Chuvas do RN ficaram acima da média no período de janeiro a maio de 2019

As chuvas registradas no período de janeiro a maio de 2019, no semiárido potiguar, de acordo com a análise pluviométrica do Rio Grande do Norte, elaborada pela Gerência de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) ficaram acima da média, em 12,1%, em relação aos últimos sete anos. “A chuva esperada para o período era de 587mm, enquanto que a registrada foi de 658 mm. A média climatológica utilizada neste estudo, refere-se aos postos pluviométricos com mais de 30 anos de dados no período de 1963 a 2007”, salienta o meteorologista, Gilmar Bristot.

As análises apontam que as chuvas ocorridas neste período no Estado, foram ocasionas pela atuação de vários sistemas meteorológicos, sendo os principais os Vórtices Ciclônicos de Ar Superior (VACS) e a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). As condições térmico/dinâmicas das águas superficiais do Oceano Atlântico, mais aquecidas na parte Sul e mais frias do que o normal na bacia Norte também foram fatores que influenciaram diretamente na ocorrência delas.

Continue lendo



Chuvas devem continuar em todas as regiões do RN

Chuvas devem continuar no RN

Monitoramento realizado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), registra chuva em todas as regiões do Estado, com mais intensidade nas regiões Oeste, Riacho de Santana 62mm e na região Central, em Caicó choveu 50 milímetros. O registro é das últimas 24 horas.

E de acordo com a gerência de meteorologia da Emparn, deve continuar chovendo em todas as regiões potiguares, já que o Vórtice Ciclônico, sistema meteorológico, que vem atuando há alguns dias continua provocando chuva, principalmente no interior do RN. Além do Vórtice Ciclônico, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) também se aproximou na da costa do Nordeste e também provoca chuva no litoral e interior do Estado.

Continue lendo



Meteorologista Luiz Molion discorda de previsão que aponta El Niño em 2018/2019

O meteorologista e professor universitário, Luiz Carlos Molion, disse em entrevista ao Sistema Rural de Comunicação, que o inverno de 2019, no Seridó do Rio Grande do Norte, deve ficar ligeiramente a baixo do normal, algo em torno de 100 milímetros à menos. Não deve ser igual ao mesmo período de 2012 a 2017, quando tivemos uma estiagem muito forte. Ele afirma que sua previsão aponta para um inverno abundante em 2020, com chuvas a cima da normalidade.

Perguntado sobre previsão de meteorologistas que apontaram o surgimento do fenômeno Al Niño no final de 2018 e início de 2019, ele disse que discorda. “No fundo, o que o pessoal faz é simplesmente copiar o que sai nos Estados Unidos“, disse. De acordo com Molion, dois institutos norte-americanos anunciaram a probabilidade de 80% de chance de ocorrer um novo El Niño. “Nesse caso, eles usam 18 modelos de clima que usam equações matemáticas e cada um dá um resultado diferente. Então, eles pegam uma média de tudo e fazem uma previsão por consenso. Eu não gosto desse tipo de previsão. Eu uso mais uma previsão chamada ‘por similaridade’. Posso dizer que esse ano de 2019, está muito parecido com o ano de 2001, que foi depois do violento El Niño que ocorreu em 1997 e 98. Diante disso, a minha previsão é que não vai haver El Niño, e que as águas do Oceano Pacífico, elas fiquem a cima da média, com meio grau centígrado pra cima e meio grau centígrado pra baixo, ou seja, fica numa situação de neutralidade e se tiver, vai ser um fenômeno fraco“, revela.

Voltando a falar da similaridade, Luiz Carlos Molion, frisa que se olharmos para os anos passados, pode-se constatar que somente em 2034, é que teremos um novo evento de estiagem tão forte quando foi registrado nos últimos anos que afetou o Brasil de forma geral.

Nós teremos nos próximos 10 anos, chuvas regulares com algumas variações, mas, nada tão grave quanto o que foi registrado nos últimos anos“, disse.



Umidade relativa do ar varia de 40% a 100% na região Nordeste, nesta terça-feira

Mapa mostra áreas com instabilidades no Nordeste

Nesta terça-feira, o céu fica encoberto a nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas na região Nordeste. A umidade relativa do ar pode variar de 40% a 100%. Na Bahia, no Ceará, no Piauí e no Rio Grande do Norte a temperatura vai variar entre 16ºC e 35ºC. Em Sergipe, na Paraíba, em Pernambuco e em Alagoas mínima de 17ºC e máxima de 33ºC. Já no Maranhão a temperatura varia de 22ºC a 31ºC. As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.



EMPARN prevê redução das chuvas nos próximos dias

EMPARN prevê redução das chuvas no RN

Pelo menos até o fim da próxima semana (por volta do dia 10 de março), as chuvas deverão diminuir de intensidade, voltando a chover mais forte na segunda quinzena de março e no mês de abril, segundo a previsão da meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN). Nos últimos dias, as chuvas foram provocadas pela proximidade da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). O mês de março é tradicionalmente de elevada média pluviométrica, com rajadas de ventos e chuvas fortes.

Nesta quinta-feira (02), em Natal, foram registradas chuvas fortes distribuídas por várias regiões, como na Zona Norte, com 123 milímetros (mm) e, em Ponta Negra, com 75mm. Os pluviômetros do CEMADEN (Centro Nacional de Monitoramento e Desastres Naturais) que tem uma parceria com a EMPARN, registraram as fortes chuvas em toda a cidade.

BOLETIM PLUVIOMÉTRICO DA EMPARN

No interior, desde a manhã de quinta até a manhã desta sexta-feira (3), choveu mais forte no Oeste potiguar. Em 75 postos pluviométricos foram registradas boas chuvas em Campo Grande, 37,3 milímetros (mm); Jucurutu, 30,2mm; Ipanguaçu, 27,6mm; São Rafael, 26,6mm e  Pendências, 25,8mm. Choveu ainda em Assu, Campo Grande, Baraúna, Alto do Rodrigues, Felipe Guerra, Porto do Mangue, Paraú, Upanema e Mossoró, entre outros municípios. Na mesorregião Central, choveu mais forte em Cruzeta, com 47,3mm; Guamaré, 26,5mm; São Bento do Norte, 17mm e Equador, 11,9mm. Choveu ainda em São José do Seridó, Florânia, São Fernando e Caicó.

Na mesorregião Leste/Agreste choveu forte em Bom Jesus, 53,4mm; Monte Alegre, 45mm; Vera Cruz, 36,4mm; Passa e Fica, 15,4mm e Bento Fernandes, 13,0mm. Também choveu em São Paulo do Potengi, Boa Saúde, Serrinha, Sitio Novo, Barcelona, Parazinho e Tangará. A maior chuva foi em São Gonçalo do Amarante (Base Física da EMPARN), com 101,1mm; seguida de Baía Formosa, com 97mm; Extremoz, 91,2mm e Parnamirim, 78,2mm.



EMPARN divulga amanhã (21) o resultado da previsão climática para o Nordeste

A “II Reunião de Análise e Previsão Climática para o norte do Nordeste brasileiro” começou nesta segunda-feira (20) com a presença de meteorologistas do Nordeste e representantes de diversas instituições nacionais. O evento é coordenado pelo Gerente de Meteorologia da EMPARN, o pesquisador Gilmar Bristot. Para dar as boas vindas estiveram presentes o Secretário de Agricultura, da Pecuária e da Pesca, Guilherme Saldanha e o presidente da EMPARN, Alexandre de Medeiros Wanderley. Além de pesquisadores da área, também participaram da reunião alunos do curso de Meteorologia (Graduação e Pós) da UFRN.

Na primeira palestra, com o tema “Investigação das possíveis contribuições dos oceanos Pacífico e Atlântico para a estação chuvosa do norte do nordeste do Brasil em 2017”, o pesquisador Caio Augusto Coelho (CPTEC/INPE-SP) mostrou através de imagens de Satélite e gráficos as análises realizadas desde o último trimestre de 2016. O pesquisador destacou que a previsão climática fica mais difícil quando os oceanos (Pacifico e Atlântico), não “falam” a mesma linguagem, como está ocorrendo agora. Ele salientou ainda que o resfriamento do Pacífico Equatorial  não trouxe as condições de chuvas esperadas para o Nordeste brasileiro.

Continue lendo



Emparn divulga boletim com as chuvas do final de semana

Chuvas ultrapassaram os 100 milímetros

MESORREGIAO OESTE POTIGUAR
Umarizal – 148,0mm
Pau Dos Ferros – 128,0mm
Paraná – 125,0mm
Apodi – 122,3mm
Água Nova – 113,2mm
Ipanguacu – 113,1mm
Viçosa – 90,0mm
Campo Grande – 85,7mm
Riacho De Santana – 84,0mm
Severiano Melo – 83,5mm
Dr. Severiano – 80,5mm
Tenente Ananias – 78,5mm
Francisco Dantas – 74,2mm
Jucurutu – 70,6mm
Caraubas – 66,0mm
Marcelino Vieira – 65,0mm
Upanema – 64,6mm
Areia Branca – 62,7mm
Paraú – 59,5mm
Janduis – 59,0mm
Rodolfo Fernandes – 56,7mm
Felipe Guerra – 56,0mm
Luis Gomes – 50,0mm
Mossoro – 47,0mm
Porto Do Mangue – 44,8mm
Venha Ver – 39,5mm
São Rafael – 37,4mm
Pilões – 37,0mm
Assu – 34,9mm
Baraúna – 34,5mm
Tibau – 33,4mm
Gov. Dix-sept Rosado – 29,7mm
São Rafael – 28,2mm
Coronel João Pessoa – 26,0mm
Grossos – 18,5mm
Major Sales – 13,9mm
Messias Targino – 12,0mm
Frutuoso Gomes – 7,5mm
Lucrecia – 6,3mm
Alto Do Rodrigues – 6,0mm
Rafael Godeiro – 3,1mm

MESORREGIAO CENTRAL POTIGUAR
Sao João do Sabugi – 130,0mm
São Fernando – 106,1mm
Jardim de Piranhas – 62,0mm
Timbaúba dos Batistas – 45,0mm
São Vicente – 42,3mm
Jardim Do Seridó – 32,0mm
Florânia – 31,5mm
Cerro Corá – 21,8mm
Caicó – 18,5mm
Ouro Branco – 17,7mm
Angicos – 16,0mm
Parelhas – 14,5mm
Guamaré – 14,1mm
Fernando Pedroza – 12,8mm
Carnaúba dos Dantas – 11,8mm
Equador – 11,0mm
São José do Seridó – 10,2mm
Lagoa Nova – 10,0mm
São Bento do Norte – 10,0mm
Acari – 7,3mm
Cruzeta – 3,5mm
Caiçaara do Rio Dos Ventos – 2,2mm

MESORREGIAO AGRESTE POTIGUAR
Monte Alegre – 42,0mm
Lajes Pintadas – 35,0mm
Japi – 26,0mm
Coronel Ezequiel – 25,0mm
Tangará – 22,3mm
Jaçanã – 18,0mm
São Bento do Trairi – 10,0mm
Barcelona – 7,7mm
São Paulo do Potengi – 6,2mm
Sítio Novo – 6,0mm
Rui Barbosa – 3,7mm
Boa Saúde – 2,2mm
Bom Jesus – 1,1mm
Monte das Gameleiras – 1,0mm

MESORREGIAO LESTE POTIGUAR
Montanhas – 68,3mm
Senador Georgino Avelino – 53,2mm
Parnamirim – 48,8mm
Taipu – 31,0mm
São Gonçalo do Amarante – 26,3mm
Canguaretama – 21,1mm
Natal – 19,6mm
Maxaranguape – 13,0mm