Mais de R$ 266 mi em prêmios da Mega não foram retirados até novembro

O sonho de muitos brasileiros neste período de final de ano é ganhar na loteria. A Mega-Sena da Virada deste ano, que será sorteada em 31 de dezembro, deverá pagar R$ 280 milhões aos vencedores. Mas você acredita que tem gente que ganha na loteria e, por incrível que pareça, não vai buscar o prêmio? E com que fica esse dinheiro? Você sabe para onde ele vai?

Quem ganha na loteria tem até 90 dias para resgatar o prêmio. Caso o dono das apostas vencedoras não se apresente, o destino de grande parte do dinheiro é o Fundo de Financiamento Estudantil, o Fies.

Em 2017, R$ 326 milhões em prêmios não foram retirados dos sorteios foram integralmente repassados ao Fies. Já em 2018, até novembro, o valor repassado foi superior a R$ 266 milhões. De todo o valor arrecadado com as apostas no país, não é toda a quantia que é convertida em prêmio para os vencedores. Além da educação, uma parte do montante é investido em programas do governo federal nas áreas de saúde, segurança, cultura e esporte.

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Prêmio República: Procuradores do MPF/RN são agraciados em três categorias

Procuradores do MPF do RN são agraciados em três categorias

O 5º Prêmio República de Valorização do Ministério Público Federal, concedido anualmente pela Associação Nacional de Procuradores da República (ANPR) e entregue nessa terça-feira (9) em Brasília, premiou três projetos desenvolvidos com a participação de membros do MPF no Rio Grande do Norte. O procurador Victor Mariz conquistou o primeiro lugar na categoria “Controle Externo”, junto com o promotor de Justiça (do MP/RN) Antônio Siqueira, pela ação civil pública impetrada em 2016 com objetivo de obrigar o Governo do Estado a apresentar o plano diretor do sistema prisional.

A ação, que apontou a carência de 3.500 vagas no sistema prisional potiguar, cobra do governo estadual o fim desse déficit em um prazo de cinco anos e ainda, da União, o fornecimento do auxílio técnico e financeiro necessário para a criação dessas vagas. Nessa mesma categoria, o procurador da República Emanuel Ferreira, que atua em Mossoró, ficou na terceira colocação junto com outros membros do MPF, graças às iniciativas voltadas à regularização das visitas íntimas nos presídios federais.

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