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Juiz manda réus acusados da morte do Cabo Rangel a júri popular

Rita de Cássia e Valdinez se falaram minutos antes do crime e segundo dados da quebra do sigilo ele estava no local do crime

Os acusados pela morte do cabo da Polícia Militar, Edinaldo da Costa Rangel, crime ocorrido em Caicó, em abril de 2016, poderão ser julgado em júri popular, ainda no primeiro semestre deste ano.

É que os réus, a viúva, Rita de Cássia Alves Rangel, seu amante, Valdinez Fernandes dos Santos e o filho, Thiago Medeiros Conforte, foram pronunciados para serem julgados. A quarta pessoa que foi presa à época do fato, o sobrinho de Rita, Pablo Conforte, foi solto e não vai a júri.

Na decisão de pronúncia, o juiz Luiz Cândido Villaça, além de mandá-los a júri popular, manteve a prisão preventiva dos réus.

O cabo Edinaldo Alves Rangel, foi morto em uma emboscada na zona norte de Caicó, dentro de seu carro, não tendo chance de fugir. Ele estava na companhia de sua esposa, Rita de Cássia, que foi denunciada pelo Ministério Público como sendo a mandante do crime. O assassino teria sido seu amante, Valdinez enquanto o filho, Thiago, teria dado apoio e fuga.



Júri popular absolve um e condena outro pela morte de adolescente em Caicó

O julgamento popular dos réus Francisco Daniel Ferreira Barbosa e Francisco das Chagas Silva Medeiros, ocorrido no plenário do Fórum Municipal Amaro Cavalcante em Caicó, terminou no início da noite desta quarta-feira (22), por volta das 18hs20min, sendo o primeiro condenado a 13 anos em regime fechado e o segundo, absolvido da acusação de ser o mandante. Eles foram acusados da morte do adolescente Thiago Emídio da Costa, crime registrado em 2012.

Em contato com o Blog Sidney Silva, o advogado, Ariolan Fernandes, que patrocinou a defesa de Francisco Daniel, o seu cliente não foi condenado pela qualificadora de promessa de recompensa, mas, foi por ter praticado o crime em circunstância que dificultou a defesa da vítima. O crime era duplamente qualificado. O réu ainda teve a reprimenda de pena de 1 ano e meio por ocultação de cadáver, mas, esse crime vai prescrever quando a sentença transitar em julgado, ou seja, de nada valerá.

Com relação ao cumprimento da pena, Francisco Daniel,  já estava detido a mais de 60 meses e seu advogado vai ingressar nos próximos meses com o pedido de progressão de regime. Ou seja, provavelmente, em janeiro, ele estará no regime semi-aberto.

O advogado, Bartolomeu Linhares, patrocinou a defesa de Francisco das Chagas. O promotor Geraldo Rufino, atuou na acusação. O juiz Luiz Cândido Villaça, presidiu a sessão.