Caicó: Acusados de tramar e matar cabo da PM começam a ser julgados nesta terça (27)

Réus serão julgados nesta terça-feira, no Fórum Amaro Cavalcante, em Caicó

Nesta terça-feira (27), a partir das 09hs, acontece no Salão do Júri “Siloé Capuxú”, no Fórum Amaro Cavalcante, em Caicó, o julgamento popular de três réus, que foram denunciados pela trama e morte do cabo da Polícia Militar, Ednaldo Alves da Costa Rangel. O crime aconteceu na manhã do dia 19 de abril de 2016. Os réus, são: a então esposa do policial, Rita de Cássia Alves Rangel, que segundo a polícia tramou o crime; seu filho, Thiago Conforte, que não tinha um bom relacionamento com o padastro (ele deu apoio logístico, inclusive, pilotava a moto com o atirador) e Valdinez Fernandes dos Santos , que matou o cabo Rangel com disparos de arma de fogo.

Pelo menos inicialmente, a expectativa é que o júri dure cerca de dois dias, por causa da quantidade de testemunhas arroladas para serem ouvidas. No processo constam 32 pessoas. Esse número pode reduzir.

Outro número interessante desse julgamento, é a quantidade de advogados que estão habilitados para atuar. Só na assistência do Ministério Público, são 4, sendo eles, Maykol Robson de Morais, Isadora Medeiros de Araújo Costa, Anesiano Ramos de Oliveira e Katia Maria Lobo Nunes.

Os réus constituíram seus defensores e, também, em quantidade significativa. Se não, vejamos: Rita de Cássia é defendida por José Bartolomeu de Medeiros Linhares; Thiago Conforte é defendido por William David Ferreira e FRANCISCO DAS CHAGAS MEDEIROS; Por fim, o réu, Valdinez Santos, é defendido por Rivaldo Dantas de Farias (mas, este, está preso e não poderá atuar), Vivênio Villeneuve Moura Jácome e Wallacy Rocha Barreto.



Réus acusados de planejar e matar cabo da PM de Caicó serão julgados dia 27

O Fórum Municipal Amaro Cavalcante, vai sediar no próximo dia 27 de agosto, o julgamento popular dos réus acusados de tramar e matar o cabo da Polícia Militar, Edinaldo da Costa Rangel. O crime aconteceu na manhã do dia 19 de abril de 2016, no Bairro Alto da Boa Vista, em Caicó.

Os réus são, Rita de Cássia Alves Rangel, então esposa da vítima, seu amante, Valdinez Fernandes dos Santos e o filho dela, Thiago Medeiros Conforte. Uma quarta pessoa, que foi presa à época do fato, o sobrinho de Rita, Pablo Conforte, não vai a júri.

O cabo Rangel, estava na companhia de sua esposa, Rita de Cássia, que foi denunciada pelo Ministério Público como sendo a mandante do crime. O assassino teria sido seu amante, Valdinez enquanto o filho, Thiago, teria dado apoio e fuga.

Os advogados Francisco Medeiros e Bartolomeu Linhares, atuarão na defesa dos réus enquanto o promotor Geraldo Rufino de Araújo Júnior, atua na acusação.



Juiz manda réus acusados da morte do Cabo Rangel a júri popular

Rita de Cássia e Valdinez se falaram minutos antes do crime e segundo dados da quebra do sigilo ele estava no local do crime

Os acusados pela morte do cabo da Polícia Militar, Edinaldo da Costa Rangel, crime ocorrido em Caicó, em abril de 2016, poderão ser julgado em júri popular, ainda no primeiro semestre deste ano.

É que os réus, a viúva, Rita de Cássia Alves Rangel, seu amante, Valdinez Fernandes dos Santos e o filho, Thiago Medeiros Conforte, foram pronunciados para serem julgados. A quarta pessoa que foi presa à época do fato, o sobrinho de Rita, Pablo Conforte, foi solto e não vai a júri.

Na decisão de pronúncia, o juiz Luiz Cândido Villaça, além de mandá-los a júri popular, manteve a prisão preventiva dos réus.

O cabo Edinaldo Alves Rangel, foi morto em uma emboscada na zona norte de Caicó, dentro de seu carro, não tendo chance de fugir. Ele estava na companhia de sua esposa, Rita de Cássia, que foi denunciada pelo Ministério Público como sendo a mandante do crime. O assassino teria sido seu amante, Valdinez enquanto o filho, Thiago, teria dado apoio e fuga.



