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Trio que morreu em confronto com a PM de Jucurutu foi identificado no ITEP

Trio morreu em confronto a polícia na cidade de Jucurutu

Os três mortos no confronto com a Polícia Militar na cidade de Jucurutu, na noite desta quarta-feira (24), foram identificados no Instituto Técnico-Cientifico de Perícia – ITEP.

São eles: Leandro Bezerra, natural de Jardim de Piranhas, de 19 anos, que residia na Rua Francisco Estevam, 46, no Centro de Triunfo Potiguar; Maria Aparecida de Medeiros, de 17 anos, natural de Caicó que residia na Rua Osvaldo Borges da Solva, S/N, Bairro Santa Cecília em Jardim de Piranhas e Maciel Oliveira dos Santos, de 25 anos, natural de Jardim de Piranhas, agricultor, que residia na Rua Quinze de Novembro, nº 5, Bairro do Emboca, na mesma cidade.

O trio estava na casa onde ocorreu o confronto, acompanhados de outros dois homens que conseguiram fugir com destino ignorado.

De acordo com o capitão Ivanildo Henrique Mendonça, que comanda a PM em Jucurutu, o grupo estava sendo monitorado há alguns dias, inclusive, os policiais chegaram a evitar ações criminosas que seriam praticadas por eles no final de semana passado. Na abordagem ao local onde estavam, que era uma casa às margens do rio, eles abriram fogo contra as viaturas e houve o revide.

O capitão Henrique ainda disse que o serviço de inteligência da polícia recebeu informações de que eles estavam contando vantagens sobre a morte, recentemente, de um jucurutuense na cidade de Patu. E que eles planejava assaltar um comerciante que vende ouro em Jucurutu.



Polícia Civil de São Paulo do Potengi indicia dupla por atear fogo na garagem da prefeitura

A Polícia Civil de São Paulo do Potengi indicia Maciel Cavalcante da Silva, vulgo “Mutante”, 19 anos, e Rafael Henrique Ferrari, por terem ateado fogo em veículos que estavam estacionados na garagem da Prefeitura da cidade, resultando no incêndio de um ônibus escolar.

Rafael Henrique Ferrari e Maciel Cavalcante da Silva fora indiciados

No crime, ocorrido no dia 19 de janeiro, três homens encapuzados e armados teriam rendido o vigilante da garagem e entrado no órgão público com garrafas contendo gasolina. Através de investigações, a polícia identificou quatro pessoas suspeitas pelo crime, as quais são Maciel e Rafael, um adolescente de 17 anos e outro de 15 anos.

Policiais civis prenderam Maciel um dia depois do atentado, após o recebimento de denúncias acerca de um homem que estaria bastante queimado e que estava escondido em uma casa. Os adolescentes responderão pelos crimes análogos à incêndio e organização criminosa. Maciel e Rafael foram autuados pelos mesmos crimes, além de corrupção de menores.