TRT-RN: Mãe de autista, professora perseguida consegue indenização

Professora da Cooperativa de Professores do Rio Grande do Norte (Escola Freinet) ganhou indenização por danos morais, no valor de R$ 10 mil, devido a perseguição sofrida por ela e pelo filho autista, aluno da escola.

A professora alegou em sua reclamação, que tramitou na 9ª Vara do Trabalho de Natal, ter prestado serviços à cooperativa entre 2003 e 2014. Em 2012, ela teria sido chamada pela direção da escola para uma sabatina sobre o filho.

Na reunião, a vice-presidente da cooperativa teria afirmado que o filho “era um castigo de Deus” e que ele teria que sair da escola, “já que era especial e que a escola ia perder alunos por causa do comportamento dele“.

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Professora do Departamento de Comunicação da UFRN é eleita a melhor do Nordeste em premiação nacional

A professora Socorro Veloso, do Departamento de Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), foi eleita a melhor educadora do Nordeste na 3ª edição do prêmio Professor Imprensa. A premiação é uma iniciativa do Portal Imprensa e busca homenagear os docentes de comunicação mais respeitados do Brasil.

A segunda etapa da eleição foi feita pela internet e com indicados para cada região do país. No resultado divulgado nessa semana, a professora da UFRN recebeu 28,8% dos votos. A docente também é destaque como a única professora de uma instituição pública federal a conquistar o reconhecimento neste ano por seus trabalhos na área de pesquisa e incentivo às discussões sobre comunicação que acontecem dentro das universidades.

Socorro Veloso é doutora em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e possui Pós-Doutorado pela Universidade Nova de Lisboa de Portugal.  É professora do Departamento de Comunicação desde 2008 e também exerce a função vice-coordenadora do curso de Jornalismo da UFRN, onde também atua como  professora do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Mídia.




Professora é acusada de amarrar e colocar crianças em cesto de lixo no interior paulista

Uma semana depois de um vigia atear fogo em uma creche em Minas Gerais, mais um episódio envolvendo crianças volta à tona nos noticiários. Uma professora de Restinga, no interior de São Paulo, é suspeita de colocar alunos de três e quatro anos dentro de cestos de lixo. Além disso, ela teria amarrado as crianças como forma de punir casos de indisciplina.

Em nota, o advogado Rui Engracia Garcia, que representa a professora, disse que as acusações são falsas e teriam a intenção de prejudicá-la. Ele diz ainda que as mães dos alunos estariam por trás da queixa, depois que foram chamadas ao colégio e tomaram conhecimento da indisciplina dos filhos.

A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar as denúncias, mas o delegado Eduardo Lopes Bonfim, responsável pelo caso, adiantou que as imagens das câmeras de segurança da sala de aula não registraram nenhum tipo de agressão por parte da docente.

A Prefeitura de Restinga também instaurou uma sindicância para apurar o suposto castigo e informou que a educadora foi afastada do cargo, inicialmente por 30 dias. Caso a apuração seja estendida, o afastamento pode ser prorrogado por mais um mês.