Nordeste pode registrar queda de granizo novamente neste final de semana

Nordeste pode registrar queda de granizo novamente neste final de semana

Nesta semana caiu granizo no Ceará. Foi na cidade de Parambu e fica no Sertão dos Inhamuns. Esse fenômeno que ocorreu no sudoeste do Estado é bem raro, mas pode se repetir neste final de semana no Nordeste do país.

De acordo com a meteorologista consultora do INMET, Ingrid Peixoto, o que aconteceu em Parambu foi um Vórtice Ciclônico em Altos Níveis (VCAN), que é um sistema de baixa pressão atmosférica em níveis altos, que estimula a formação de nuvens carregadas. Segundo ela, estas nuvens podem vir acompanhadas de raios, descargas elétricas e até mesmo granizo.

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Pesquisa aponta que Nordeste tem maior taxa de analfabetismo do país

Pesquisa aponta que Nordeste tem maior taxa de analfabetismo do país

Mais da metade da população brasileira de 25 anos ou mais tinham concluído apenas o ensino fundamental em 2016. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (21) pela Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio, a PNAD contínua, feita pelo IBGE. Ao todo, mais de 66 milhões de brasileiros nesta faixa etária tinham apenas o ensino fundamental completo, enquanto menos de 20 milhões (15%) tinham o ensino superior completo.

A taxa de analfabetismo em 2016 ficou em torno de 7,2%, o que representa cerca de 11,8 milhões de pessoas. Entre as regiões mais afetadas pela falta de alfabetização está o Nordeste, com mais de 14,8% da população, longe dos 3,6% da região Sul. O Nordeste registra ainda cerca de 52,6% da população de 25 anos ou mais sem o ensino fundamental completo.

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Nordeste será a região mais procurada por turistas brasileiros nos próximos seis meses

Uma pesquisa feita pelo Ministério do Turismo aponta que mais de 27% dos brasileiros entrevistados tem intenção de viajar nos próximos seis meses. A Sondagem do Consumidor foi realizada com duas mil pessoas, de sete capitais do Brasil, que concentram 70% do fluxo turístico do país. 44,9% dos viajantes disseram que vão optar por hotéis e pousadas. Já os outros 36,6% afirmaram que ficarão na casa de amigos e parentes.

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Maioria dos municípios brasileiros declarou estado de emergência ou calamidade entre 2003 e 2016

Reservatórios secaram no Nordeste com a estiagem

Quase metade dos municípios brasileiros teve que decretar estado de emergência ou de calamidade pública por conta da estiagem entre 2003 e 2016. É o que indica o relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos de 2017, divulgado nesta segunda-feira (4) pela Agência Nacional de Águas (ANA). Segundo o levantamento, a maioria das cidades que fizeram esse pedido fica na região Nordeste do país.

A pesquisa feita pela agência indica que pelo menos 48 milhões de pessoas foram afetadas em todo país, com mais de 4 mil secas que causaram danos a população de maneira direta. Do total, 83% desses eventos se concentraram no Nordeste. Além disso, cerca de 18 milhões de pessoas foram atingidas pela estiagem.

Além das secas, as enxurradas também prejudicaram muitas cidades. Enquanto a estiagem assolava a região Nordeste, as partes Sul e Sudeste do país sofreram com a força da água. Por isso, 47,5% dos municípios das regiões decretaram situações de emergência ou calamidade pública.

O levantamento ainda aponta que 12% dos pontos analisados sobre a qualidade da água apresentaram resultados considerados excelentes, usando o índice de Qualidade das Águas como base. Já 13% foram classificadas como regulares, 9% como ruins e 3% de péssima qualidade.

A pesquisa da agência também indica que mais de 67% da vazão média de consumo de água tem como destino a irrigação de plantações em todo o país.



