Álvaro Dias decide sair do MDB e fazer nova opção partidária

*Tribuna do Norte

Álvaro Dias vai deixar o MDB

O prefeito  de Natal, Álvaro Dias, decidiu que vai sair do MDB. Fontes próximas ao prefeito afirmam que a decisão está tomada. Ele ainda não escolheu o partido ao qual vai se filiar, mas teria recebido convite do PSB, legenda presidida no Estado pelo deputado federal Rafael Motta. O PDT, que tem como presidente no Rio Grande do Norte o ex-prefeito Carlos Eduardo, também é uma possibilidade.

A escolha do novo partido ao qual Álvaro Dias vai filiar será tomada em negociações políticas nas quais também estará em foco a garantia de apoio a uma possível candidatura dele à reeleição. O prefeito só iria para o PDT com uma indicação clara de que seria o candidato de Carlos Eduardo em 2020.

A saída do MDB envolve, assim, um reposicionamento político do prefeito em direção a articulações de apoios que permitam a formação de uma aliança, caso uma candidatura à reeleição se mostre viável.




Juiz aceita denúncia do MPF e ex-deputados federais do MDB se tornam réus

ABr – A Justiça Federal em Brasília aceitou hoje (9) denúncia do Ministério Público Federal (MPF) no inquérito que investiga uma suposta organização criminosa formada por ex-deputados do MDB (antigo PMDB) da Câmara dos Deputados. A decisão foi tomada pelor juiz Marcus Vinícius Reis Bastos, da 12ª Vara Federal.

Com a decisão, se tornaram réus nas investigações os ex-deputados Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha, Rodrigo Rocha Loures e Henrique Eduardo Alves. A referida organização criminosa seria responsável por negociar com empresas vantagens indevidas na Petrobras, na Caixa Econômica Federal e na própria Câmara, segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR). Os quatro já estão presos em decorrência de outras investigações – apenas Rocha Loures está em prisão domiciliar.

Inicialmente, os parlamentares foram denunciados pela PGR ao Supremo Tribunal Federal (STF) junto com o presidente Michel Temer. No entanto, no ano passado, a tramitação da denúncia contra Temer  foi suspensa por decisão da Câmara dos Deputados. Depois disso, o ministro Edson Fachin decidiu desmembrar o processo, enviando para a primeira instância as investigações contra os acusados sem foro privilegiado na Corte.



Fachin inclui Temer em inquérito da Lava Jato que investiga repasses da Odebrecht ao MDB

Temer é incluído em investigação da Lava-Jato pelo STF – (Foto: Mario Tama/ Getty Images)

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), acatou o pedido da Procuradoria Geral da República (PGR) para incluir o presidente Michel Temer em um inquérito que investiga os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria Geral) dentro da Operação Lava Jato.

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