Jungmann assume Ministério da Segurança e demite diretor-geral da PF

Fernando Segovia foi demitido do comando da Polícia Federal

Mal assumiu o Ministério da Segurança e o ministro Raul Jungmann mostrou a que veio. Diante das polêmicas envolvendo declarações e vazamento de depoimentos recentes na Polícia Federal (PF), trocou o comando do órgão. Demitiu o titular, Fernando Segovia, e apresentou ao presidente Michel Temer a indicação do delegado Rogério Galloro para a direção-geral da PF. A decisão foi anunciada horas depois de Jungmann, então ministro da Justiça, ser empossado no novo ministério.

Segovia vinha enfrentando uma série de desgastes desde que assumiu o cargo. Em entrevista à agência Reuters, no início do mês, declarou que a tendência era que a investigação contra o presidente Michel Temer, no caso do Decreto dos Portos, fosse arquivada por falta de provas. Falou, diante da sua posição, mais do que deveria.

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Jaques Wagner é suspeito de receber R$ 82 milhões desviados de obras da Fonte Nova

Jaques Wagner é suspeito de receber propina de R$ 82 milhões

O ex-governador da Bahia, Jaques Wagner (PT) foi indiciado criminalmente pela Polícia Federal, nesta segunda-feira (26), suspeito de ter recebido propina através de desvios de dinheiro nas obras da Arena Fonte Nova, em Salvador.

De acordo com a PF, o petista teria embolsado R$ 82 milhões dos cerca de R$ 450 milhões desviados de obras do estádio, palco de jogos da Copa do Mundo de 2014.

As apurações da Polícia Federal vieram a público após a deflagração da Operação Cartão Vermelho, nesta segunda. Ao todo foram sete mandados de busca e apreensão. Um deles, na casa do ex-governador, no Corredor da Vitória, área nobre de Salvador. Lá, além de documentos, os agentes apreenderam 15 relógios de luxo.

A Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (SDE), que atualmente é comandada por Jaques Wagner, também foi alvo de mandados.

A Polícia Federal informou que foram encontradas irregularidades em contratos envolvendo serviços de demolição, reconstrução e gestão do estádio. O esquema teria beneficiado o consórcio Fonte Nova Participações (FNP) – formado pelas empreiteiras Odebrecht e OAS.

Em nota, o PT afirmou que ação da PF faz parte de uma “campanha de perseguição contra o Partido dos Trabalhadores e suas principais lideranças”.



PF faz operação para apurar irregularidades em obras na Fonte Nova

A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (26) a Operação Cartão Vermelho para investigar possíveis irregularidades em contratos envolvendo serviços de demolição, reconstrução e gestão do estádio Arena Fonte Nova, em Salvador, na Bahia. Tendo como base um laudo pericial, a PF informou que o caso pode ter resultado em um superfaturamento que, em valores corrigidos, supera R$ 450 milhões.

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PF investiga assassinato de agente penitenciário federal em Mossoró

PF deflagrou operação em Mossoró

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (06), em Mossoró/RN, a segunda fase da Operação Força e União (Não Passarão) com o objetivo de apurar o homicídio do agente penitenciário federal Henry Charles Gama Filho, ocorrido naquela cidade no dia 12 de abril de 2017.

Cerca de 30 policiais federais, com apoio da Polícia Militar e de agentes penitenciários federais, estão cumprindo 10 mandados judiciais de busca e apreensão e 2 mandados judiciais de prisão temporária expedidos pela Justiça Federal/RN.

Na primeira fase da operação, deflagrada no mês de julho do ano passado, foram identificados os mandantes do crime, bem como, os responsáveis pelos levantamentos sobre a rotina daquele agente público que acabou sendo covardemente assassinado.

Na ação de hoje, os policiais se concentram na mesma região da cidade onde, à época dos fatos, foi encontrado o veículo utilizado na execução do agente, vez que as investigações miram suspeitos de participação no crime que ali estariam escondidos.



