Em Angicos, PSOL discute conjuntura política e estratégias para as eleições 2018

PSOL discute conjuntura política e estratégias para as eleições 2018

O Partido Socialismo e Liberdade no município de Angicos realizou reunião neste sábado (21). O objetivo do encontro foi discutir a conjuntura política e definir estratégias para as próximas eleições.

A reunião foi conduzida pela tendência Nova Práxis, contando com a presença do professor Robério Paulino e do médico Salomão Gurgel. “Discutimos o dia todo a conjuntura mundial, nacional e estadual, a construção de uma organização socialista e revolucionária, as eleições próximas e a nossa participação nelas”, afirmou Salomão.

Segundo ele, a reunião realizada em Angicos foi produtiva com várias decisões importantes sendo tomadas. O PSOL no Rio Grande do Norte teve destaque nas últimas eleições, com a candidatura de Robério Paulino ao Governo do Estado.

Nas próximas eleições, a agremiação pretende avançar nas discussões políticas defendendo um novo modelo de gestão para o Rio Grande do Norte, bem como opções para Assembleia Legislativa, Câmara Federal e Senado. “O partido tem muito a contribuir para o processo ético e moral na política potiguar e um modelo que realmente defenda a causa socialista”, ressaltou Salomão Gurgel.



Salomão Gurgel confirma interesse em disputar o Governo do Estado pelo PSOL

O médico psiquiátrica, Salomão Gurgel Pinheiro, que é filiado ao PSOL no Rio Grande do Norte, confirmou em entrevista no programa Comando Geral da Rádio Caicó nesta terça-feira (04), que recebeu convite da direção do partido para ser candidato ao governo do estado em 2018.

Ele disse que o PSOL ainda vai debater sobre o assunto com suas lideranças nos municípios, mas, já colocou seu nome à disposição.

Assista a entrevista:



PSOL terá candidaturas majoritárias e proporcionais em 2018

Médico Salomão Gurgel poderá disputar o Governo do Estado pelo PSOL

O PSOL no Rio Grande do Norte articula o lançamento de candidaturas majoritárias e proporcionais nas eleições de 2018. A agremiação trabalha para ter candidaturas próprias ao governo do estado, senado, câmara federal e assembleia legislativa.

A agremiação socialista deverá lançar um manifesto sobre as próximas eleições até meados de setembro a outubro desse ano. Para o governo, o nome que desponta nas discussões é o do médico Salomão Gurgel, prefeito de Janduís por três mandatos, ex-deputado federal e ex-secretário de saúde de Natal.

Em discussões com dirigentes do partido, ele reafirmou que seu nome está à disposição do PSOL para as próximas eleições. “As principais oligarquias políticas do Rio Grande do Norte estão em decadência e o PSOL pretende ter uma presença contundente nas próximas eleições”, afirmou.

Nos próximos meses, o PSOL fará discussões internas para definir a linha política de alianças em nível nacional, estadual e municipal. Salomão pontua que o PSOL deve se aproximar de partidos políticos que não estejam comprometidos com denúncias de corrupção que tomaram a pauta nacional.

A gente parte de um pressuposto de que o momento nacional é alentador e possibilita que a gente entre na luta eleitoral do próximo ano com grande credibilidade. A campanha do PSOL será feita na base do debate sobre ética e honestidade”, ressaltou Salomão Gurgel.



Médico Salomão Gurgel afirma que está à disposição do projeto político do PSOL

Salomão diz que está à disposição do projeto político de seu partido

Filiado ao PSOL, o nome do médico Salomão Gurgel foi citado por setores da agremiação socialista, durante essa semana, para encabeçar a chapa nas eleições de governo, em 2018. Um dos seus principais defensores é o vereador natalense Sandro Pimentel. O edil afirmou que irá defender o nome de Salomão nas instâncias partidárias.

Sobre o assunto, em conversas com líderes partidários, como Robério Paulino e o próprio Sandro Pimentel, Salomão disse que seu nome está à disposição do projeto político do PSOL. Ele salientou que para o Rio Grande do Norte tomar o rumo certo a “esquerda tem que ousar para extirpar, definitivamente, as velhas estruturas oligárquicas do RN e seus personagens, como aconteceu no Ceará, Piauí, Paraíba e Maranhão”, apontou.

Para que isso aconteça, ele avalia que é preciso ter um partido político determinado a ser esta força propulsora. “Acredito que o PSOL possa ser esse partido e que deve estar preparado para sair com uma chapa puro sangue, caso não tenhamos condição de aliança com o PT, hoje em luta para sobreviver, por não ter mais condições de ser força hegemônica num movimento de esquerda”, sinalizou.

O socialista declara ainda que o momento político é de conscientização do povo “e de sua revolta face à barbárie que se implanta no Brasil, depois do golpe”.