Bolsonaro anuncia general Mourão como vice

O militar Jair Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PSL, anunciou neste domingo (5) o nome do general da reserva Hamilton Mourão (PRTB) como seu vice na chapa.

Depois de longas conversas e vários negativas, como da advogada Janaína Paschoal e do general Augusto Heleno (PRP), Bolsonaro oficializou o nome de Mourão em convenção do partido do general, o PRTB, com a presença do presidente da legenda, Levy Fidelix e de Hamilton Mourão.

Levy Fidelix disse que a parceria do PSL com o PRTB é uma união dos partidos de direta no Brasil, que “são conservadores e pensam de forma igual”.

Antonio Hamilton Martins Mourão é gaúcho de Porto Alegre e tem 64 anos. Entrou para o Exército em 1972 e ficou na ativa até fevereiro de 2018. Ele ganhou notoriedade em 2005, quando chefiava o Comando Militar do Sul.

Bolsonaro também anunciou que o príncipe Luiz Philippe de Orléans e Bragança, membro da Família Real, será o futuro ministro das Relações Exteriores de seu governo, caso seja eleito.



TSE: Julgada improcedente representação de Jair Bolsonaro e PSL contra pesquisa do Instituto Datafolha

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgou improcedente representação proposta pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) e pelo diretório nacional do Partido Social Liberal (PSL) contra parte do conteúdo da pesquisa do Instituto Datafolha sobre intenção de voto a pré-candidatos à Presidência da República em 2018.

O parlamentar e o partido contestaram uma das perguntas do questionário a respeito da evolução do patrimônio da família de Bolsonaro, que consideraram difamatória e tendenciosa.

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PGR denuncia Jair Bolsonaro por racismo, e Eduardo Bolsonaro por ameaças a jornalista

Jair Bolsonaro e o filho Eduardo, foram denunciados pela PGR

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta sexta-feira (13), o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) por racismo praticado contra quilombolas, indígenas, refugiados, mulheres e LGBTs. Filho de Jair e igualmente deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) também foi denunciado por ameaçar uma jornalista.

Se condenado, Jair Bolsonaro poderá cumprir pena de reclusão de um a três anos; a PGR também pede o pagamento mínimo de R$ 400 mil por danos morais coletivos. Já no caso de Eduardo, a pena prevista – de um a seis meses de detenção – pode ser convertida em medidas alternativas, desde que sejam preenchidos os requisitos legais.

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Justiça condena Jair Bolsonaro por “desumanizar comunidades quilombolas e população negra”

Um dos virtuais candidatos à presidência da República em 2018, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC/RJ) foi condenado a pagar R$ 50 mil de indenização por danos morais coletivos a comunidades quilombolas e à população negra em geral. O valor será revertido para o Fundo Federal de Defesa dos Direitos Difusos, vinculado ao Ministério da Justiça. O parlamentar ainda pode recorrer da decisão.

Em abril deste ano, durante palestra no clube Hebraica do Rio de Janeiro, Bolsonaro disse que visitou uma comunidade quilombola e “o afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas”. Além disso, afirmou que “não fazem nada, nem pra procriar servem mais”, em referência ao mesmo grupo.

Por conta das declarações, a juíza Frana Elizabeth Mendes, da 26ª Vara Federal do Rio de Janeiro, acolheu a ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF-RJ). Na sentença, a magistrada considerou que Bolsonaro fez uso de “expressões injuriosas, preconceituosas e discriminatórias com o claro propósito de ofender, ridicularizar, maltratar e desumanizar as comunidades quilombolas e a população negra”.

No Twitter, Jair Bolsonaro se manifestou contra a fala da magistrada, que classificou a conduta do parlamentar como “inadequada”. Nas redes sociais, ele escreveu que “o politicamente correto só é usado quando interessa aos ‘amigos’”.

Além disso, o deputado também compartilhou uma mensagem de seu filho, Carlos Bolsonaro. O vereador carioca declarou nas redes sociais que “o politicamente correto não existe só em caso de piada, mas principalmente em relação a mordaça que estão lhe impondo sem que note!”.