Polícia Federal deflagra operação para combater corrupção na OAB em SP

Depois de receber uma denúncia de um advogado que disse ter sido vítima de uma tentativa de pagamento de propina, a Polícia Federal deflagrou, hoje (17) uma operação para apurar crimes de corrupção praticados na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional São Paulo. As investigações iniciaram em setembro deste ano, após a denúncia.

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Operação contra corrupção em Extremoz apreende 70 mil reais, 996 dólares e 2.865 euros

Dinheiro apreendido pela Polícia Federal em Extremoz

AGORA RN – A Operação Vale Tudo, deflagrada na manhã desta sexta-feira 30 contra um suposto esquema de corrupção na Prefeitura de Extremoz, apreendeu 70 mil reais, 996 dólares e 2.865 euros na casa de um empresário. Alvo de mandados de busca e apreensão, a residência fica no bairro Tirol, na Zona Leste de Natal.

A ação foi realizada pela Polícia Federal, Ministério Público Federal, MP Eleitoral, Receita Federal e Controladoria Geral da União (CGU). Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em 19 endereços de Natal, Extremoz e Recife.

O prefeito de Extremoz, Joaz Oliveira, e quatro servidores municipais foram afastados de seus cargos. Segundo o Ministério Público Eleitoral, a ordem para afastamento foi dada pelo desembargador Claudio Santos.


Operação da PF e MPF combate fraudes em licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro no RN

Policiais federais tiveram o apoio de agentes de outros órgãos como a Receita Federal

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal, com apoio da Receita Federal e da Controladoria Geral da União, deflagraram na manhã desta sexta-feira, 30/10, a Operação Vale Tudo visando desarticular uma organização criminosa acusada de fraudes em licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro no município de Extremoz, Região Metropolitana de Natal.

Mais de 70 policiais estão cumprindo 23 mandados de busca e apreensão por determinação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN) em desfavor de servidores da prefeitura daquela cidade e de empresários do Rio Grande do Norte e Pernambuco. Também serão cumpridos 5 mandados de suspensão da função pública e dos pagamentos referentes aos contratos da prefeitura com as empresas investigadas.

A investigação teve início a partir de indícios de falsidade na prestação de contas da campanha política de uma candidata a deputada estadual nas Eleições de 2018, cuja pessoa, à época, era ligada aos gestores municipais de Extremoz.

Durante a análise das contas da referida candidata verificou-se a existência de muitas doações oriundas de servidores municipais em valores que chegavam a quase totalidade dos seus vencimentos mensais. Chamados a prestar esclarecimentos, alguns deles confessaram que, após terem feito a transferência para a conta da campanha, receberam os valores em espécie por orientação dos gestores do município.

Com o avanço das investigações e, através da quebra de sigilo bancário, verificou-se que a organização criminosa teria desviado mais de R$ 2 milhões de reais entre os anos de 2017 e 2020, por meio de fraudes em licitações que visavam à aquisição de medicamentos, produtos odontológicos e hospitalares destinados ao município de Extremoz/RN.
Não haverá entrevista coletiva.

  • O nome da operação faz referência aos “vales”, documento que era entregue para o controle de estoque da Secretaria Municipal de Saúde, o qual apresentava itens em menores quantidades, todavia com valores superfaturados.

PF combate tráfico interestadual de drogas na Região Oeste do Rio Grande do Norte

Operação foi desencadeada pela Força Tarefa na região Oeste do Estado

A Força-Tarefa de Combate ao Crime Organizado, coordenada pela Polícia Federal e composta por Policiais Federais, Policiais Civis, Policiais Militares e Policiais Penais Federais, atuando em colaboração com a Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SEOPI), deflagrou nesta quinta-feira, 29/10, a Operação Extração III, com o objetivo de coletar provas necessárias para instrução de investigação voltada à reprimir a atuação de uma organização criminosa dedicada ao tráfico de drogas na Região Oeste do Rio Grande do Norte.

Cerca de 30 policiais estão cumprindo 4 mandados de busca e apreensão expedidos pela 2ª Vara Criminal, nas cidades de Mossoró/RN, Natal/RN e João Pessoa/PB.

As investigações revelaram que após a prisão de lideranças da facção criminosa em setembro de 2019, quando da deflagração da primeira fase da Operação Extração, o tráfico de drogas sob condução dos suspeitos passou a ser gerenciado de dentro de unidades penais com o auxílio de um advogado que transitava informações clandestinas objetivando perpetuar aquela atividade ilícita.

