Redes sociais e aplicativos são trunfos dos candidatos na busca por votos na internet

Uso de aplicativos é trunfo na campanha de candidatos

As redes sociais são espaços muito disputados pelos pré-candidatos à presidência nas eleições deste ano, e a criatividade em se apresentar ao eleitor nos ambientes virtuais pode ser o diferencial para a conquista de votos.

Todos os pré-candidatos têm páginas e perfis oficiais nas redes, como Facebook, Twitter e Instagram. No entanto, a busca por eleitores pode ir além das “curtidas” nos perfis sociais.

O especialista em Internet e Segurança na Rede, da Universidade de Brasília, Marcello Barra, alerta que esses aplicativos, ao serem instalados no telefone, podem ter acesso às informações pessoais do usuário.

Ele recomenda que o usuário interessado em baixar essas ferramentas busque ler com atenção as normas de uso e observe se o partido do pré-candidato deixa claro de que forma vai usar os dados dos eleitores.

“É uma ferramenta legal, bacana, mas o candidato, ao oferecer, tem que explicitar, dizer, deixar muito evidente, e não em letras minúsculas, letras muito pequenas, aquelas informações que estão sendo retiradas do eleitor, do usuário e qual a finalidade. Tem que, realmente, ter o consentimento, a aprovação de usuário em relação aquele aplicativo”.

O Tribunal Superior Eleitoral regulou o uso das redes sociais nas eleições e impôs limites que todos os candidatos devem seguir. Na internet, as propagandas eleitorais só vão poder ser realizadas em sites oficiais dos candidatos, partidos e coligações.



MPRN tem novos perfis nas mídias sociais

Instituição inicia proposta de aumentar a interatividade com o cidadão e divulgar ações de promoção da cidadania

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) está com novos endereços e ferramentas de mídias sociais. O objetivo é aumentar a interatividade com o cidadão por meio dos serviços mais populares: Instagram, Facebook, Twitter e Youtube. Pelas redes sociais, o MPRN irá compartilhar novidades sobre as operações e ações para promoção de cidadania e conscientização.

A instituição já estava presente no Twitter, Facebook e Youtube, mas com viés de aproximação com a imprensa. Por esse motivo, os endereços dos perfis continham o termo “imprensa”. A partir de agora, será utilizada a palavra “Oficial”. Também será buscada uma maior interação com seguidores.

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Notícias falsas em destaque no Congresso da Abraji

O painel sobre os efeitos da “pós-verdade” na sociedade, com o combate à disseminação de notícias falsas nas redes sociais, e a credibilidade do jornalismo profissional foi um dos destaques do 12.º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, promovido pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), com apoio da ABERT.

O encontro em São Paulo também homenageou o repórter Carlos Wagner, que ganhou mais de 30 prêmios em sua carreira ao longo de 31 anos no jornal Zero Hora, de Porto Alegre, e Sérgio Gomes, do projeto Repórter do Futuro (Instituto Oboré). O 12º Congresso da Abraji termina neste sábado (1°).



Campanha do TSE nas redes sociais vai desmistificar mitos eleitorais

TSE lança campanha nas redes sociais para tirar dúvidas sobre mitos eleitorais

Quem nunca se deparou com uma dúvida envolvendo o processo de votação, as opções de voto e o resultado de uma eleição? Para esclarecer questões como essas, o Tribunal Superior Eleitoral lança em suas redes sociais, a partir deste domingo (18), a campanha “Mitos Eleitorais”. O primeiro tema a ser abordado na fanpage do TSE no Facebook e no perfil do Tribunal no Twitter é “Votar nulo anula uma eleição?”.

A campanha “Mitos Eleitorais” será diferente das demais desenvolvidas pela Justiça Eleitoral porque não será veiculada nas emissoras de televisão e rádio. A ideia da campanha, que será veiculada nos meses de junho e julho, é desmistificar esses temas e tornar o eleitor brasileiro mais esclarecido.

Foram criados nove vídeos que ajudarão a elucidar esses assuntos. Os vídeos utilizam a linguagem infográfica, são curtos e animados, totalmente voltados para as redes sociais.

Os outros temas da campanha são: Voto em branco vai para quem está ganhando? Voto em branco é igual a voto nulo? É eleito sempre o candidato que possui mais votos? Quem não votou na última eleição não pode votar na próxima? Depois da eleição é possível saber em quem o eleitor votou? Quem é convocado para ser mesário, será convocado sempre? Ninguém pode ser preso no dia da eleição? O eleitor pode votar usando a camiseta do seu partido?

Também faz parte da campanha uma ação específica no perfil oficial do TSE no Twitter (@TSEJusbr), uma espécie de jogo em que o eleitor poderá testar seus conhecimentos eleitorais. E para o público interno, a campanha ainda será divulgada por meio da Intranet e do WhatsApp.



Campanha Baleia Rosa usa redes sociais para incentivar boas ações

Campanha na internet quer combater o desafio da baleia azul

Uma página nas redes sociais traz 50 tarefas para serem executadas, uma por dia, para promover o bem, tanto aos outros, como a si mesmo. A campanha Baleia Rosa está no ar desde 13 de abril, no Facebook. Em pouco mais de uma semana, a página foi curtida por mais de 240 mil pessoas.

Criado por dois amigos publicitários, o projeto tem página no Facebook, no Twitter e no Instagram, além do site oficial. Entre as tarefas propostas, estão olhar no espelho e agradecer por tudo que tem na vida, ligar para os avós, usar uma roupa nova em plena segunda-feira, pedir desculpas ou perdoar alguém – desbloquear nas redes sociais também vale – e conversar com alguém com quem não fala há muito tempo.

A intenção é que os chamados filhotes rosa, aqueles que aceitam o desafio, postem nas redes sociais registros das tarefas executadas.

Estamos vivendo uma época de muita descrença, ódio, negatividade, impaciência, indiferença, incertezas. Parece que falta esperança nas pessoas! Nadando contra esta maré, sabemos que a internet pode ser uma poderosa ferramenta para reverter este quadro. Acreditamos que todos têm a capacidade de ajudar outras pessoas e construir o bem”, diz a descrição da página.

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