VÍDEO: Imagens mostram chefe do Ibama de Mossoró recebendo dinheiro

Imagens mostram Armênio recebendo dinheiro de pescador – (Foto: Divulgação/PF)

A Polícia Federal fez imagens (vídeo) que mostram o momento em o chefe do Ibama de Mossoró, Armênio de Medeiros da Costa, recebe dinheiro das mãos do homem que fez a denúncia (o pescador). As imagens foram gravadas pela PF e a divulgação foi autorizada pela Justiça.

No acerto em plena rua, o suspeito recebe cerca de R$ 500,00 de um total de R$ 2000,00 que seriam pagos em prestações mensais.

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Polícia Federal prende em Mossoró caicoense chefe do Ibama sob suspeita de corrupção

Chefe do Ibama de Mossoró, caicoense, Armênio, é preso pela PF

A Delegacia da Polícia Federal em Mossoró deflagrou na manhã desta quinta-feira (01), a Operação Corrupião com o objetivo de interromper a prática de atos de corrupção atribuídos ao chefe da unidade do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) daquela cidade, o caicoense, Armênio Medeiros da Costa.

Cerca de 10 policiais federais cumpriram dois mandados expedidos pela 10ª Vara da Justiça Federal/RN, sendo um de prisão preventiva contra o acusado e, outro, de busca e apreensão, na sede daquela autarquia federal.

A investigação teve início em outubro de 2017, quando o IBAMA recebeu denúncia formulada por um pescador dando conta de que o chefe daquela Unidade teria solicitado propina para que ele não fosse autuado durante um processo de fiscalização do órgão.

Acionada, a Polícia Federal entrou no caso e interrogou o denunciante. Posteriormente, com o aprofundamento das investigações, restou evidenciado de que a queixa formulada tinha sido apenas uma pequena amostra das extorsões que passaram a ser praticadas por aquele gestor, inclusive, contra pessoas físicas e jurídicas de outras cidades do Alto Oeste Potiguar.

Maiores informações serão repassadas na entrevista coletiva que será concedida às 10hs30min de hoje na sede da Delegacia da PF em Mossoró (Rua Jornalista Jorge Freire,100 – Bairro Nova Betânia.

Nota: O nome da operação faz referência a um conhecido pássaro encontrado na região de Caatinga e traz à luz, a importância de se coibir com lisura e retidão, a prática de ilícitos relacionados ao Meio Ambiente e ao ecossistema.



PF prende motorista por tentativa de fraude no PIS em Mossoró

Motorista foi preso pela Polícia Federal em Mossoró

Policiais federais da Delegacia de Mossoró prenderam em flagrante nesta quinta-feira (18/1) nas dependências da Caixa Econômica Federal naquela cidade, um motorista de aplicativo, maranhense, de 61 anos, acusado de tentativa de estelionato e uso de documento falso.

O homem foi flagrado quando procurou a agência para fazer o saque do PIS, tendo para isso fornecido como identidade, a carteira de habilitação, porém, o documento apresentava uma textura diferente da habitual, o que levantou suspeitas de falsificação, fato que ficou ainda mais evidente quando ao ser entrevistado ele não soube, com exatidão, mencionar os nomes dos seus próprios pais.

Em seguida, quando outros dados estavam sendo checados, o acusado tentou apressadamente deixar o local, sendo de imediato contido pela segurança. A PF foi então acionada, deslocou uma equipe até lá e o prendeu.

Conduzido para a sede da delegacia, no bairro de Nova Betânia, durante o interrogatório, o suspeito confessou que teria sido recrutado por um desconhecido na cidade de Fortaleza, o qual lhe forneceu a documentação falsificada, além da promessa do pagamento de 30% sobre o montante que conseguisse irregularmente sacar junto aos bancos.

Em poder do homem foram ainda apreendidos R$ 953,00 em espécie, segundo ele, resultado de um saque fraudulento praticado anteriormente contra uma outra agência bancária na cidade.

O acusado possui antecedentes criminais, foi preso por idêntico delito no estado do Ceará e atualmente encontrava-se em liberdade condicional mediante o uso de tornozeleira eletrônica.

