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Estado é condenado a indenizar educadora feita refém durante rebelião no Ceduc de Caicó

Educadora que foi feita refém em rebelião no Ceduc de Caicó deve ser indenizada

O juiz Luiz Antônio Tomaz do Nascimento, da 2ª Vara Cível da comarca de Caicó, condenou o Estado do Rio Grande do Norte a indenizar em R$ 5 mil, a título de danos morais, uma educadora social que foi feita refém durante uma rebelião no Ceduc de Caicó, ocorrida em março de 2015. Sobre o valor deverá incidir juros desde o evento danoso e atualização monetária a partir da sentença.

A autora afirmou ser Educadora Social e que em 17 de março de 2015, durante o exercício de suas funções no Centro Educacional de Caicó foi feita refém, com outros educadores e a partir desse momento iniciou-se uma rebelião. Narrou que um adolescente colocou uma chave de fenda no seu pescoço e imobilizou-a, e que durante o movimento sofreu ameaça de morte, além de agressões de ordens físicas, psicológicas e morais.

Alegou que em razão do abalo psicológico decorrente dessa situação, necessitou de acompanhamento psiquiátrico e se afastou de suas atividades. Atribuiu ao Estado a responsabilidade pela omissão ao dever legal de segurança. Requereu indenização por dano moral no valor sugerido de R$ 200 mil.



Rebelião deixou um morto e outros presos feridos no Pereirão em Caicó

A rebelião registrada no interior da Penitenciária Estadual do Seridó, teve início por volta das 19hs e terminou por volta das 23hs com 1 preso morto e outros cerca de 7 feridos. Um agente penitenciário também foi ferido e encaminhado ao Hospital Regional. O agente passa bem.

O detentos do Pavilhão “B” foram os responsáveis pela ação criminosa dentro da unidade prisional caicoense, localizada no Bairro Salviano Santos, Zona Norte, às margens da RN-288 (saída para São José do Seridó/RN) e teria sido motivada pela presença de detentos pertencentes a facção Primeiro Comando da Capital – PCC dentro do presídio.

O preso que morreu na rebelião foi identificado, inicialmente, como Mateus e seria natural da cidade de Currais Novos, mas, as informações são extra-oficiais. O corpo permanece no ITEP aguardando para ser necropsiado.

Os presos da facção Sindicato do RN dizem que querem a retirada dos membros do PCC de dentro das unidades prisionais do Rio Grande do Norte. “A gente quer que o estado tire o PCC de dentro das nossas unidades. A gente pede a saída imediata deles do estado. Ou o PCC sai do nosso estado, ou o Estado vai tremer todo. A gente não procurou essa guerra. Essa guerra foi trava por eles“, disse um apenado por telefone na Rádio Caicó.

Durante a rebelião, os detentos do Pavilhão B do presídio de Caicó, queimaram colchões e outros objetos e ainda subiram no telhado e agitaram panos com as siglas de facções.



Por telefone, presos rebelados em Caicó dizem que querem a saída do PCC do estado

Um preso que está dentro da Penitenciária Estadual do Seridó ligou para o repórter Cardoso Silva da Rádio Caicó na noite desta quarta-feira (18), e relatou o motivo da rebelião. Eles querem a saída dos membros do PCC do estado do Rio Grande do Norte.

A gente quer que o estado tire o PCC de dentro das nossas unidades. A gente pede a saída imediata deles do estado. Ou o PCC sai do nosso estado, ou o Estado vai tremer todo. A gente não procurou essa guerra. Essa guerra foi trava por eles“, disse.

A rebelião teve início por volta das 19hs desta quarta-feira (18), quando os presos do Pavilhão “B” derrubaram um portão e tiveram acesso a cozinha, foi quando teve início a um quebra-quebra e agressões.

Presos estão no telhado da unidade agitando bandeiras e segurança também objetos.

*Imagem e vídeo: Willacy Dantas



Princípio de rebelião é registrado no Presídio de Caicó

No início da noite desta quarta-feira (18), presos do Pavilhão “B” da Penitenciária Estadual do Seridó, se rebelaram e quebraram um portão entrando em um dos ambientes conhecido como cozinha aonde estavam outros presos.