Também restou comprovado que o fornecedor das drogas comercializadas pela célula criminosa no Oeste Potiguar agia de dentro da Penitenciária PB1, em João Pessoa/PB, sendo que o mesmo suspeito já havia sido preso pela Polícia Federal em 2015, acusado de participar de diversos assaltos contra agências dos Correios no interior do RN.

Vale registrar que, no ano de 2019, cooperativa criminosa ligada aos investigados intencionou promover ataques dentro do sistema prisional potiguar, incentivando a violência contra integrantes de facções rivais e estimulando o confronto com forças policiais do estado, fato anteriormente investigado e acompanhado pela atual unidade de ações integradas. Em virtude de tal articulação, no ano de 2020, cinco membros da cúpula da Orcrim foram transferidos para o Sistema Prisional Federal.

Apesar das restrições impostas pela pandemia, a Polícia Federal e as demais forças policiais seguem atuando em sintonia contra o crime organizado no Rio Grande do Norte.


Operação Falsos Heróis: PF apreendeu mais de R$ 2,4 mi e prendeu 7 pessoas

A Polícia Federal do Rio Grande do Norte, divulgou o resultado da operação Falsos Heróis, deflagrada nesta terça-feira (27), para fazer cessar as atividades de uma organização criminosa voltada à prática de contrabando de cigarros e produtos falsificados.

O dinheiro apreendido chegou a quantia de R$ 2.427.895,00. Os federais ainda apreenderam, 8 veículos e 6 armas de fogo. Na ação, 7 pessoas foram presas preventivamente, sendo uma delas em flagrante. Um dos alvos não foi localizado.

Dentre os investigados, constam empresários, policiais civis do Rio Grande do Norte, além de um secretário municipal da cidade de Areia Branca/RN.

Cerca de 165 policiais federais foram empregados no cumprimento de 26 mandados de busca e apreensão e 8 de prisão preventiva nas cidades de Areia Branca, Tibau e Mossoró, no Rio Grande do Norte; Belém e Ananindeua no Pará e em São Paulo (capital). Também foi determinado o cumprimento de medidas cautelares diversas da prisão com relação a outros nove investigados, bem como o sequestro judicial de 22 contas bancárias.

As diversas diligências realizadas no curso da investigação permitiram identificar a existência de uma organização criminosa bem estruturada, cujo modus operandi consiste no transporte naval de produtos contrabandeados (cigarros, vestuário e equipamentos eletrônicos falsificados) com origem no Suriname, os quais são internalizados de forma clandestina em pontos da costa dos municípios potiguares de Areia Branca, Porto do Mangue e Macau, sendo posteriormente transportados para diversos estados, principalmente São Paulo, onde são comercializados em locais notadamente conhecidos por esta prática.

*O nome “Falsos Heróis” faz referência ao batismo das embarcações utilizadas para o transporte de mercadorias contrabandeadas (Ex: Thor, Hulk e Capitão América), bem como ao envolvimento de policiais civis que atuavam principalmente fornecendo segurança às operações logísticas de transbordo e transporte dos produtos contrabandeados.


PF apreende armas, munições e dinheiro na Operação Falsos Heróis

Escopeta de calibre 12, munições e pistolas apreendidas pela Polícia Federal

A Polícia Federal, com apoio da Receita Federal do Brasil e da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SEOPI), deflagrou na manhã desta terça-feira (27), em Mossoró/RN, a Operação Falsos Heróis, que investiga as atividades de organização criminosa voltada à prática de contrabando de cigarros e produtos falsificados.

Cerca de 165 policiais federais estão cumprindo 26 mandados de busca e apreensão e 8 mandados de prisão preventiva nos estados do Rio Grande do Norte (Areia Branca, Tibau e Mossoró), Pará (Belém e Ananindeua) e São Paulo (capital), além de ter sido determinado o cumprimento de medidas cautelares diversas da prisão com relação a outros nove investigados, bem como o sequestro judicial de 22 contas bancárias.

As diversas diligências realizadas no curso da investigação permitiram identificar a existência de uma organização criminosa bem estruturada, cujo modus operandi consiste no transporte naval de produtos contrabandeados (cigarros, vestuário e equipamentos eletrônicos falsificados) com origem no Suriname, os quais são internalizados de forma clandestina em pontos da costa dos municípios potiguares de Areia Branca, Porto do Mangue e Macau, sendo posteriormente transportados para diversos estados, principalmente São Paulo, onde são comercializados em locais notadamente conhecidos por esta prática.