Após ser submetido a exame de corpo de delito, o suspeito foi encaminhado para a Cadeia Pública de Mossoró, onde deverá permanecer, à disposição da Justiça.



PF de Curitiba vai investigar políticos sem foro; Henrique Alves está na lista

Henrique Alves será alvo de nova investigação da Polícia Federal – (Foto: Gustavo Lima)

A força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba está investigando parte das denúncias feitas pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado. A investigação sobre o caso tinha sido aberta em 2015, mas foi suspensa após a delação de Machado, que foi homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A decisão de retomar as investigações foi tomada em dezembro de 2017, pelo juiz Sérgio Moro. Após a homologação do acordo, o ministro do STF, Edson Fachin, determinou o envio das denúncias que não citavam políticos com foro privilegiado.

O inquérito deverá analisar as declarações feitas pelo delator contra a ex-senadora petista Ideli Salvatti, os ex-deputados federais petistas Jorge Bittar e Edson Santos, o ex-ministro dos governos Dilma e Temer, Henrique Eduardo Alves, que atualmente está preso, suspeito de corrupção. Há ainda uma citação ao ex-deputado Cândido Vacarezza, que era do PT, mas atualmente está filiado ao Avante.

O sexto caso trata ainda de um suposto caso de formação de cartel para obras no Estaleiro Tietê, em São Paulo.



Diretor da PF prevê conclusão de inquéritos da Lava-Jato no STF até final do ano

O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Fernando Segóvia, disse nesta quarta-feira (10), após encontro com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, que a meta da instituição é concluir todos os inquéritos em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF) até o final deste ano. “São mais de 200 inquéritos, sendo que aproximadamente metade é da Operação Lava-Jato”, afirmou.

Segóvia informou à ministra Cármen Lúcia que foi ampliado o número de profissionais que atuam nos inquéritos no STF. “A Polícia Federal praticamente dobrou o número de delegados. Eram nove delegados conduzindo investigações junto ao STF e agora são 17”, disse. Segundo ele, também foram ampliados os números de investigadores e peritos. “Vários inquéritos estavam aguardando laudos periciais”, explicou.



STF deve decidir nesta quarta (13) se Polícia Federal também pode fazer acordo de delação premiada

Os trabalhos de 2017 no Supremo Tribunal Federal (STF) serão encerrados na terça-feira próxima semana, mas nesses últimos dias, antes do recesso, os ministros da Suprema Corte deverão analisar processos relacionados a temas políticos. Nesta quarta-feira (13), por exemplo, está na pauta uma ação direta de inconstitucionalidade do Ministério Público Federal (MPF) contra a possibilidade da Polícia Federal de firmar acordos de delações premiadas.

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Novo diretor-geral da Polícia Federal toma posse hoje

Fernando Segovia toma posse nesta segunda

Agência Brasil – O delegado Fernando Segóvia toma posse hoje (20) como novo diretor-geral da Polícia Federal (PF).  A solenidade será às 10h30, no Ministério da Justiça. O presidente Michel Temer deve participar da cerimônia. junto com ministros e parlamentares. Segovia substituirá o atual diretor-geral, Leandro Daiello.

Formado em direito pela Universidade de Brasília UnB), Segóvia está há 22 anos na Polícia Federal. Foi superintendente regional no Maranhão e adido policial na África do Sul. Em boa parte de sua carreira, exerceu funções de inteligência nas fronteiras do Brasil.

Leandro Daiello estava no cargo desde 2011, nomeado na gestão do então ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e já havia manifestado interesse em deixar o cargo.



UFRN mantém diálogo com Polícia Federal e Sesed

A reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Ângela Maria Paiva Cruz, esteve reunida na manhã desta quinta-feira, 16, com os gestores da Polícia Federal e da Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social do RN (Sesed), Araquém Alencar Tavares de Lima e Sheila Freitas, respectivamente. As reuniões aconteceram nas sedes dos órgãos e tiveram como objetivo buscar um entendimento comum e contextualizar a situação ocorrida na última terça-feira, 14, quando uma ação militar ocorreu no âmbito da Universidade Federal do rio Grande do Norte (UFRN) sem que a administração central tivesse conhecimento.

