MPF pede fechamento imediato de seis museus federais no Rio de Janeiro

O Ministério Público Federal (MPF) pediu hoje (11) o fechamento imediato de seis museus federais que funcionam no Rio de Janeiro. São eles: Museu da República, Museu Nacional de Belas Artes, Museu Histórico Nacional, Museu Villa-Lobos, Museu da Chácara do Céu e Museu do Açude.

Segundo parecer do MPF, um levantamento do Instituto Brasileiro de Museu (Ibram) mostra que nenhum dos seis museus têm alvará do Corpo de Bombeiros.

Na ação, o MPF pede que seja criado um plano de segurança de incêndio e antipânico para cada um dos museus “que garantam a segurança elétrica e hidráulica, a fim de salvaguardar a integridade física de visitantes e funcionários, bem como o patrimônio histórico e cultural integrantes das unidades museológicas”.

Os diretores dos museus interditados devem, segundo a ação, tomar providências para proteger as obras de arte, documentos históricos e demais partes do acervo no local, ou se for preciso, transferindo para um lugar mais seguro.

A União e o Iphan serão responsáveis pelo financiamento do plano de segurança. E ao Ibram, a responsabilidade pela execução do plano de segurança.



Delegado faz desabafo pessoal sobre caso Marielle

Através de uma carta endereçada à Marielle Franco, o delegado Brenno Carnevale fez um desabafo sobre as precárias condições de trabalho na Divisão de Homicídios da Capital (DH), que investiga o assassinato da vereadora e do motorista Anderson Gomes em 14 de março.

Diante do caos programado, sinto muito confessar-lhe que a solução do seu caso pressupõe a paralisação de uma infinidade de investigações de outras mortes, pretas e brancas, ricas e pobres, todas covardes. Escolha de Sofia”, escreveu ele.

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Cinco de 11 câmeras da Prefeitura no trajeto que Marielle fez antes da morte estão desligadas

O percurso de cerca de três quilômetros feito pelo motorista Anderson Gomes e pela vereadora Marielle Franco (PSOL) antes de serem mortos no Centro do Rio, o carro dos criminosos passou por onze câmeras da Prefeitura do Rio. Quase metade delas, cinco estavam desligadas, conforme o G1 apurou. A informação foi confirmada pela Prefeitura.

A primeira das onze, ainda na Rua do Senado, e a última, na Rua João Paulo I, não constam no sistema do Centro de Operações da Prefeitura, somente no da Companhia Estadual de Tráfego do Rio (CET-Rio). Não há informações do funcionamento delas. Outra, no Largo do Estácio, consta como defeituosa, mas funciona e revelou que a perseguição foi feita por dois carros.



Vereadora Marielle Franco do Psol é assassinada a tiros no centro do Rio de Janeiro

Vereadora foi morta no Rio de Janeiro

A vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL), foi morta a tiros na noite desta quarta-feira, 14, dentro de um carro na região central carioca, quando ia de um evento para casa. O motorista do veículo também foi assassinado. Ela, de 38 anos, ficou conhecida como militante do movimento negro e de direitos humanos, com denúncias recentes de violência policial contra moradores de favelas no Rio.

Até 1 hora desta quinta, a polícia não havia esclarecido se a vereadora havia sido alvo de assaltantes ou se foi vítima de execução. Houve ao menos nove disparos e o criminoso conseguiu fugir, sem levar nada.

O ataque aconteceu na esquina da Rua Joaquim Palhares com a João Paulo I. Um automóvel emparelhou com o carro de Marielle, que seguia da Lapa para a Tijuca, e foram feitos os disparos contra o veículo.

O motorista foi identificado como Anderson Pedro Gomes, de 39 anos. Após ser atingido pelos tiros, ele ainda conseguiu trafegar cerca de 30 metros. No local, há uma câmera da Companhia de Engenharia de Tráfego, mas ainda não se sabe se o equipamento estava funcionando.

No veículo, também estava Fernanda Chaves, assessora parlamentar de Marielle, de 43 anos. Ela foi atingida por estilhaços e levada para o hospital. Nesta quinta, no início da madrugada, ela já havia sido liberada e prestava depoimento à polícia.

No local do crime, havia grande concentração de pessoas – várias delas bastante abaladas. O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), que estava no local do crime na noite desta quarta, disse que as características da morte “são muito nítidas de execução”.



Beija-Flor é a campeã do carnaval do Rio de Janeiro

Dirigentes comemoraram vitória na sapucaí – (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Agência Brasil – A escola de samba campeã do carnaval de 2018 no Rio de Janeiro é a Beija-Flor de Nilópolis. A escola apresentou o enredo “Monstro é aquele que não sabe amar. Os filhos abandonados da pátria que os pariu”, baseado no livro de terror Frankenstein, de autoria de Mary Shelley, que completou 200 anos.

Na obra, um cientista dá vida a uma criatura construída com partes de pessoas mortas, tornando-se uma figura feia. No desfile, a figura foi usada para críticas a problemas sociais como corrupção e desigualdades.

Em uma disputa apertada, a campeã ficou apenas um décimo à frente da segunda colocada, a Paraíso do Tuiuti.

As escolas de samba foram avaliadas em nove quesitos: alegorias e adereços, bateria, fantasia, samba-enredo, comissão de frente, evolução, harmonia, mestre-sala e porta-bandeira e enredo.