Somente entre os anos de 2018 e 2019, a Orcrim movimentou cerca de 185 milhões de reais, revelando a alta lucratividade da empreitada criminosa.

Dentre os investigados, constam empresários, policiais civis do Rio Grande do Norte, além de um secretário municipal da cidade de Areia Branca/RN.

Os crimes imputados são os de contrabando qualificado (art. 334-A, §3º, CP) e organização criminosa armada (art. 2º, § 2º, e § 4º, incisos II e V, da Lei 12.850/2013), cujas penas, somadas, podem ultrapassar a 23 (vinte e três) anos de prisão.

*O nome “Falsos Heróis” faz referência ao batismo das embarcações utilizadas para o transporte de mercadorias contrabandeadas (Ex: Thor, Hulk e Capitão América), bem como ao envolvimento de policiais civis que atuavam principalmente fornecendo segurança às operações logísticas de transbordo e transporte dos produtos contrabandeados.


Ipueira: Candidato a vereador preso hoje portava duas armas de fogo

Operação deflagrada pela Polícia Federal prendeu, também, candidato a vereador

O candidato a vereador pelo Partido Liberal – PL da cidade de Ipueira/RN, Jovani Medeiros de Araújo, de 35 anos, natural de Caicó, preso por força de mandado de prisão preventiva na manhã desta quarta-feira (14), por agentes da Polícia Federal, na Operação Sombra, foi flagrado com duas armas de fogo.

Os agentes conduziram Jovani Medeiros e as armas para Caicó, onde foram ouvidos. Depois foi encaminhados para o Presídio Estadual Desembargador Francisco Pereira da Nóbrega (O Pereirão). Lá, ele fica à disposição da Justiça.


“Operação Sombra”: PF prende suspeitos de envolvimento com roubo de banco e carros-fortes

Polícia Federal cumpriu os mandados em Caicó e Ipueira

As ações da Polícia Federal registradas na manhã desta quarta-feira (14), nas cidades de Ipueira e em Caicó, fazem parte de mais uma fase da Operação Sombra, que tenta acabar com uma quadrilha especializada em roubo de bancos e carros-fortes com atuação nos estados do Rio Grande do Norte e Paraíba.

Ao todo, foram cumpridos 5 mandados de prisão preventiva e 4 de busca e apreensão. Entre os presos está o candidato a vereador, Jovani Medeiros, de Ipueira.

As investigações vem sendo desenvolvidas ao longo dos últimos doze meses e apuram um total de seis ocorrências de ataques a veículos de transporte de valores ocorridos entre junho/2018 e julho/2019.

Os suspeitos hoje presos serão indiciados pelos delitos de organização criminosa, roubo qualificado e porte ilegal de arma de uso restrito.

O nome da operação Sombra remete a uma propriedade rural encravada no município de Jardim do Seridó, em local bem próximo de onde ocorreu um dos ataques da ORCRIM.

As pessoas detidas, são do mesmo grupo de Uender Antão, FLABSTON TAIRONE e MAURO FÉLIX, que estão presos no estado da Paraíba, desde junho deste ano.

Leia mais sobre o assunto:

  • “Operação Sombra” da Polícia Federal resultou na prisão de caicoenses na Paraíba; ENTENDAhttps://cutt.ly/zgs1YKz
  • Caicoense investigado pela Polícia Federal por assalto a banco e carros-fortes é preso na Paraíbahttps://cutt.ly/bgs1Ays
  • Polícia diz que assaltantes mortos em confronto com GEOSaC da PB eram ligados à caicoenses https://cutt.ly/bgs1F3I

PF apreende 238 kg de cocaína no Porto de Natal

Droga apreendida na ação

A Polícia Federal prendeu em flagrante na noite do sábado (03), no Terminal Portuário de Natal, três paranaenses, de 21, 34 e 47 anos, respectivamente, e mais um rondoniense, de 33 anos. Com eles, foram apreendidos 238,9 kg de cocaína. A droga seria enxertada em um contêiner que seguiria para a Europa.

A ação, que aconteceu em conjunto com a Receita Federal, teve início há um mês quando a PF passou a investigar uma movimentação suspeita de pessoas e vários veículos em um galpão de Emaús, município de Parnamirim, Região Metropolitana de Natal, o que indicava, possivelmente, tráfico de drogas. No último sábado, um caminhão deixou o local sendo acompanhado por “batedores” e seguidos de perto pelos policiais federais que observaram quando, quilômetros adiante, o veículo transportador de carga adentrou ao Porto de Natal, oportunidade em que foi interceptado e, após minuciosa revista, na estrutura da carroceria foram encontrados diversos tabletes de cocaína que estavam escondidos em um compartimento adaptado no reboque.

