Dr. Tadeu e Toinho tomam posse para administrar Caicó

O prefeito eleito de Caicó, Dr. Tadeu (PSDB) e seu vice Toinho Santiago (PL), tomaram posse na noite desta sexta-feira (01).

Tadeu e Toinho tomaram posse na Câmara Municipal

A solenidade aconteceu no plenário Prefeito Inácio Bezerra, da Câmara de Vereadores, com a presença dos novos vereadores eleitos e reeleitos e alguns convidados.

A solenidade foi aberta pelo vereador Preto Costa, edil com mais idade na legislatura que deu posse aos vereadores, ao prefeito e ao vice.

Em seu discurso, Dr Tadeu agradeceu a formação dada pelos pais, Ivo e Rosa, e reiterou o seu compromisso de lutar por dias melhores. Pediu paciência aos caicoenses, pois não se resolvem problemas tão grandes em um prazo curto de tempo.

Seguiremos um planejamento e eu peço aos caicoenses que aguardem 120 dias para que possam avaliar as primeiras ações do nosso governo, pois em terra mal cuidada é necessário tempo para se ver os frutos da plantação”, destacou.

O evento foi transmitido pelas redes sociais da Câmara de Vereadores, pela TV Kurtição e canal a cabo 175 da Brisa Net.

Sobre Dr. Tadeu e Toinho

Judas Tadeu Alves dos Santos é médico, 27 anos, nasceu em Caicó, morou a infância e juventude parte no Bairro João XXIII e, outra, no Rio de Janeiro, onde estudou e se formou. Filho de Ivo Alves e Rosa, tem como irmã Ana Catarina.

Antônio Dantas Neto, “Toinho”, é empresário, 58 anos, filho de Joaquim Santiago e Maria Leonízia. Ele é casado com Adriana, pai de Alci e Branda, avô de Luisa.


Vivaldo e Tadeu tiveram agenda com Secretário de Saúde do RN

Um dia antes de assumir seu nono mandato como deputado estadual, o deputado Vivaldo Costa (PSD), continua sua luta em favor do Rio Grande do Norte. Na manhã desta quinta-feira (31) o parlamentar participou de uma audiência com o secretário estadual de saúde pública, Cipriano Maia. O médico Judas Tadeu acompanhou o encontro que teve como pauta a saúde de Caicó. Vivaldo lembrou sua luta pela psiquiatria na região do Seridó e cobrou a necessidade da estruturação do atendimento ao paciente psiquiátrico, já que não existem mais leitos. “Acabaram o Hospital Milton Marinho e não se criou alternativas para o paciente que sofre com transtornos mentais. Eles têm sofrido junto com suas famílias”, destacou.

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