Em 43 dias, Covid-19 matou mais que H1N1, sarampo e dengue em um ano

O Ministério da Saúde informou que, até a tarde da quarta-feira (9), o país havia registrado 800 mortes em decorrência da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Em 43 dias, o vírus fez mais vítimas fatais do que dengue, H1N1 e sarampo mataram ao longo de todo o ano de 2019.

De acordo com dados do próprio Ministério da Saúde, a dengue matou 782 mortes em 2019, enquanto que o H1N1 provocou a morte de 796 pessoas e o sarampo de mais 15.

Ainda segundo o Ministério da Saúde, 148 pessoas morreram em decorrência da dengue até o dia 28 de março deste ano, no país. Há um aumento na incidência da doença, que ao longo de 2019 teve 1.544.987 casos registrados no país, um aumento de 488% em relação ao ano anterior.

Ministério confirma que casos tem aumentado

Caicó: Vacina contra o Sarampo continua disponível nas Unidades Básicas de Saúde

A Coordenadora de Imunização da secretaria municipal de Saúde, Ana Camila Araújo de Medeiros, está informando que após o Dia D da Vacinação contra o Sarampo, no último sábado (19), a vacina continua disponível nas Unidades Básicas de Saúde do Município.

A primeira fase de vacinação é destinada para as crianças de 6 meses até os 4 anos, 11 meses e 29 dias. Os pais devem levar seus filhos a unidade mais próxima de suas residências, portando a caderneta de vacinação da criança para que seja avaliada, para saber se será necessária a mesma tomar ou não a dose.

A campanha também terá uma segunda fase, neste ano. Será focada em jovens de 20 a 29 anos e acontecerá entre os dias 18 e 30 de novembro, quando acontecerá outro “Dia D”. Esse grupo poderá receber a dose da tríplice ou da dupla viral (sarampo e rubéola), conforme a indicação do profissional de saúde. Os municípios devem ainda seguir realizando ações de bloqueio diante da notificação de casos da doença.


Exames iniciais apontam segundo caso de sarampo no RN

Caso de sarampo é confirmado no RN

Uma criança de um ano e seis meses de idade é apontado como segundo caso de sarampo no Rio Grande do Norte, sendo o primeiro cujo contágio ocorreu no Estado. O caso foi pré-diagnosticado na terça-feira (13), no Hospital Maria Alice Fernandes, na zona norte de Natal, mas a criança seria do município de Tibau do Sul, aproximadamente 80 km de Natal. A Secretaria de Saúde Pública do Estado (Sesap) vai se pronunciar sobre o caso na tarde desta quarta-feira (14), após resultados de novos exames.

O quadro clínico da criança é considerado estável, de acordo com informações obtidas pela reportagem da Tribuna do Norte através de médicos que atuam na unidade e apontaram que, de fato, se trata de um caso de sarampo. Equipes da Sesap foram à unidade já na terça-feira e vacinaram parte dos funcionários e pessoas da família que tiveram contato com a criança, mas devem retornar ainda nesta quarta-feira para imunizar outras pessoas.

Até o momento, a Sesao não confirma o caso e explicou que a presença no Hospital Maria Alice Fernandes e a atuação na imunização das pessoas é uma medida de prevenção, que deve ser feita porque a doença pode se espalhar rapidamente. Por isso, também ocorreu o isolamento da criança.

A Sesap fará uma coletiva de imprensa às 16h, onde a subcoordenadora de vigilância epidemiológica, Alessandra Lucchesi, e equipe técnica do Laboratório Central (Lacen), vão dar informações sobre caso suspeito de sarampo em investigação no Rio Grande do Norte e também passar orientações de prevenção para a população.

O primeiro caso de sarampo registrado no Estado, após 19 anos, foi confirmado no dia 26 de julho, em um adulto infectado após viagem ao estado de São Paulo.


Brasil perderá status de país livre do sarampo após caso no Pará

O Brasil perderá o certificado de paíse livre do sarampo. O Ministério da Saúde informou, nesta terça-feira (19), à Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) o registro de um caso de sarampo endêmico no Pará, em 23 de fevereiro deste ano. Desta forma, o país iniciará um plano com duração de um ano para retomar o statu. Com isso, o Brasil perderá a certificação de país livre da doença e iniciará o plano para retomar o título,concedido pela Opas em 2016, dentro dos próximos 12 meses, segundo o ministério.

Em comunicado, o ministro Luiz Henrique Mandetta informou que as taxas de vacinação caíram muito nos últimos anos e precisam voltar ao patamar de 95%.

*Agência Brasil