Quando houve a invasão, teve início o quebra-quebra e agressões.

Os presos atearam fogo em objetos e já se vê fumaça no local, inclusive, viaturas do Corpo de Bombeiros foram acionadas para o local juntamente com policiais militares.



Líderes de rebelião em Alcaçuz serão levados para presídios federais

O Ministro Alexandre de Morais recebeu na manhã desta terça-feira (16) em Brasília, o governador Robinson Faria e autorizou o uso de um avião para fazer o transporte dos cinco líderes da rebelião ocorrida no final de semana passado em Alcaçuz para Presídios Federais.

O Blog Sidney Silva apurou que o governador Robinson Faria ainda formalizou o pedido de reforços para a atuação da segurança do RN no presídio de Alcaçuz. De pronto, o ministro atendeu ao pedido do governador.

Os líderes da rebelião foram identificados como, Paulo da Silva Santos, João Francisco dos Santos “Dão” – que é condenado pelo assassinato do jornalista caicoense, Francisco Gomes de Medeiros – José Cândido Prado, Paulo Márcio Rodrigues de Araújo e Thiago Sousa Soares.



Divulgados os nomes dos líderes que comandaram rebelião em Alcaçuz; Assassino de F. Gomes é um deles

As forças de segurança do Rio Grande do Norte, trabalharam durante todo o dia nesta segunda-feira (16), em uma operação especial de extração de 5 membros do PCC, internos do Pavilhão 5, tidos como líderes da rebelião que teve início da tarde do último sábado (14) no Presídio de Alcaçuz.

O Blog Sidney Silva apurou que os líderes serão interrogados pela Polícia Civil em um inquérito especial que está em andamento, que foi instaurado para apurar os crimes de participação em organização criminosa e homicídios.

Eles foram identificados como, Paulo da Silva Santos, João Francisco dos Santos “Dão” – que é condenado pelo assassinato do jornalista caicoense, Francisco Gomes de Medeiros – José Cândido Prado, Paulo Márcio Rodrigues de Araújo e Thiago Sousa Soares.

Por outro lado, o ITEP já fez a identificação de 4 corpos de vítimas por comparação digital. São eles: Jeferson Pedrosa Cardoso, Anderson Barbalho da Silva, Goerge Santos de Lima e Diogo de Melo Ferreira.



Líderes de rebelião em Alcaçuz são retirados de dentro da unidade para prestar depoimento

A Polícia Militar, com apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE) e Grupo de Escolta Penal (GEP), entrou, nesta segunda-feira (16), na Penitenciária Estadual de Alcaçuz em operação especial.  A ação tinha como principal objetivo retirar do presídio cinco detentos apontados – segundo investigações das forças de segurança do Rio Grande do Norte – como os líderes da rebelião que terminou com presos mortos e feridos.

Após negociação, PM, GOE e GEP fizeram buscas nos pavilhões 4 e 5 e conseguiram identificar os cinco suspeitos, que foram encaminhados para a Polícia Civil, onde serão interrogados pelas autoridades competentes.



Líderes de rebelião no RN são identificados e serão transferidos

Do G1/RN – O Governo do Rio Grande do Norte identificou pelo menos seis líderes da rebelião na Penitenciária Estadual de Alcaçuz que durou cerca de 14h e deixou mortos. De acordo com a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc), o governo vai pedir a transferências dos líderes para presídios federais. Outros detentos devem ser transferidos ainda neste domingo (15) para outras unidades prisionais do estado.

O Itep montou uma ‘operação de guerra’ para receber os corpos. Uma carreta frigorífica foi contratada para armazenar os corpos e legistas do Ceará e da Paraíba vão auxiliar no processo de identificação. De acordo com o Itep, o órgão está preparado para receber 100 ou mais corpos, se for o caso. No entanto, uma fonte do governo informou que até a publicação desta matéria pelo menos 25 mortes foram confirmadas. Oficialmente, o governo do RN diz que há ‘mais de dez mortos’.