O motorista recebeu voz de prisão e, do lado externo, próximo ao portão de entrada do Porto, os outros homens foram presos quando davam cobertura e esperavam o desembaraço da “mercadoria”. Além do caminhão, com eles, foram apreendidos, também, lacres de contêineres não utilizados e três carros, sendo dois, de luxo.

Ao serem conduzidos para a autuação na Superintendência da PF, em Lagoa Nova, todos os presos se recusaram a responder ao interrogatório e invocaram o direito constitucional de só falar em juízo.

Dois dos suspeitos possuem antecedentes criminais e um é ex-policial militar do Paraná, expulso por crime de roubo. Eles permanecem custodiados na sede da PF, à disposição da Justiça.

De 2019 até hoje, a Polícia Federal e a Receita já realizaram sete apreensões de cocaína no Porto de Natal. O total apreendido é de aproximadamente 5,5 toneladas.


“Lava Jato do PCC”: Chefes da facção estão na elite, diz coordenador da PF

Elvis Secco, Delegado Coordenador Geral de repressão as drogas armas e facções criminosas da PF – (Foto: Kleyton Amorim/UOL)

Em entrevista exclusiva ao Uol, o delegado coordenador geral de repressão às drogas, armas e facções criminosas da PF, Elvis Secco, disse que a sofisticação da lavagem de dinheiro e o padrão de vida dos líderes da facção criminosa PCC são comparáveis aos envolvidos nos esquemas de corrupção da Petrobras. O delegado afirmou ainda que está ocorrendo uma “Lava Jato do PCC”. As informações são do Uol.

O PCC (Primeiro Comando da Capital) é uma multinacional e seus chefes em liberdade não estão nas periferias das cidades, mas vivendo em mansões e andando em carros de luxo. A análise é da PF (Polícia Federal) com base em investigações recentes.

Temos, sim, uma Lava Jato do PCC. O objetivo da Polícia Federal é fazer com que essa operação tenha fases. Para área de tráfico de drogas, temos o mesmo objetivo que investigue crimes de corrupção. É desenvolver fases da investigação” disse o delegado Elvis Secco.

Em dois meses foram cinco operações contra a facção. Ainda de acordo com Secco, em uma primeira fase da Lava Jato do PCC, foi identificado núcleo financeiro e patrimônio dos líderes.

Na quarta-feira, 30, por exemplo, a operação Rei do Crime, com participação da PF, bloqueou judicialmente R$ 730 milhões de apenas um dos braços financeiros do PCC.

De acordo com o delegado Secco, a PF não tem como ambição atingir pequenos traficantes. A ação da Polícia Federal, atualmente, é atingir os chefes desses pequenos traficantes, seguindo o rastro do dinheiro lavado dentro e fora do país.

Serviços de inteligência da PF identificam esquemas que vão de empresas de fachada, passando por doleiros e até transações em criptomoedas.

Confira a matéria completa no Uol.

*Com informações do Uol.


PF incinera aproximadamente 800 kg de drogas no RN

Polícia Federal destruiu drogas em forno – (Foto: Assessoria da PFRN)

A Polícia Federal, com a devida autorização da Justiça e, sob forte esquema de segurança, incinerou na manhã desta quinta-feira, 24/9, no alto-forno de uma usina na Zona Rural de Arês, Região Metropolitana de Natal, aproximadamente 781 kg de drogas, entre maconha e cocaína, e mais 10 kg de fenacetina/tetracaína que são substâncias comumente utilizadas pelos traficantes para misturar e acrescentar volume à cocaína.

O montante destruído é resultante de apreensões realizadas neste ano no aeroporto internacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, bem como no Porto de Natal. Em tais ações, um total de nove suspeitos foram presos em flagrante.

Acompanharam a incineração no dia de hoje, o chefe da Delegacia de Repressão a Drogas da PF, um promotor de Justiça e fiscais da Vigilância Sanitária. Somente em 2020, a Polícia Federal já incinerou mais de duas toneladas de drogas apreendidas no Rio Grande do Norte.

