição para Caicó, uma vez que já tivemos o programa em nosso município com o absoluto sucesso”, justificou.



Lei que cria o programa “Quebrando o Silêncio” é sancionada em Caicó

Vereadora Ivonete Dantas foi a propositora do projeto

O prefeito de Caicó, Batata Araújo, sancionou a Lei nº 5.075, aprovada pela Câmara Municipal, que cria o programa “Quebrando o Silêncio”. De autoria da vereadora Ivonete Dantas (MDB) o objetivo é estruturar a prática de atendimento às mulheres vitimadas no Município, elaborando ações para minimizar as questões referentes à violência doméstica.

O Executivo Municipal inserir estratégias no programa criando tipos de ação para o seu desenvolvimento, através da criação de tarefas preventivas para sensibilizar e conscientizar a família caicoense através de cartilhas, palestras e campanhas que abordem temas como relações familiares, papéis sociais e educação inclusiva, não diferenciada entre meninos e meninas.

Ivonete recebeu com alegria a sanção da lei que é de suma importância para as mulheres, já que a necessidade de conscientização é maior ainda diante da situação comum relatada por muitas vítimas que não encontraram apoio nas próprias famílias para denunciar a violência. “Temos que terminar com este ciclo que prejudicam vidas e famílias sem ninguém tomar uma posição e fazer algo. É a chance de conscientizar a sociedade para ouvir a vítima, apoiá-la sem julgá-la e ajudá-la a se restabelecer”, disse Ivonete.