RN: Proposta do Governo é aceita e militares volta ao trabalho

Após a leitura dos 25 termos do documento assinado pelas autoridades do Governo e das Associações, chega oficialmente ao fim à paralisação dos policiais militares no Rio Grande do Norte. Os militares aplaudiram ao final da leitura e aprovaram o documento, que encerra, após 23 dias, a Operação Padrão no Estado.

De acordo com o presidente da Associação de Bombeiros Militares, Dauchen Viana, o retorno dos profissionais da PM e Bombeiros será feito aos poucos, à medida em que as condições de trabalho forem sendo oferecidas pelo Governo. No momento, a PM dispõe de cerca de 20 viaturas novas em condições de circular pelas ruas. A princípio, essas viaturas irão sair.

O governo prometeu comprar mais 50 viaturas e garantiu o aluguel de cerca de mais 50. À medida que essas viaturas forem chegando, elas vão saindo às ruas nos próximos dias. Vamos precisar da compreensão da população para entender que a volta da PM não vai ser mágica e nem vai acontecer toda de uma vez“, explicou Dauchan.

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MEC diz que não abrirá mão de antecipar alfabetização até o 2º ano

Agência Brasil – O governo não deverá abrir mão da proposta de antecipar a alfabetização das crianças para o 2º ano do ensino fundamental, como está previsto no texto da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) enviado pelo Ministério da Educação (MEC) ao Conselho Nacional de Educação (CNE).

Atualmente, as diretrizes curriculares determinam que o período da alfabetização deve ser organizado pelas escolas até o 3º ano do ensino fundamental. Esse também é o prazo previsto no Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, que estabelece que todas as crianças estejam alfabetizadas até os 8 anos de idade. No entanto, o texto da Base Nacional encaminhado ao CNE prevê que as crianças deverão ser capazes de ler e escrever até o 2º ano do ensino fundamental, geralmente aos 7 anos.

O secretário de Educação Básica do MEC, Rossieli Soares da Silva, disse hoje (11) que a pasta poderá até avaliar alguma mudança proposta pelo Conselho, mas mantém sua convicção no modelo apresentado, que prevê a codificação da alfabetização até o 2º ano.