Nordeste registra maior desigualdade nos rendimentos, aponta IBGE

O Nordeste é a região do país com maior desigualdade nos rendimentos. A informação foi divulgada na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) de 2016, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. A informação foi detalhada pelo gerente da pesquisa, Cimar Azeredo. “27,6% da população do Brasil está na região Nordeste. Olhando o mapa você vai pensar: o Nordeste seria a região com a segunda maior massa de rendimento, que é a soma de todos os rendimentos, tanto de trabalho como de outras fontes que circulam no Estado. É lá que podemos encontrar os Estados com maior desigualdade, que é o caso de Pernambuco, um Estado extremamente desigual, a Bahia é muito desigual, o Maranhão é desigual demais, com índices bastante elevados”.

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Pesquisa indica que 27% das mulheres nordestinas já sofreram violência doméstica

Nos estados do Nordeste brasileiro, 27% das mulheres com idade entre 15 e 49 anos já foram vítimas da violência doméstica praticada por maridos, companheiros ou namorados. As cidades onde essa violência foi maior são Salvador, Natal e Fortaleza. Esses são alguns dos dados levantados pela Pesquisa Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, apresentada na tarde desta quarta-feira (23) no auditório da representação da ONU no Brasil, em Brasília.

Elaborada em parceria com o Instituto Maria da Penha e coordenada pelo professor José Raimundo Carvalho, da Universidade Federal do Ceará, a pesquisa revela os impactos sociais, econômicos, emocionais e psicológicos nas vítimas e também na família, especialmente em crianças e adolescentes. Foram ouvidas 10 mil mulheres por 250 entrevistadores.



Nordeste tem melhor resultado nacional na geração de empregos em outubro

A região Nordeste conta com uma alta no número de contratações para o mercado de trabalho no mês de outubro. Em um panorama geral, os estados somaram mais de 37 mil pessoas admitidas. O número é o maior do país no quesito, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Na região, Alagoas se destacou com o maior número de geração de empregos do país no mês de outubro. Foram mais de 22 mil admissões e mais de 13 mil novos postos de serviço nas áreas da Indústria de Transformação, Agropecuária, Serviços, Comércio, Construção Civil e Serviços Industriais de Utilidade Pública.

Outro estado da região que se destacou no cenário nacional foi Pernambuco. Ficando em terceiro lugar em relação ao número de empregos no Brasil, foram mais de oito mil novos postos de trabalho e um aumento de 0,70%, com relação ao mês de setembro. Segundo o Diretor da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, José André Freitas, o período é excelente para o crescimento de empregos, principalmente por conta da mão de obra nas usinas de cana de açúcar.

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Robinson Faria participa da reunião de Governadores do Nordeste em Salvador

Encontro de Governadores do Nordeste na Bahia – (Foto: Manu Dias)

O governador Robinson Faria se reuniu com os demais Governadores do Nordeste nesta quinta-feira (11), em Salvador, para discutir a criação da Previdência Complementar na região, o cumprimento da Lei do alongamento da dívida dos estados com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o cumprimento do acordo da cota para empréstimos.

O Governador afirmou que “a reunião foi muito importante para a região Nordeste. Os estados estão unidos com foco em linhas de trabalho e reivindicações que levaremos ao Governo Federal. Temos assuntos comuns, como as operações de crédito, a questão previdenciária e a segurança pública. Cada Estado tem as suas prioridades e juntos, vamos solicitar a liberação em Brasília de recursos e ações. Por isso, estamos aqui somando esforços para buscar soluções e melhorias para os estados nordestinos”.

Como resultado da reunião, os governadores elaboraram uma carta direcionada ao presidente Michel Temer, onde descrevem os pleitos dos estados nordestinos. “São medidas capazes de amenizar os efeitos da crise econômica no âmbito nacional e regional”, explicou Robinson Faria.

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Meteorologistas prevêem chuvas próximas do normal no RN

Meteorologistas prevêem chuvas próximas do normal no RN

O resultado da II Reunião de Análise e Previsão Climática para a Região Nordeste do Brasil, encerrada nesta terça-feira (21) na sede da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), prevê a tendência de que as chuvas apresentem um comportamento próximo da normalidade climatológica em grande parte do norte do Nordeste, incluindo o Rio Grande do Norte.