Acompanhada de pró-reitores, ouvidor, diretor de centro e pelo diretor de segurança patrimonial, Ângela Paiva explicou que as medidas administrativas para garantir a segurança foram tomadas. Ela destacou que a Diretoria de Segurança Patrimonial (DSP) atuou na orientação em relação ao melhor local para a realização do evento, contribuindo nos momentos anteriores ao evento em si, bem como os membros da DSP estavam presentes quando da chegada dos policiais militares.

Além disso, enfatizou que o pedido à Polícia Federal para a presença dos PMs partiu de pessoas que não possuem relação institucional com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Ao final, a reitora da UFRN reafirmou a necessidade de que a Polícia Federal e a Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social do RN trabalhem abertas ao diálogo e à comunicação com a UFRN, realçando ainda o compromisso institucional de contribuir para a harmonização das atribuições específicas das instituições para que cada uma possa cumprir sua respectiva missão.



Polícia Federal deflagra mais uma operação, desdobramento da Lava-Jato, no Rio de Janeiro

A Polícia Federal está nas ruas do Rio na manhã desta terça-feira (14) para tentar cumprir três mandados de prisão contra o empresário Jacob Barata Filho, Felipe Picciani, filho do presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Jorge Picciani, e contra Lélis Teixeira, ex-presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor).

O deputado Jorge Picciani, que é suspeito de receber propina da caixinha da Fetranspor, será levado para prestar depoimento na sede da PF. A informação chegou ao Ministério Público Federal com a delação premiada do doleiro Álvaro José Novis.

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PF realiza operação para identificar possíveis fraudes no Enem

A Polícia Federal desencadeou neste domingo (12) a operação Passe Fácil, com o cumprimento de 31 mandados de busca e apreensão e 31 de condução coercitiva em 13 estados por suspeitas de fraudes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os mandados foram cumpridos nos estados de Pernambuco, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Piauí, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.

A partir dos dados colhidos hoje, a investigação terá continuidade, e podemos ter desdobramentos nos próximos dias”, explicou o delegado da Polícia Federal Franco Perazzoni. Segundo ele, tanto beneficiários como integrantes da quadrilha foram identificados.

A operação buscou desvendar e desarticular esquema de candidatos interessados em fraudar o processo a partir da resolução da prova por especialistas em determinadas áreas de conhecimento, chamados de pilotos, que posteriormente repassavam os gabaritos aos candidatos que os contrataram.

O delegado explicou que a operação teve como alvo pessoas com grande probabilidade de terem fraudado exames anteriores e que estavam inscritas na prova de hoje. A PF, no entanto, ainda não identificou indícios de fraudes no Enem deste ano. Segundo o delegado, não foram realizadas prisões hoje, pois nenhum dos alvos estava portando escutas, por exemplo.

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Daiello deixa PF, Fernando Segóvia é anunciado para o cargo

Fernando Segóvia é anunciado como chefe da Polícia Federal

O presidente Michel Temer nomeou nesta quarta-feira (8) o novo diretor geral da Polícia Federal. Trata-se do delegado Fernando Segóvia, que vai substituir Leandro Daiello, que estava no cargo desde 2011.

Daiello diz estar deixando o cargo por conta de pressões familiares, cansaço e a sensação de dever cumprido no posto em que esteve durante seis anos. Ele esteve à frente da Polícia Federal durante todo o processo da Operação Lava Jato. A saída vem sendo negociada desde a entrada de Alexandre de Moraes, em maio do ano passado.

O governo federal reforça que a mudança na liderança da entidade não influenciará no curso das investigações e no andamento da operação Lava Jato.

Segóvia é advogado formado pela Universidade de Brasília e tem 22 anos de experiência na carreira. Já foi superintendente regional da PF no estado do Maranhão e tem como especialidade as fronteiras do Brasil, ponto que o governo quer reforçar para combater o crime organizado.