Forte esquema de segurança foi montado pelos Federais

MPF e PF cumprem mandados por fraudes na Fecomércio/RJ

Operação E$quema é um desdobramento da Operação Lava Jato

Policiais federais e integrantes do Ministério Público Federal (MPF) cumprem hoje (9) 50 mandados de busca e apreensão contra acusados de desvios de R$ 355 milhões na Federação do Comércio do Rio (Fecomércio/RJ) e nas seções fluminenses do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço de Aprendizagem Comercial (Senac). Os alvos são pessoas, escritórios de empresas e de advocacia.

A Operação E$quema, um desdobramento da Operação Lava Jato, começou a partir da Operação Jabuti, de 2018, e também usa informações de delação premiada do ex-presidente da Fecomércio/RJ Orlando Diniz.

De acordo com o MPF, dos R$ 355 milhões gastos a pretexto de serviços advocatícios supostamente prestados à entidade, entre 2012 e 2018, ao menos R$ 151 milhões foram desviados em esquema que envolveria Diniz, Marcelo Almeida, Roberto Teixeira, Cristiano Zanin, Fernando Hargreaves, Vladimir Spíndola, Ana Tereza Basílio, José Roberto Sampaio, Eduardo Martins, Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo. Os 11 foram denunciados por organização criminosa.

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Polícia Federal cumpre 623 mandados no país contra grupo criminoso

Dinheiro apreendido na ação é contabilizado pela Polícia Federal

A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (31) a megaoperação Caixa Forte 2, para investigar tráfico de drogas e lavagem de dinheiro praticados por facção criminosa. Para a ação, foram mobilizados 1,1 mil policiais federais, que cumprem 623 mandados judiciais em 18 unidades federativas (Acre, Alagoas, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo) e no Chile.

Ao todo, foram expedidos pela 2ª Vara de Tóxicos de Belo Horizonte 422 mandados de prisão preventiva e 201 mandados de busca e apreensão. Também foi ordenado o bloqueio judicial de R$ 252 milhões.

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PF fecha dois bingos no centro do Rio de Janeiro

Dois bingos que funcionavam no centro do Rio de Janeiro, foram fechados pela Polícia Federal (PF). A operação foi deflagrada na tarde desta quarta-feira (12), por policiais federais da Delegacia de Polícia Fazendária. As informações foram divulgadas, em nota, pela assessoria da PF.

Os policiais receberam denúncia anônima sobre a existência dos bingos, e após diligências nos locais, constataram que de fato estavam em pleno funcionamento, inclusive com a presença de jogadores”, informou a PF.

Em um dos endereços, localizado na zona portuária, foram apreendidas 30 máquinas caça-níqueis. Em outro local, na Cinelândia, foram apreendidas 24 máquinas.

Segundo a PF, um homem e uma mulher, responsáveis pelos locais, foram presos, em flagrante. Eles serão autuados por infração penal prevista no artigo 50 da Lei de Contravenções Penais.


PF prende homem com quase 16 kg de maconha no aeroporto Aluízio Alves

PF prende homem com quase 16 kg de maconha

A Polícia Federal prendeu em flagrante na tarde desta quarta-feira (12) no aeroporto internacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, Região Metropolitana de Natal, um motoboy, catarinense, de 20 anos, acusado de tráfico de drogas. Com ele, foram apreendidos 15,79 Kg de maconha.

A ação aconteceu durante uma fiscalização de rotina ocasião em que uma das bagagens inspecionadas nas imagens de raios-X apresentou uma coloração suspeita. Os policiais então separaram a mala que havia chegado num voo que teve origem em Florianópolis/SC e aguardaram que o passageiro fosse resgatá-la. Quando isso aconteceu, o homem foi abordado e indagado sobre o que tinha no seu interior ficou bastante nervoso, dizendo não saber e nem ter o segredo para abrir a fechadura. A mala então teve a tranca rompida e no seu interior, enrolado em peças de roupas, estavam 16 tabletes de maconha.

De imediato, o acusado recebeu voz de prisão e foi encaminhado para autuação na sede da PF em Lagoa Nova.

Durante o seu depoimento, ele declarou que foi contratado por uma pessoa desconhecida no centro de Florianópolis para entregar uma “encomenda” em Natal, onde seria procurado tão logo desembarcasse.

Indiciado por tráfico interestadual de drogas (Lei nº 11.343/2006), o suspeito passou por exame de corpo de delito no ITEP e permanece custodiado na sede da PF, à disposição da Justiça.

Somente este ano, a Polícia Federal já prendeu nove pessoas no aeroporto e apreendeu um total de 137,28 kg de maconha.