Caicó: Peça P’S será apresentada hoje no Centro Cultural

Peça P’S será apresentada no Centro Cultural de Caicó

A Companhia Trapiá de Teatro, de Caicó, vai apresentar na noite desta terça-feira (27), a peça P’S, que tem como ator, Alexandre Muniz. O evento de hoje terá início às 08hs com entrada custando apenas 10 reais a inteira e 5 reais, para estudante.

A partir de abri, o grupo vai percorrer o Brasil no projeto Palco Giratório, do Sesc, levando a peça para vários estados.



Lançado primeiro Teaser do curta-metragem P’S

P´S, a adaptação da peça teatral homônima ganhou o seu primeiro Teaser, após a conclusão da etapa inicial das filmagens, que aconteceu na zona rural do município de Caicó, neste domingo (10).

O curta-metragem é inspirado na peça teatral P`S, que por sua vez é uma adaptação do livro “Eu, Pierre Rivière, que degolei minha mãe, minha irmã e meu irmão”, de Michel Foucallt, e que tem como protagonista o ator caicoense Alexandre Muniz.

A peça é uma adaptação de Gregory Haertel que descreve e analisa um caso real de parricídio acontecido na primeira metade do século XIX. A peça traz para uma vila do sertão nordestino a história de P, jovem que assassina brutalmente alguns de seus familiares.

A adaptação de P´S´ tem na direção o professor Lourival Andrade, que também é diretor do espetáculo teatral. A produção do curta-metragem é da agência Referência Comunicação.



Caicó: Premiado espetáculo “P´S” ganhará adaptação cinematográfica

Jornalista Raildon Lucena esteve vendo locações pra o filme junto com Lourival Andrade e Alexandre Muniz

Inspirado no livro “Eu, Pierre Rivière, que degolei minha mãe, minha irmã e meu irmão”, o espetáculo “P’S”, da Trapiá Cia Teatral, será adaptado para o cinema, através da produção de um curta-metragem. A ideia de realizar essa adaptação surgiu a partir de conversas, entre o diretor do espetáculo, Lourival Andrade Júnior, o ator Alexandre Muniz e o jornalista Raildon Lucena, diretor da Referência Comunicação, em que avaliaram o potencial cinematográfico da peça.

Nesta sexta-feira (25), a equipe de produção visitou locações na zona rural de Caicó e definiu o cronograma de gravações. A ideia da adaptação surgiu da possibilidade de mostrar o espetáculo sob outra ótica, trabalhando a linguagem cinematográfica. De acordo com o jornalista Raildon Lucena, a adaptação de P´S será importante no fomento ao audiovisual em Caicó e na região do Seridó.

“P’S” é uma adaptação de Gregory Haertel que descreve e analisa um caso real de parricídio acontecido na primeira metade do século XIX. A peça traz para uma vila do sertão nordestino a história de P, jovem que assassina brutalmente alguns de seus familiares.

“É um desafio adaptar o espetáculo P´S para uma nova linguagem, que é a do cinema. Mas, estamos acreditando no projeto e nossa meta é apresentar o curta nos festivais”, afirmou o professor Lourival Andrade. O personagem P será novamente interpretado pelo ator Alexandre Muniz, que está entusiasmado com o projeto. Para ele, a realização do curta-metragem será importante e irá apresentar a história a novos públicos. A adaptação cinematográfica de “P’S” terá direção do professor Lourival Andrade, com roteiro do jornalista Raildon Lucena. A produção é da agência Referência Comunicação.



Médico relata mais uma vez em rede social, situação de calamidade em pronto-socorro de pediatria

Foto foi postada pelo médico junto com o texto

O médico Madson Vidal, fez uma postagem em sua pagina no Facebook que eu gostaria de compartilhar. Ela faz o relato do que viu em um pronto-socorro de uma uma unidade de saúde pública em Natal. Situação essa, de muito sofrimento.

Confiram:

Fui agora, no PS de pediatria público, ver uma criança da AMICO que está internada numa sala de observação, e mesmo conhecedor do caos da assistência pediátrica no nosso estado, sai de lá atônito, desmoronado, estarrecido, em letargia diante do que vi e presenciei num espaço minúsculo, muito pequeno. Crianças amontoando-se umas sobre as outras, desde a entrada até essa sala. Pais de fácies sofridas e sem esperança… Estamos vivendo, talvez, o pior momento de saúde pública do nossa sociedade. Não saberia como me comportar se meu filho precisasse de um atendimento desses, meu cérebro paralisava antes. Não podemos nos deixar se anestesiar diante de tanto sofrimento. Não tem como não sentir as dores dessas crianças….E só quem pode minorar essa situação de muito sofrimento somos nós. Não vamos achar que isso é normal. Que é desse jeito mesmo… e meu pacientezinho da AMICO, tá lá nesse meio de insensibilidade humana… e sua mãe numa agonia que dá um nó na minha alma…. desculpem não aguentei“.