O titular da Sejuc, Wallber Virgolino, informou confirmou que os presos do pavilhão 5 invadiram o pavilhão 4. “É impossível evitar mortes quando eles querem. O pavilhão 4 tinha entre 150 e 200 presos. Não sabemos ainda precisar quantos morreram”, disse. Até a publicação desta matéria, a polícia já havia entrado nos pavilhões 1, 2 e 3 e se preparava para entrar nos pavilhões 4 e 5 onde a situação  já estava controlada.

Leia a notícia completa aqui



PM entra em Alcaçuz e controla rebelião de presos

Do G1/RN – Policiais militares entraram às 6h10 deste domingo (15) na Penitenciária Estadual de Alcaçuz (horário local, 7h10 em Brasília), na Grande Natal (RN), com veículo blindado, vans e carros para tentar acabar com rebelião que já dura mais de 13 horas. Há ao menos dez mortes confirmadas durante a rebelião, segundo o governo estadual do Rio Grande do Norte.

A polícia entrou no complexo penitenciário por volta das 5h30 e, nas áreas externas dos pavilhões onde os presos estão rebelados, às 6h10. Às 6h50, os policiais entraram na área interna dos pavilhões. Não há barulhos de tiros ou bombas.

Um helicóptero da PM auxilia na operação, que envolve Choque, Bope e GOE (Grupo de Operações Especiais). Às 6h20, era possível ver fumaça negra nos pavilhões e ouvir bombas de efeito moral do lado de fora da penitenciária. Os detentos que passaram a noite em cima dos telhados já desceram do topo dos prédios.

Enquanto os veículos entravam no complexo penitenciário, pessoas que estavam na porta aplaudiam e vaiavam os policiais. Há familiares de detentos, que ontem à noite tentaram furar o bloqueio policial, sem sucesso. Eles dizem que presos que não estão envolvidos na rixa entre as facções estão pedindo socorro. Com panos brancos, eles acenam e pedem paz.

Panos brancos também foram colocados por detentos no telhado dos pavilhões.

Não houve negociação entre PM e presos, informou ao G1 o tenente-coronel Marcos Vinícius, que comanda o Bope, por volta das 2h. A madrugada foi tranquila, sem tiros nem tumultos aparentes. O complexo ficou sem energia elétrica desde a noite de ontem. Muitos tiros foram ouvidos e era possível ver muita fumaça do lado de fora do presídio ontem.

Ontem à noite, o secretário estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc), Wallber Virgolino, afirmou que a determinação era retomar o controle do presídio. “A ordem já foi dada: retomar o controle de Alcaçuz e evitar rebeliões em outras unidades”, afirmou Virgolino, que diz ter chamado todos os agentes penitenciários que estavam de folga. O estado possui cerca de 800 agentes penitenciários.




Sesed instalada GGI para atuar na rebelião de Alcaçuz

A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) montou o Gabinete de Gestão Integrada (GGI) para executar as ações a serem empregadas na rebelião do presídio de Alcaçuz. Já estão no local o Batalhão de Operações Especiais (BOPE), o Batalhão de Choque e a Força Nacional para evitar mais confrontos e controlar a situação.

Há registro de mortes resultado de uma briga entre facções rivais.

Alcaçuz tem 1.100 presos e capacidade para 500.



Fotos: Presos estão rebelados em Alcaçuz

As informações que chegam de Nísia Floreta/RN, dão conta de uma rebelião de grandes proporções na Penitenciária Estadual de Alcaçuz.

Os presos deram início ao tumulto em meados da tarde deste sábado (14) e tudo teria começado no Pavilhão 4. A informação é extraoficial. Mesmo assim, já existem informações da morte de presos dentro da unidade. As autoridades não confirmam.

Os pavilhões 5 e 3 também estariam tomados pelos presos na rebelião.

O Pavilhão 5 é também chamado de presídio Rogério Coutinho Madruga.

O coordenador da administração penitenciária, Zemilton Silva, disse a imprensa em Natal, que a rebelião é “de grandes proporções”.