Familiares de seridoense com leucemia buscam doador de medula óssea

Familiares de Bruno Giordano diagnosticado com leucemia buscam por doadores de medula óssea

Famílias do Seridó estão se mobilizando para conseguir doação de transplante de medula óssea para Giordano Bruno de Lucena Souto. Ele tem 38 anos, e é filho de Francisca Marta de Lucena, com família em São João do Sabugi e Francisco Brilhante de Souto, que era conhecido como “Chico da Padaria”, de Serra Negra do Norte.

A informação que chega ao Blog Sidney Silva, dá conta que Bruno reside com esposa e filho em Uberlândia/MG e há poucos dias foi diagnosticado com leucemia, sendo necessário conseguir transplante em 4 meses.

Qualquer pessoa pode ser compatível. Por isso pedimos a participação de todo povo seridoense e de qualquer lugar que se sensibilizar com esta causa. Agradecemos a cada um de coração e pedimos a Deus que abençoe todos nós nesta luta pela vida do meu filho” disse Francisca Marta, mãe de Bruno.

Qualquer pessoa pode procurar o hemocentro mais próximo, e dizer que quer ser doador de medula. O teste colhe 10ml de sangue e o hemocentro faz o cadastro. Se for compatível, o próprio Hemocentro avisa.

As famílias Lucena de Bruno em São João do Sabugi e Brilhante Souto de Serra Negra estão buscando conseguir o maior número possível de pessoas.



Redome quer atingir até 250 mil novos doadores de medula óssea este ano

O Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), considerado o terceiro maior do mundo, pretende alcançar este ano entre 200 mil e 250 mil novos doadores voluntários, especialmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que apresentam características de miscigenação próprias. A ideia é priorizar doadores cuja característica genética não tem tanta representatividade no registro.

O esforço para estimular o cadastro de doadores será feito também nas áreas de fronteiras, que inclui indígenas brasileiros, com o objetivo de fazer com que o registro nacional seja interessante também para países vizinhos da América Latina e para outras nações, como Portugal, Espanha, Itália, que contribuíram para a migração no Brasil. A informação foi dada à Agência Brasil pelo coordenador do Redome, sistema criado pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) do Ministério da Saúde, Luis Fernando Bouzas.

Seguindo orientação geral para todos os registros no mundo, o Redome vai procurar também incluir doadores mais jovens no cadastro, na faixa de 18 anos a 30 anos. Além de os resultados dos transplantes com doadores nessa faixa etária serem melhores para os pacientes, mais tempo eles permanecerão cadastrados, com possibilidade de serem identificados.

Saiba tudo sobre doação de medula óssea no site do Redome acessando aqui