Fiocruz retoma projeto com mosquitos que combatem a dengue

Programa foi interrompido há três meses, devido à pandemia de Covid-19

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) retomou nesta segunda-feira (22) a liberação de mosquitos Aedes aegypti contaminados com a bactéria Wolbachia, que tem capacidade de impedir a transmissão de doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana. O programa foi interrompido há três meses, por causa da pandemia de covid-19.

A retomada da liberação começa pelos bairros de Ramos, Olaria e Bonsucesso, na zona norte do Rio de Janeiro. Segundo o líder do Método Wolbachia no Brasil, Luciano Moreira, essas doenças, chamadas de arboviroses, não deixaram de circular no país durante a pandemia e, por isso, é importante retomar o projeto.

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Mosquito modificado geneticamente é utilizado no combate à Dengue, Zika e Chikungunya

Mosquito Aedes geneticamente modificado

Flash, Homem-Aranha e Hulk. Certamente você já ouviu falar desses super-heróis. Todos eles têm, em comum, a alteração genética. Através dela, adquiriram seus superpoderes. Hoje eu vou apresentar para você um novo super-herói. Pode parecer confuso, mas o super-herói a que eu estou me referindo é o mosquito da Dengue. Como assim? É isso mesmo. O Aedes do Bem são mosquitos geneticamente modificados produzidos pela empresa Oxitec. Desenvolvidos em laboratório, o Aedes do Bem é um mosquito macho que, ao copular com a fêmea selvagem do mosquito transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya, transmite um gene para seus descendentes que faz com que eles morram antes de atingir a fase adulta.

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