Juíz Marcelo Bretas se diz sob ameaça e admite deixar o Rio

O juiz da 7.ª Vara Federal Criminal do Rio, Marcelo Bretas, responsável pelos julgamentos da Lava Jato no Estado, visitou o Papa Francisco nesta quarta-feira, 27, no Vaticano, e, em entrevista à TV Globo, disse que os riscos de seu trabalho podem levá-lo a deixar o Rio.

Ele já recebeu ameaças de morte, investigadas pela Polícia Federal. “É triste, mas a liberdade de um juiz, de um agente público que está nessa situação é muito reduzida, para não dizer eliminada”, afirmou.

O juiz, que agradeceu ao papa por posicionamentos anticorrupção, acredita que a Lava Jato “sempre esteve e sempre estará” sob a ameaça de políticos. “Não podemos ser ingênuos, acreditando que no meio de uma investigação que envolve algumas pessoas que têm autoridade, alguns agentes políticos, não vai haver algum tipo de resistência”.

*Fonte: Blog do BG



Sérgio Cabral é condenado pela 4ª vez e soma 87 anos de prisão

Sérgio Cabral é condenado novamente

O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), foi condenado nesta terça-feira (19) a mais 15 anos de prisão no âmbito da operação Eficiência, desdobramento da operação Lava Jato. Cabral é acusado de ocultar e lavar dinheiro dentro e fora do Brasil. Esta é a quarta sentença determinada pela Justiça contra o político.

Preso desde o final do ano passado, Cabral foi condenado novamente pela 7ª Vara Federal Criminal, que também investigou os doleiros Renato e Marcelo Chebar. Sergio Cabral é acusado de chefiar o esquema de corrupção que recebia propinas em troca de favorecimento a empresas que prestavam serviços ao governo estadual do Rio. A Operação Eficiência originou três processos relativos à lavagem de dinheiro no exterior. A sentença desta terça se deu em apenas um dos processos, já que os outros dois ainda não foram julgados.

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Assessor da presidência do Fluminense e mais dois são presos em operação no Rio

Do G1 – O assessor de imprensa da presidência do Fluminense, Artur Mahmoud, foi preso nesta segunda-feira (11) junto com outras duas pessoas na Operação Limpidus, que investiga repasses de ingressos de partidas de futebol para torcidas organizadas — até mesmo para as que estão proibidas de entrar nos estádios.

O G1 pediu um posicionamento do Fluminense sobre a operação mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

Além de Mahmoud, foram detidos Leandro Schilling, chefe da Imply (empresa responsável pela confecção de ingressos), e Alesson Galbão de Souza, presidente da Torcida Organizada Raça Fla. A reportagem ainda não conseguiu contato com a defesa deles.



Polícia Federal deflagra mais uma operação, desdobramento da Lava-Jato, no Rio de Janeiro

A Polícia Federal está nas ruas do Rio na manhã desta terça-feira (14) para tentar cumprir três mandados de prisão contra o empresário Jacob Barata Filho, Felipe Picciani, filho do presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Jorge Picciani, e contra Lélis Teixeira, ex-presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor).

O deputado Jorge Picciani, que é suspeito de receber propina da caixinha da Fetranspor, será levado para prestar depoimento na sede da PF. A informação chegou ao Ministério Público Federal com a delação premiada do doleiro Álvaro José Novis.

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PF cumpre mandado no apartamento de ex-procurador da República Marcello Miller

Polícia Federal na casa do Ex–Procurador Marcelo Miller no Rio de Janeiro – (Foto: Pedro Figueiredo)

Do G1 – A Polícia Federal está nas ruas no Rio de Janeiro na manhã desta segunda-feira (11) para cumprir mandado de busca e apreensão na casa do ex-procurador Marcelo Miller, na Lagoa, Zona Sul do Rio. Um carro da Polícia Federal e outro do Ministério Público Federal chegaram ao local por volta das 6h.

Em São Paulo, cinco a sete equipes deixaram a sede da Polícia Federal ainda na madrugada para cumprir mandados relacionados à prisão de Joesley Batista e Ricardo Saud. A procuradora da República Janice Ascari, que trabalha diretamente com o procurador-geral da República Rodrigo Janot, participa da operação.

Neste fim de semana, um pedido de prisão contra o ex-procurador Marcelo Miller foi negado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin. O nome de Marcelo Miller aparece em áudios das conversas entre o empresário Joesley Batista e Ricardo Saud da JBS. Ambos se entregaram neste domingo (10) depois que tiveram a prisão temporária decretada.



Foragido da Justiça do RN, jucurutuense, Cassinho, é preso no Rio de Janeiro

Cassinho foi preso no Rio de Janeiro pela Polícia

Policiais civis do Rio de Janeiro, com o apoio da Polícia Civil do Rio Grande do Norte, prenderam, nesta sexta-feira (17), Cássio Augusto de Souza, vulgo “Cassinho de Jucurutu”, acusado de envolvimento com o tráfico de drogas na região do Seridó. Cássio estava foragido do Centro de Detenção Provisória de Patu desde abril de 2016, sendo encontrado no Rio de Janeiro, onde estava na residência de uma senhora também acusada pelo crime de tráfico de drogas.

Investigações realizadas por policiais civis de Patu, com o apoio do Núcleo de Inteligência da Polícia Civil do RN (NIP), apontam que Cassinho passou a integrar uma quadrilha de assalto a instituições bancárias, e que tem atuado principalmente na região Oeste do Rio Grande do Norte.