Cabo Rangel: Quebra de sigilo telefônico REVELA LIGAÇÕES entre réus minutos antes do crime

Rita de Cássia e Valdinez se falaram minutos antes do crime e segundo dados da quebra do sigilo ele estava no local do crime

A investigação feita pela Polícia Civil no caso da morte do Cabo da Polícia Militar, José Alves da Costa Rangel, crime ocorrido em abril de 2016, na Zona Norte de Caicó, revelou um caso tramado, realmente com antecedência e minunciosamente articulado.

Foi solicitada à Justiça a quebra do sigilo telefônico dos envolvidos e as informações chegadas ao processo referente a ERB (Estação Rádio Base ou a popularmente conhecida como antena ou torre de celular) do telefone (84) 99827-0435 utilizado por Valdinez, demonstra que ele estava na hora, na data e na região onde o crime ocorreu.

Com a quebra do sigilo telefônico do Cabo Rangel, de Rita de Cássia e de Valdinez, foi possível identificar que foram feitas 31 ligações entre o telefone de Rita e o telefone de Valdinez entre os dias 15 de fevereiro e 19 de abril, esta última data que corresponde justamente ao dia do crime. Após essa data, não foi registrada mais nenhuma ligação. Isso comprova a ligação estreita entre Rita e Valdinez, ela apontada como autora intelectual e ele como altor material do crime.

Outros detalhes revelam ainda às ligações realizadas no dia do crime. Uma primeira feita às 07hs28min08s instantes antes do crime a qual no momento, na ERB (Estação de Rádio Base ou antena) que foi gerada com “latitude, longitude e azimute” que esboçando esta em um gráfico, gera uma localização na Zona Norte de Caicó/RN, nas proximidades de onde o crime ocorreu. Uma segunda ligação às 7hs52min48s foi feita da mesma localidade. Sendo assim, o representante do Ministério Público afirma na denúncia que “é notório que Valdinez, estava naquela data, no local e horário do crime“.

Já o denunciado, Thiago Cigarro, como é conhecido, prestou apoio material e moral aos demais denunciados.

Todas às informações constam no processo que tramita na Vara Criminal da Comarca de Caicó e o processo é público.

A audiência aonde serão ouvidos todos os envolvidos no crime e testemunhas, vai acontecer na próxima quarta-feira, dia 15 de março, no Fórum Amaro Cavalcante. É a chamada, Audiência de Instrução e Julgamento.



Juiz Luiz Cândido marca data para ouvir réus no processo da morte do Cabo Rangel

Cabo PM Rangel foi assassinado em Abril de 2016 na Zona Norte de Caicó

O juiz, Luiz Cândido de Andrade Villaça, titular da Vara Criminal da Comarca de Caicó, vai presidir no próximo dia 15 de março, às 13hs30min, no Fórum Municipal Amaro Cavalcante, a Audiência Instrução e Julgamento do processo da morte do policial militar, Edinaldo da Costa Rangel, que também era conhecido como “Boboca”. Nesse dia, réus e testemunhas, serão interrogados diante do juiz.

A morte do PM Rangel foi registrada na manhã do dia 19 de abril de 2016, por volta das 08hs, nas proximidades do Bar dos Plays, na Avenida Ruy Mariz, no Bairro Alto da Boa Vista, Zona Norte de Caicó. Um homem, na garupa de uma moto, efetuou disparos que lhe tiraram a vida no momento que conduzia seu carro que também era ocupado por sua esposa Rita de Cássia.

Estão presos, apontados pela Polícia Civil como partícipes do crime, Valdinez Fernandes dos Santos, autor material do crime; a viúva do policial morto, Rita de Cássia Medeiros Alves Rangel, (apontada como mandante); Thiago Medeiros Conforte (filho de Rita), que conduzia a moto usada para a prática do crime e Pablo Medeiros Conforte (primo/irmão) de Thiago.

O Ministério Público denunciou os suspeitos por homicídio duplamente qualificado – motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.

A viúva, Rita de Cássia e Valdinez, estão detidos no Presídio de Caicó, enquanto Thiago e Godoi estão em Alcaçuz.