De acordo com o Gerente de Meteorologia da EMPARN, Gilmar Bristot, “as chuvas serão mais intensas em regiões como o Alto Oeste e Vale do Assu. Já em áreas como o Seridó, Agreste e Litoral as precipitações devem ser mais escassas. A média de chuvas no semiárido para os próximos três meses deve girar em torno de 500mm, o que não será suficiente para encher os grandes reservatórios, mas garante uma boa recarga de água nas pequenas bacias”, afirma.

Os meteorologistas utilizaram uma imagem com base no mapa do Nordeste, sinalizando de cor verde a área que terá chuvas, a cor amarela para chuvas abaixo do normal e a cor cinza para definir a área de baixa visibilidade. A previsão é para a quadra chuvosa de março a maio. A elaboração do documento contou com a participação dos meteorologistas de instituições estaduais, além do INPE/INMET e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).



EMPARN divulga amanhã (21) o resultado da previsão climática para o Nordeste

A “II Reunião de Análise e Previsão Climática para o norte do Nordeste brasileiro” começou nesta segunda-feira (20) com a presença de meteorologistas do Nordeste e representantes de diversas instituições nacionais. O evento é coordenado pelo Gerente de Meteorologia da EMPARN, o pesquisador Gilmar Bristot. Para dar as boas vindas estiveram presentes o Secretário de Agricultura, da Pecuária e da Pesca, Guilherme Saldanha e o presidente da EMPARN, Alexandre de Medeiros Wanderley. Além de pesquisadores da área, também participaram da reunião alunos do curso de Meteorologia (Graduação e Pós) da UFRN.

Na primeira palestra, com o tema “Investigação das possíveis contribuições dos oceanos Pacífico e Atlântico para a estação chuvosa do norte do nordeste do Brasil em 2017”, o pesquisador Caio Augusto Coelho (CPTEC/INPE-SP) mostrou através de imagens de Satélite e gráficos as análises realizadas desde o último trimestre de 2016. O pesquisador destacou que a previsão climática fica mais difícil quando os oceanos (Pacifico e Atlântico), não “falam” a mesma linguagem, como está ocorrendo agora. Ele salientou ainda que o resfriamento do Pacífico Equatorial  não trouxe as condições de chuvas esperadas para o Nordeste brasileiro.

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Ventos em alto níveis e proximidade da Zona de Convergência Intertropical provocaram chuvas no Nordeste

O tempo continua muito instável em algumas áreas do Nordeste neste domingo. A circulação de ventos em médios e altos níveis da atmosfera continuam favorecendo a formação de grandes áreas de instabilidade sobre áreas mais ao norte da Região. Além disso, a proximidade da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) forma nuvens muito carregadas, que avançam do mar em direção ao continente, mantendo o tempo ainda mais instável.

No Rio Grande do Norte, a chuva aconteceu de forma generalizada em áreas do oeste potiguar, com grandes acumulados. Em Mossoró, a chuva começou na noite do último sábado (11), por volta das 19h – Horário de Brasília – e continua chovendo nesta manhã de domingo. De lá para cá, já foram acumulados cerca de 167,8 mm de chuva de acordo com registros da estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Em Caicó, entre às 19h do último sábado e 05h da manhã do domingo (HB) os acumulados já estavam em torno dos 60 mm.  Em Natal (RN) embora esteja chovendo também, a chuva acontece de forma fraca e isolada.

A chuva deve se estender ao longo do dia e ainda pode ser forte em alguns momentos. A partir de segunda-feira as áreas de instabilidade começaram a enfraquecer sobre o Rio Grande do Norte e a chuva volta a acontecer de forma mais irregular.

*Fonte: Site do ClimaTempo



Meteorologista alagoano reafirma que inverno de 2017 será de transição

Professor Luiz Carlos Molion reafirma inverno fraco em 2017

O meteorologista, Luiz Carlos Molion, concedeu entrevista na Rádio Caicó nesta terça-feira (07) e repetiu o que já tinha dito no final de 2016, ou seja, que as chuvas de 2017, seriam pelo menos melhores do que as que caíram em 2016 e 2015, na região semiárida do Nordeste brasileiro.

Ele também reafirmou que os invernos de 2018 e 2019, poderão ser acima da média histórica.

Ouça a entrevista concedida a Sidney Silva: